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Panorama do mercado de distribuição de combustíveis no Brasil
Excelente reportagem do jornal Gazeta Mercantil desta terça-feira com dólar ultrapassando os R$ 2,30 e a Bovespa ladeira abaixo.
Mesmo com a concentração de mercado em poucos players e os problemas em trabalhar com margens apertadas, algumas distribuidoras regionais de combustíveis como a Petrosul, Latina e MegaPetro estão conseguindo um “lugar ao sol”, na base de uma administração competente e com custos sobre forte vigília.
A Petrosul por exemplo vem conseguindo expandir seu mercado para além do estado de São Paulo com muita competência e com um quadro gerencial de primeira linha.
Uma empresa regional que trabalha com uma marca, igualmente regional, conseguir expandir seu mercado competindo com BR Distribuidora, Esso, Texaco, Shell e assim mesmo fechar este ano de 2008 com um faturamento ao redor de R$ 1,5 bilhões, é algo para se orgulhar principalmente pelo fato dela ser 100% nacional. A matriz da empresa fica em Sorocaba no interior do estado de São Paulo.
Afinal, um grupo de 7 empresas controlam 80% do mercado ficando para o restante, algo como 250 distribuidoras de combustíveis, a outra parte, os 20%.
Mesmo um especialista dizendo que as pequenas distribuidoras não competem diretamente com as grandes, é certo de que as estratégias de mercado precisam ser certeiras e sem possibilidades de erro, pois os produtos comercializados possuem um alto valor agregado que é o caso de combustíveis.
Segundo o diretor comercial da Petrosul, a empresa aposta em seu “Programa de Fidelização” para avançar de maneira agressiva no mercado brasileiro. A estratégia, diz Pereira da Silva, é promover o “bandeiramento” de postos já existentes e que não são vinculados a nenhuma marca, conhecidos como “bandeira branca“.
“Colocamos a marca Petrosul nos postos sem adquiri-los e, dessa forma, conseguimos aumentar o volume de vendas e a divulgação da marca Petrosul aos consumidores finais”, afirma Pereira da Silva.
“Esse tipo de aquisição não faz parte da nossa estratégia, pois entendemos que os melhores gestores dos postos são seus atuais operadores”, afirma o executivo, que prevê “bandeirar” 100 postos por ano.
Hoje, segundo a ANP, dos 35 mil postos instalados em território nacional, 15 mil são de bandeira branca.
Com faturamento anual estimando em R$ 162 bilhões, o segmento de postos de combustíveis, e responsáveis pela geração de mais de 330 mil vagas de empregados, diretos e indiretos, além de registrar investimentos anuais de R$ 800 milhões.
Acrescentaria que com esta estratégia a necessidade de capital que é intensivo neste mercado fica mais brando do que a aquisição de redes de postos. E em momentos de crise como esta que estamos passando e com o crédito ficando mais caro e escasso faz todo sentido para as pequenas distribuidoras.
“As grandes vão atender o país como um todo e com grande escala. As regionais, por sua vez, se concentram em dois ou três estados. Portanto não há concorrência direta com as grandes”, afirma Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE).
Aliás, o diretor comercial da Petrosul, o sr. Ronald Pereira da Silva diz que a concentração e mercado é ruim para os consumidores.
“Esse movimento deixa o consumidor refém dos maiores preços, já que diminui as suas opções de compra. Mas, por outro lado, para a Petrosul, que está bem colocada no mercado, com o aumento da concentração a nossa participação também sobe, melhorando o posicionamento da empresa no mercado”, comenta Pereira da Silva.
Um outro dado importante citado na reportagem é o fator adulteração de combustíveis e sonegação de impostos.
Para o diretor comercial da Petrosul, “há um elevado número de distribuidoras atuando no Brasil, muitas delas incapacitadas de operar no setor”.
