O sucesso na visão do publicitário Nizan Guanaes.

14fev08

O texto a seguir foi escrito pelo publicitário Nizan Guanaes como paraninfo de uma turma da Faap. Em outro blog diz que é para uma turma de administradores da Bahia. Em um outro trata-se de um discurso de 2003.

Quem será que está certo? Na tentativa de saber ao certo, mandei um e-mail ao próprio Nizan. Esperar a resposta.

Eis a resposta:

Andrey,

Obrigado por seus comentários e elogios.
Este discurso foi na FACS, Faculdade de Salvador.

Um forte abraço, Nizan

nizan_guanaes_g.jpg

De qualquer forma vale apena ler o texto. Escrito com maestria, brilhantismo, próprio de um excelente redator e por quem, revista Isto É do ano passado, umas das 100 pessoas mais influentes do Brasil. Justo.

‘Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja aqui vão alguns, que julgo valiosos.

Meu primeiro conselho : Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.

E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham, porque são incapazes de sonhar.E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.

A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:

– ‘Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo.

‘E ela respondeu:-‘Eu também não faço, meu filho.

‘Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.

Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal, é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.

Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: ‘Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito’. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodicéia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito, ou seja, é preferível o erro à omissão, o fracasso ao tédio, o escândalo ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.

Colabore com seu biógrafo.Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.

Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar, sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.

Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: ‘eu não disse!’, ‘eu sabia!’. Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.

Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso.

Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio (que é a morada do demônio) e constrói prodígios.

O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito o que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses, que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.

Trabalhe!

Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo (que é mesmo o senhor da razão) vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.

E isso se chama SUCESSO.

Nizan Guanaes

Nizan Guanaes entrevistado por João Doria Jr – Show Business

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26 Responses to “O sucesso na visão do publicitário Nizan Guanaes.”

  1. 1 Renê

    muito fera!!! mesmo!!

    e para com esse ócio de blog e vai trabalha!! huahuahuahuhahuahuhuahuahua

  2. Achei sua colocação interessante e tenho que aproveitá-la o maximo para que eu possa crescer na minha desejada carreira de (consultor de audio publicidade), se caso interessar a você entrar em contato comigo eu estou a sua disposição para tratar de assuntos do âmbito.

  3. Um espírito anos à frente.
    E obrigado, muito obrigado pelos conselhos.

  4. Olá Elídio,

    realmente é encantador tais palavras, nos levando a uma profunda reflexão!

    Abraços

  5. 5 giovanna

    Olá pessoal! Achei de muito mal gosto o discurso de Nizan Guanaes dedicado a uma turma que se formava, onde ele foi o paraninfo “dizem que conselho só se dá a quem se pede…”Pois ele coloca o trabalho acima de tudo, de uma forma agressiva, como se fosse o primordial na vida, além de relacionar o conhecer pessoas e mundos como “sucesso”. Algo absurdamente superficial, pois quem se dedica apenas ao trabalho da forma que o mesmo se refere, é incapaz de conhecer seus entes queridos, pessoas a sua volta e até a si mesmo. Como pessoas dotadas de capacidade intelectual podem escutar absurdos como este e aplaudir, ou mesmo não ter nenhuma reação a tantas bobagens proclamadas? É muito frustrante saber que apesar da sua área de atuação, este se diz professor em alguns momentos, e infelizmente tem poder de influência sobre seus aprendizes o que faz dele alvo de admiradores que seguirão e adotarão está linha de pensamento robotizado e extremamente capitalista, tirando o verdadeiro sabor da vida, onde o ser humano não é capaz de pensar nem mesmo em si, onde vive em uma sociedade cheia de desamores, onde pais não conhecem seus filhos e vice-versa. Discursos como este só servem para descaracterizar ainda mais o sentido da vida, e tudo de melhor que as pessoas são capazes de oferecer. Trabalhar é importante, porém jamais nessa proporção, ocupando o principal patamar de importância.

  6. Olá Giovanna,

    cada um escolhe aquilo que faz sentido em sua vida, e a vida pessoal acaba se misturando com a vida profissional, principalmente quando você faz aquilo que gosta.

    Respeito a sua opinião, mas é inegável a contribuição do profissional Nizan como “espelho” não somente para sua profissão, mas a todos que almejam crescimento em suas respectivas carreiras.

    Abraços

  7. Olá JC Couto,

    obrigado pelos elogios quanto ao blog e seu conteúdo. Realmente este discurso é algo fora do comum e por gostar tanto que eu acabei entrando em contato com o próprio Nizan para perguntar a sua real origem e se era dele mesmo, o qual o mesmo confirmou sendo um discurso para a FACS, Faculdade de Salvador.

    Que privilégio receber estas palavras em um momento tão especial de quem está se formando…

    Um grande abraço

  8. 9 Ana MAC.

    gostaria de saber se vcs tem o email de nizan!!!
    precisooooooooooooooooooooooooo!!!!

