Empresas brasileiras: Candidatas a estrelas globais.

26mar08

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Um sotaque familiar aos brasileiros tem sido ouvido pelas movimentadas ruas de Nova York. No 39º andar do número 245 da Park Avenue, a carioca Eveline Freire Gerck comanda o banco de investimentos AP International .

A moça, porém, não é apenas uma executiva. Em 2000, Eveline uniu-se a Thurmon Williams, ex-CEO da Sears no México e nos EUA, e Daniel Serfaty, ex-presidente da Aptima, consultoria de recursos humanos, para fundar a instituição.

Os ativos da instituição somam US$ 800 milhões. Com uma área de private equity e outra de mercado de capitais, eles pouco se aventuravam em investimentos além dos limites da parte norte do continente americano.

Quatro companhias abertas brasileiras fecharam acordo com a AP Internacional, misto de consultoria e banco de investimentos, especializada em propagar empresas, atrair investidores e aumentar o valor de mercado dessas estrelas emergentes.

A AP patenteou o serviço Value Riser, conjunto de iniciativas para valorizar empresas locais no mercado internacional. Eveline estima que 20 companhias brasileiras são alvo potenciais de seu trabalho.

Ela projeta uma valorização de até 200% em dois anos para alguns desses papéis. Para isso, contará com uma rede de 150 colaboradores e com tratamento diferenciado que dará a essas empresas. Os grandes bancos de investimentos internacionais reservam uma mesinha espremida para os países emergentes em um canto do andar dos analistas.

“Estamos no corner do mundo financeiro”, diz ela.

“Certas companhias brasileiras poderiam valer de 100% a 250% mais. Estão subvalorizadas porque a maioria dos investidores as desconhecem. Há mais de cem mil fundos de ações no mundo. Só 150 têm recursos no Brasil”, diz Eveline, que já trabalhou para Light e Acesita (hoje Arcelor Mittal).

Outro interesse do AP está no private equity.
Um fundo de US$ 350 milhões foi montado para arrematar participações em empresas. O primeiro negócio foi fechado na Holanda.

“Mas pode ter um pedacinho desse dinheiro para o Brasil, sim”, afirma Eveline.

A primeira tentativa, porém, foi frustrante. Ela visitou uma rede varejista que seria um alvo praticamente certo e saiu decepcionada do encontro. A empresa, em sua avaliação, não tem uma gestão para receber um aporte financeiro.

Via Isto É Dinheiro

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One Response to “Empresas brasileiras: Candidatas a estrelas globais.”

  1. preciso do catalglo da feramentas gerais para poder compra e veder estas mercadorias de voces


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