“Tem distribuidoras que não possuem quase nenhuma estrutura de armazenamento, controle de qualidade, logística e suporte de pós-venda, e que negociam combustíveis com margens mínimas, sem compromisso com o consumidor final”, reclama Pereira da Silva, para quem o mercado deveria atuar apenas com “50 empresas, em vez das 250 atuais”.
Leia reportagem completa com título:
Margem estreita não intimida pequenas
Petrobras oferece programa de melhoria de gestão
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23.07.2008: Conheça os números que envolvem postos de combustíveis e lojas de conveniências no Brasil
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Empresas japonesas expandem negócios em Sorocaba.
A participação de empresas japonesas no desenvolvimento econômico de Sorocaba vem desde a década de 70, quando aqui foram instaladas as primeiras unidades de multinacionais com matriz no Japão. E, neste ano em que se comemora o centenário da imigração japonesa no Brasil, as multinacionais japonesas em funcionamento na cidade demonstram que os laços afetivos e comerciais estão cada vez mais fortalecidos. Pelo menos três empresas japonesas anunciaram recentemente que vão continuar investindo nas suas unidades locais: YKK, Kyocera e Nipro do Brasil.
YKK: melhor performance
Depois de realizar uma expansão física de 10 mil metros quadrados, em 2005, e de novas expansões programadas para os próximos anos, à medida da necessidade da empresa, a YKK divulga que a prioridade agora é a introdução de uma nova geração de máquinas com alta performance que poderá até reduzir a área ocupada atualmente, mesmo aumentando o volume de produção, informa o diretor do Departamento de Produção, Masakazu Matsushita.
A YKK está em Sorocaba desde 74 (há 34 anos), fabrica zíperes, botões metálicos, rebites e fechos de adesão e tem como principais clientes as empresas de confecção de calças jeans, calças sociais, bermudas, surf wear, jaquetas, camisas, vestidos e saias, além dos fabricantes de calçados, malas, bolsas, pochetes e carteiras, e também fornece produtos da sua linha para a indústria moveleira e automobilística, entre outras aplicações industriais.
São clientes de todo o Brasil e países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O diretor Matsushita destaca que para a Argentina e o Chile são fornecidos produtos e componentes somente para as plantas do grupo YKK montadas nesses países. Outras unidades da YKK no Japão, Estados Unidos, Canadá, Turquia, Espanha, Itália, Alemanha e Portugal também recebem os produtos fabricados em Sorocaba, segundo o diretor.
Para atender essa demanda de produção, a YKK emprega 550 funcionários, somente em Sorocaba, onde o faturamento médio da empresa é de R$ 120 milhões por ano. O envolvimento com a cidade inclui contribuição financeira para o Fundo Social de Solidariedade, da Prefeitura Municipal, e a realização de campanhas como doação de alimentos e agasalhos, apoio a projetos sociais, e a realização de campanhas ambientais. Estamos também organizando um comitê de voluntariado na empresa, conclui Matsushita.
Kyocera: 2 divisões de negócios
A Kyocera do Brasil Componentes instalou-se em Sorocaba há 29 anos (em 79) e, após encerrar as atividades industriais com a fabricação de câmeras fotográficas, atualmente trabalha com duas frentes: uma Divisão de Negócios de Injeção Plástica, que produz peças técnicas, principalmente para indústrias automobilísticas e farmacêuticas; e a Divisão de Negócios de Ferramentas de Corte, que atende ao segmento de usinagem, de acordo com o diretor Adalberto Rossiti.
E, para incrementar ainda mais a linha de produção de injeção plástica, a empresa adquiriu injetoras de última geração, em conformidade com o plano de expansão dos negócios dessa divisão. Ressalta o diretor que a indústria automobilística brasileira está em plena ascensão, e esse cenário também reflete em crescimento para a Kyocera. Por isso, a empresa está investindo em mais equipamentos, para suprir a demanda prevista.
Na Divisão de Injeção Plástica, os clientes mais representativos estão no segmento automobilístico, como a Tyco e a Continental. No segmento de instrumentos laboratoriais está a Millipore. Todos os clientes desta Divisão encontram-se no mercado nacional, detalha Rossiti.