  9. Olá Ana,

    entra em contato com uma das empresas dele. Tenta na agência Africa.

    Abraços

  10. 11 Kate

    Andrey e demais:

    Só discordo do tom de “verdade absoluta”. A veemência confere um ar convincente, mas não é bem assim…

    Michelangelo teria pintado a Capela Sistina contrariado, convencido de que era mais um escultor do que um pintor, e o fez sim, por dinheiro. Como hoje em dia, há época era também difícil sobreviver da arte, e o trabalho o sustentou por anos, sim, mas não foram 16. Um esquema de funcionário que trabalha devagar pra não perder o emprego.
    Era solitário e melancólico, o que não condiz com alguém que faz o que ama, concordam?

    Hitler é outro engano. Um psicopata (como boa parte dos gênios o são) que queria, sim, dinheiro também. Haja vista tudo o que saqueou dos países que invadiu, incluindo as contas bancárias dos milhões de judeus que matou.

    Nizan fala sobre “faça o que ama” pois é a experiência dele, que deu certo. Taí um cara ainda mais feliz do que geralmente o são os baianos; dinâmico, pró-ativo, incansável… Mas, pessoalmente, percebo nele um certo quê de “se eu parar, terei de estar comigo mesmo, no silêncio de mim, de minhas mazelas, meus segredos… Terei de encarar um lado de mim que abafo mergulhando no trabalho, sem parar. Se ficar sem meu trabalho não sou ninguém. se eu desligar o piloto automático, não saberei pilotar a mim mesmo.” Um ser humano é feito de muitas facetas, que, devem, preferencialmente, estar em equilíbrio.

    Imagina se o mundo todo trabalhasse como ele? Não seríamos humanos…

    O discurso tem valor, sim, mas como tudo, há que se filtrar o útil do restante.

  11. Olá Kate,

    você tocou em um importante também! O Nizan é conhecido por ser um trator no trabalho, li outro dia uma entrevista sua que ele está trabalhando, de comum acordo com sua esposa, aos domingos somente até às 11:00 hs.

    Enfim, obrigado por deixar a sua mensagem aqui no blog.

    Abraços

  12. 13 Kate

    Oi, Andrey,

    Não é só importante. É fundamental.

    Desconstroi toda a base do tal discurso “histórico”. Repito: desfaz a base.
    Então, Andrey? Se os pilares ruiram, o que resta? Se o próprio diz que vem tendo problemas em casa, e assim os negociando, como se horário combinado….

    Bem, deu pra entender.

    Tenhamos discernimento.

  13. Olá Kate,

    vamos lá:

    eu já ouvi falar mal de Nizan? Sim, várias vezes. Já ouvi falar o quanto ele é egocêntrico? Sim, inúmeras vezes. Já ouvi falar que ele berrava com os funcionários e dizia “vamos que eu não herdei esta porraaaaaaaaa?”, sim várias vezes. E claro, eu já ouvi falar dele premiar seus funcionários? Sim, várias vezes. Eu já ouvi falar dele mandar funcionários estudar em excelentes universidades fora do Brasil? Sim, várias vezes!

    O Nizan está errado em querer construir uma “mini Ambev”, como disse o Fábio Fernandes? Quem sou eu para julgar que esteja errado! Eu quero é mais que ele multiplique EMPREGOS NESTE PAÍS.

    Acompanhei o desentendimento dele com Fábio Fernandes, e quem não o viu? Ele tem razão da pessoa e do profissional Nizan?

    Até pode ser, mas vou elencar uma série de fatores, que acabam “linkando” com o texto escrito por ele e um pouco do que eu penso e acho que deveríamos ter, não só na propaganda, mas em vários setores:

    uma das razões que eu postei este texto do Nizan, é com relação ao empreendedorismo, no simples fato de alguém que por bem ou por mal está construindo, está investindo neste país. O Nizan poderia muito bem ficar nos louros do que ele próprio já consquistou como criativo e empresário e ficar comtemplando a vista de seu apto em Paris? Sim, mas no entanto ele vem investindo cada vez mais para ter um grupo de comunicação diversificado e atuante. Um grupo que tenha corpo e força suficiente para encarar de igual para igual com as multinacionais que aqui operam. Isso é falta de discernimento? Que tenhamos então!

    E sabe do que este país precisa? De mais e mais empreendedores, de trabalho, de emprego, de renda que cada ano que passa está caindo. O Brasil melhorou muito desde o plano Real, o governo Lula é uma continuação de FHC com o que tem de melhor e o que tem de pior. Poderia ser melhor? Claro com certeza,

    mas, infelizmente ainda vivemos em um país atrasado, que precisa urgentemente de modernidade, estamos precisando de discernimento nos gestores públicos,

    você sabe quanto custa contratar um funcionário em uma empresa? Já viu a carga de impostos? Quanto custa abrir e fechar uma empresa? A papelada que envolve abrir, atuar e manter uma empresa?