Quanto à Divisão de Ferramentas de Corte, os produtos abastecem as principais indústrias automotivas do Brasil e também a indústria de implementos agrícolas. Temos clientes na Argentina e Chile, entre outros países da América do Sul, afirma o diretor. Com faturamento médio anual em torno de R$ 30 milhões, a Kyocera emprega 150 pessoas, e investe na formação de novos talentos, com a destinação de vagas para jovens em busca do primeiro emprego.
Nipro: novos produtos
A produção e comercialização de produtos para as áreas de hemodiálise, cirurgias cardíacas, terapia intensiva e diagnóstico caracterizam a Nipro, que fabrica na unidade de Sorocaba 40 milhões de agulhas hipodérmicas/mês, 1,8 milhão de agulhas para fístula artério-venosa/mês, 5,5 milhões de cateteres intravenosos/mês e 75 mil oxigenadores por ano. E divulga que está desenvolvendo novos produtos para lançamento ainda este ano.
Os cateteres intravenosos são comercializados em toda a América Latina, enquanto os oxigenadores são vendidos na América Latina, Europa, Ásia e África. O Brasil, no entanto, ainda é o maior mercado da empresa, considerando-se todas as linhas de produtos, destaca o departamento de Comunicação da empresa.
A Nipro foi constituída no Brasil em 95, inicialmente com um escritório de vendas em São Paulo e, posteriormente, foi construída a fábrica em Sorocaba, que iniciou as atividades em 97. A fábrica local foi a primeira da Nipro na América, sendo que a empresa possui unidades na Tailândia, China e Japão, e também escritórios comerciais em todo o mundo. Atualmente, a Nipro tem 385 funcionários, que prestam serviços à empresa na unidade de Sorocaba, São Paulo, e também nas regiões Nordeste, Centro Oeste e Sul, vinculados às áreas de Marketing e Vendas.
Adaptação e crescimento
Para o vice-diretor da regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp/Sorocaba), Mário Tanigawa (ex-diretor da Nipro), a contribuição das empresas japonesas para o desenvolvimento econômico de Sorocaba é inquestionável, mas ele salienta que as primeiras a se instalarem na cidade foram as precursoras da vinda de outras multinacionais nipônicas.
A localização geográfica de Sorocaba, que facilita a logística na distribuição dos produtos aqui fabricados, o nível da mão-de-obra local e os incentivos governamentais foram fatores determinantes para a vinda dessas e de outras indústrias. Mas as empresas japonesas também contribuiram decisivamente para a melhoria do nível econômico e social da população local, por preservar os colaboradores. As empresas japonesas valorizam seus funcionários, não costumam demitir. E os brasileiros também têm se adaptado à cultura dessas empresas e, no final, todos ganham, promovendo o crescimento da empresa e a evolução do próprio mercado, afirma.
Tanigawa lembra que a relação de Sorocaba com as empresas vindas do Japão começou na década de 70 e foi se fortalecendo ao longo dos anos, com a presença ativa hoje de outras empresas com matriz no Japão, como a Iharabras e Seiren, além dos vários estabelecimentos comerciais de propriedade de japoneses ou seus descendentes.
Em Sorocaba, há, ainda, a União Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira (Ucens), que agrega mais de 500 famílias japonesas, numa associação que preserva a cultura nipônica trazida pelos imigrantes. E a imigração contrária também continua forte: hoje há mais de 300 mil brasileiros (descendentes de japoneses) trabalhando em empresas do Japão e, da mesma forma, colaborando com a manutenção do intercâmbio comercial entre os dois países.
As vantagens econômicas e sociais na contratação de ex-detentos para diminuir a reincidência criminal no Brasil.
Alguns dados alarmantes
O Ministro da Justiça confirmou:
“de cada dez detentos postos em liberdade sete voltam à prisão por novos delitos.”