    Você já viu os estudos, as pesquisa do instituto IPEA que é coordenado brilhantemente por Márcio Pochmann? Veja os resultados com relação aos empregos de carteira assinada nos últimos anos e veja o quanto ainda precisamos de discernimento neste país, de quanto ainda precisamos de mais e mais trabalho qualificado.

    A propaganda ainda é um setor da economia que por bem ou por mal sempre conseguiu atuar sem a mão do governo, de ajudas ou oligopólio, dumping, enfim, o aumento em conjunto de preços, a fatia entre iguais de mercado, sim, porque em alguns, ou vários setores de nossa economia ainda impera o favorecimento e a total falta de, sim, de discernimento…

    E olha que eu moro em Sorocaba, uma cidade que tem um PIB, uma renda per capita muitíssimo maior que muitas capitais. Sede de inúmeras multinacionais e conglomerados que aqui ainda estão por vir ou retornar, vide toyota, Case New Holland…

    Coincidentemente na Folha de São Paulo desta segunda-feira, tem um artigo muito bem escrito por ANTONIO ATHAYDE , engenheiro, e diretor-executivo da ANJ (Associação Nacional de Jornais), que escreve muito bem sobre o setor de propaganda.

    Leia, é uma síntese do que foi, ainda o é a propaganda, e ainda deve e muito melhorar. Eu mesmo sou publicitário, mas não atuo na área por pura falta de vontade! Não sei o dia de amanhã, mas por enquanto não sinto a mínima vontade de atuar na área, mas sei reconhecer o quanto é uma verdade as palavras retiradadas do artigo de Athayde:

    “Anunciar, como sempre, é preciso. Falar com o consumidor da maneira correta, contribuir para que o motor da economia que é a propaganda continue operando de maneira eficiente será fundamental. A economia de escala e a concorrência acirrada são armas poderosas contra a inflação e contribuem para a preservação de empregos.”

    Vou contar uma história para você:

    Muitos anos atrás eu fui morar no Japão, e como achava que não iria voltar mais para aquele país, eu resolvi conhecer o país de ponta a ponta, e assim, eu simplesmente rodei aquilo – acho que em um ano eu conheci uns 60%, daquilo que um pouco maior que o estado de São Paulo em área.

    Um dia, eu conheci um casal de idosos que moravam perto de minha residência, e ambos tinham por volta de 70 anos, e conversa vai e conversa vem, falei o quanto estava gostando e maravilhado com aquele país, fui falando das minhas viagens e no final, eu observei que eles estavam quietos – a perguntar o que foi – e aí – eu tive a exata noção em menos de 5 minutos de relato daquele senhor simpático e de aparência frágil, o que foi, o que era e o que se transformou a nação japonesa:

    ele me disse que simplesmente mal conhecia a cidade vizinha onde estávamos porque na década de 60 e 70 ele trabalhou feito um condenado, ele e milhões de japoneses no pós guerra para levantar novamente um país que passou fome.

    E que hoje, os jovens daquele país usufruem de uma economia moderna, enorme e que a disparidade de renda é baixíssima se comparada a muitos países, inclusive europeus.

    Deixamos de lado, a questão de guerra entre outros fatos que levaram o Japão a passar por problemas…

    entendeu? Um velhinho de 70 anos me deu uma lição que levo comigo para sempre, a de que um país, uma nação só se constrói com trabalho, trabalho e sucesso, muito sucesso para que chame cada vez mais trabalho, trabalho e discernimento.

    Bem, deu pra entender.

    Tenhamos discernimento, que o país tenha discernimento, que os empresários tenham discernimento.

  14. 15 Kate

    Andrey,

    Assino contigo. Morei 20 anos nos EUA, o país que inventou o empreendedorismo. No Brasil, é tudo feito pra travar os processos. Sempre digo que o empresário brasileiro é um herói, e quando descrevia o sistema daqui a meus amigos americanos, não entendiam COMO era possível haver empreendedores no Brasil.

    Estamos longe deste sentimento nacionalista japonês. Isso só existe quando a população se sente cuidada pela administração, e nesse ponto discordo de você, o governo Lula é um fiasco. Nunca houve tanta corrupção como em seu governo.