O índice de “produtividade” dos presídios brasileiros é de 70%. Em virtude das condições atuais dos presídios, o mais lógico e natural seria uma reincidência de 100%.
O Brasil é o quarto país do mundo no item explosão carcerária. De 1990 até 2008 o crescimento populacional penitenciário foi de 500%. Fechará o ano de 2008 com cerca de 500 mil presos.
Alcançamos o quarto posto mundial em número de presos.
Neste item, o Brasil só perde para os EUA (cerca de 2,2 milhões), China (1,6 milhões) e Rússia (cerca de 0,8 milhão). Já ultrapassou a Índia, que conta com mais de um bilhão de habitantes.
O sistema prisional brasileiro oferece 262 mil vagas. O déficit gira em torno de 260 mil. O governo vai investir este ano R$ 329 milhões para a construção de novos presídios.
O Estado de São Paulo é o campeão nacional em construção de presídios. Mesmo assim, com assombrosos 50 mil vagas de déficit.
Conta com 150 mil presos, 35,7% do País e um “decepcionante” índice de reincidência de 58%. Dos 7.000 presos que o sistema devolve para a sociedade, nada menos que 4.000 reincidem. Via Juristas.
Uma alternativa viável
Para enfrentar uma das principais causas da reincidência criminal, a Prefeitura de Sorocaba, a 92 quilômetros de São Paulo, decidiu facilitar o acesso de ex-presidiários ao mercado de trabalho.
Um convênio assinado na sexta-feira, 22, com a Fundação Professor Doutor Manoel Pedro Pimentel de Amparo ao Preso (Funap) permitirá a contratação de ex-detentos e de familiares de presos para prestar serviços de manutenção na cidade.
O grupo inicial, de 50 contratados, começou a trabalhar nesta segunda-feira, 25, na limpeza de terrenos baldios. Eles receberão cerca de R$ 700 mensais – quase dois salários mínimos – com direito a vale-transporte e outros benefícios.
O valor é bem menor do que os 3,5 salários mínimos mensais que são gastos para manter o detento no sistema prisional.
A Funap desenvolve programas visando a contratação de presidiários por empresas e entidades, mas o trabalho com egressos e familiares de presos é inédito.
A expectativa da fundação é de que o projeto no município sirva de piloto para outras cidades do Estado. De acordo com o prefeito Vítor Lippi (PSDB), a expectativa é de que, com o “empurrãozinho” da prefeitura, essa mão-de-obra seja mais facilmente absorvida pelo mercado de trabalho privado.
A falta de opções de trabalho para o ex-presidiário é a principal causa da volta ao crime. Em Sorocaba, a situação não é diferente, segundo Lippi.
“Vamos garantir a elas uma oportunidade de recomeço.”
Ele decidiu incluir as famílias de presos porque afirmou acreditar que elas também estão em situação de risco.
“Quando uma pessoa vai presa, a família corre o risco de desestruturar-se.”
A seleção dos contratados foi feita pelo setor social da administração municipal.
Gastos
De acordo com Lippi, os gastos com a mão-de-obra estão previstos no orçamento destinado ao Projeto Cidade Superlimpa. Haverá ainda a receita gerada pela atividade dos ex-presidiários, uma vez que a limpeza de terrenos particulares rende 3,50 reais por metro quadrado ao Poder Executivo Municipal. Via Estadão
Os problemas de uma Justiça morosa, arcaica em conjunto com uma situação precária para quem foi presidiário e a baixa formação educacional resultam nestes números tenebrosos, acerca da população carcerária brasileira.
Cortar este círculo vicioso do mundo do crime é fundamental para ex-detentos e, principalmente, de toda a sociedade.
A administração da cidade de Sorocaba desta forma demonstra que com força de vontade e política é possível contornar este problema social crônico com sensatez, seriedade e objetividade.
A novela da 2ª fábrica da Toyota no Brasil.

Desde 2004 temos notícias do local a ser escolhido para próxima fábrica no País. Bahia, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo, mais precisamente em Sorocaba, correm atrás do investimento a ser feito, entre US$ 600 milhões a US$ 800 milhões.
Certo mesmo somente as comemorações pelos 50 anos de Toyota Brasil. O hotsite 50 anos de Toyota no Brasil está no ar. Que aliás ficou muito fera!
Na realidade a empresa evita em falar com detalhes deste investimento a ser feito no País. A única certeza exposta é a visão em ter 10% do mercado brasileiro em 2010 e que para isso realmente ocorrer a empresa precisará de um carro compacto.
Nos outros segmentos a empresa está muito bem, como das picapes médias equipadas com motor diesel, com a Hilux, utilitários esportivos médios com SW4 e em sedãs médios com o Corolla.
Em 2007 a empresa vendeu mais de 70.000 veículos no País.
Mas a cautela parece ser mesmo a premissa desta gigante japonesa.
Leia outros artigos sobre a Toyota aqui no blog:
Toyota confirma investimento em fábrica na Índia enquanto no Brasil impera a indefinição.
Fim da novela: Nova fábrica da Toyota será mesmo no Estado de São Paulo.
General Motors vs. Toyota. Porque pouca importa saber quem é a maior montadora do planeta.
Logomarca da Toyota pelos 50 anos de Brasil. Por Gad’ Branding & Design.
Ichiro Nishitani: O homem que ajudou a trazer a Toyota ao Brasil.
Concorrência para Embraer: Conheça os planos japoneses para a indústria aeronáutica.
Vitor Lippi, o prefeito empreendedor.
Em Sorocaba, o médico-prefeito está transformando a administração municipal com conceitos empresariais atuais e inovadores.
No mês de janeiro foi tema de matéria em Gestão pela revista Época Negócios.
Temos sorte em ter um prefeito que não tem nenhuma vocação para ser político, mas tem uma tremenda vontade em querer mudar a cidade para o bem.
Algumas iniciativas do prefeito de Sorocaba para melhorar a gestão do município:
>> O tempo de abertura de uma empresa na cidade, que era em média de 120 dias, foi reduzido para 15. O processo agora pode ser feito pela Internet;
>> Funcionários da prefeitura mapearam ao longo de um ano 5 mil procedimentos internos feitos pelas diversas repartições, quase todos inúteis ou repetitivos. O número foi reduzido para 158;
>> A prefeitura bancou um treinamento em construção civil para os 28 jovens que pediam esmolas nos sinais da cidade. Metade continuou na nova carreira e outra metade não se adaptou. Mas ninguém voltou às ruas;
>> O pregão eletrônico no município gerou economia média de 28% no valor das aquisições da prefeitura;
>> Como não pode dar prêmios em dinheiro aos servidores públicos, Lippi criou o Prêmio Sorocaba de Gestão Pública, cujo regulamento foi baseado no Prêmio Nacional da Qualidade;
>> Sorocaba uniu-se a cinco cidades do interior paulista para trocar experiências de gestão. Em pouco mais de um ano, já foram realizados mais de 50 encontros.
Espero que esta iniciativa sirva de exemplo para outros prefeitos e, principalmente para outros políticos, sejam eles da esfera municipal, estadual ou federal.
Atualizado em 28.10.2008: O prefeito reeleito Vitor Lippi concede uma entrevista ao jornal local, Cruzeiro do Sul publicada em 12.10.2008. Intitulada Lippi abre o jogo. Prefeito reeleito mostra as cartas.
Como ficará o orçamento da Prefeitura após a grande crise econômica que atingiu os Estados Unidos? Os planos habitacionais para 2009 serão revistos? E a composição do secretariado, obedecerá eventuais acordos políticos pré-eleitorais? Estas foram questões-chave apresentadas pelo Cruzeiro nesta entrevista. Lippi não fugiu dos temas. E lançou uma novidade: a Prefeitura terá auditoria própria para acompanhar custos das obras e serviços.
Leia a entrevista - Link
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