    Gosto muito do Nizan, sou parecida com ele: direta, franca, impaciente, tempestuosa -quero tudo pra ontem, detesto incompetência, falo não com a maior calma do mundo, e tenho uma curiosidade quase doentia – mas, também sou solidária, filantrópica e prestativa. Também trabalho PACAS, e quer saber? Somando todos os prós e contras, adoraria trabalhar com o Nizan (sou profissional de comunicação bilíngue). Seria, no mínimo interessante e divertido ter um chefe brilhante pra variar…

  15. Olá Kate,

    exato, a vida de empreendedor é uma fardo, com poucos heróis, mas enfim, mais difícil que o empreendedorismo é trabalhar em empresas onde as pessoas estão acomodadas e destestam inovar, correr atrás…isso na esfera privada – imagina na esfera pública…

    O sentimento de urgência se faz necessário sim neste país, e quem dera se tivéssemos mais Nizans em outros setores, assim como mais Kates pelo Brasil afora com este mesmo pensamento!

    De qualquer forma, obrigado por enriquecer este post, este artigo, esta conversa. Fique a vontade, para sempre deixar os seus comentários aqui no blog.

    um forte abraço

  16. 17 Kate

    Andrey,

    Só pra finalizar… Um amigo que gosta muito dele, com quem trabalhou por anos, ontem me disse:

    “É completamente workcaholic, não teve muitas namoradas por falta de tempo, já que dedicou toda a sua vida à conquista da ascensão profissional. Um Airton Sena do advertising!”

    Perfeito!

  17. rs…

    maravilha, até imaginei aquela musiquinha de belas manhãs de domingo!!!!!

    Abraços

  18. 19 Kate

    Mais uma passagem fofa. (Meu amigo me contou tanta coisa legal, mas tanta, que to ficando fã dele.)

    Nizan adora Jorge Amado. Correu Paris inteira pra achar um licor francês – favorito do genial escritor – que tivesse a idade de Jorge, que mandou-lhe um bilhete agradecendo. Mostrando o bilhete orgulhoso, comentou:

    – Ele agradeceu-me por eu lhe ter dado o licor. Como se para Jorge Amado a gente desse alguma coisa. Para Jorge Amado a gente só devolve!

    Não é fofo? Rsrsrs!

  19. Olá Kate,

    e eu adorando as histórias dele!!! Realmente o Nizan tem uma capacidade da escrita e de contar historinhas como ninguém! É um baita redator!

    Esteja sempre à vontade para nos escrever!

    Bjus

  20. 21 misael rosa

    O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito o que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses, que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.

    os esperetos brasileiros sao os garotos que faltam aula para ir beber se divertir enquanto os trouxas estudao so que na verdade mais pra frente os trouxas vao ter um emprego otimo enquanto os espertos irao varrer ruas abraço

  21. 22 Adriana Galo Belato e Lopes

    Cresci admirando Nizan Guanaes. O conheci no OPA, Oração pela Arte, do nosso querido Pe. Irala. Sou de Varginha, Minas Gerais e o encontrava pelas capitais brasileiras, onde aconteciam os Encontros Nacionais.
    Eu era bem pequena, entre 8 e 18 anos e em 10 anos, o ví umas 10 ou 12 vezes.
    Ele sempre muito inteligente, bem parecido com meus irmãos e eu, bem parecida com ele. Cheia de idéias, de sonhos e determinação. Ele também.
    Já despontava como um grande pesnador, comunicador.
    Sempre o vi aflito pela vida.
    Estou buscando um meio de me comunicar com ele, pois também sou do trabalho, da alegria, do amor pelo que faço, pelas idéias minhas, pelas pessoas e sua dignidade, contra a preguiça, contra o marasmo, contra a “mente vazia”.
    Amo realizar, fazer nascer a flor no chão do deserto. Amo inventar. Criar. Ser.
    Me sinto poderosa pois meu Deus é um Deus da Criação.
    Pessoas assim, são bem diferentes daquelas que quando querem sair, não saem pois sabem que vão encontar um “leão a solta e um jacaré na rua”.
    ´`E isto aí, Nizan!
    Quero muito que minha família encontre voc~e. Conheça esta pessoa diferente, instigante e com a cara da gente.
    Como manter contato com esta fera?
    Se alguém puder me reencaminhar, ficarei grata.
    Adriana Galo- Varginha MG
    adrianacontahistorias@hotmail.com

  22. 23 Izis Belato

    Nizan,

    Estou na área de eventos da TV Alterosa, afiliada do SBT, em Varginha- Minas Gerais.
    Ouvindo minha mãe falar de você, seu trabalho, ficamos todos muito motivados a saber detalhes sobre uma possível vinda sua à nossa cidade, para encontrar estudantes, empreendedores, publicitários e outros importantes profissionais de mídia.
    Estamos tentando contato com você, até através de sua secretária, Renata, na África.
    Por enquanto, no aguardo,
    Izis Belato Lopes,
    filha de Adriana Galo (OPA)

  23. 24 Keka Bego

    Olá! Por favor tenho um assunto que gostaria de tratar com o publicitário, por favor poderia enviar o contato dele, mas precisamente eail e telefone.Obrigadapela atenção.


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