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Larry Farrell e as 7 formas de matar a inovação dentro das empresas.
Larry Farrell é um estudioso sobre empreendedorismo.
1) Estou o.k., você está o.k. Se estamos todos em situação confortável, por que mudar? Por que inovar? Por que querer fazer algo diferente?
2) Alta direção desconectada, que acaba por não estimular um ambiente propício à inovação.
3) Falta de contato. As boas idéias não vêm da sua cabeça. Geralmente vêm do cliente, ou do concorrente. Se você não estiver em contato com eles perderá boas fontes de idéias.
4) Centralizando tudo. A visão taylorista de administração: ‘Eu faço tudo, você não precisa pensar, só obedecer.’
5) Laboratório distante de tudo. Estar longe do seu mercado significa alto risco de inventar o que ninguém quer.
6) Controle total ao marketing. Quando eles só pensam em melhorar o que já existe e se prendem a paradigmas que impedem o desenvolvimento do espírito inovador.
7) Um único jeito de fazer as coisas. Quando os processos estão cristalizados, os seus executores não conseguem vislumbrar formas diferentes de se fazer as mesmas coisas.
Via Você S/A
Criatividade e inovação: Derrube os bloqueios às suas idéias por Antonio Carlos Teixeira
Reflexão: 8 conselhos de Akio Morita, fundador da Sony.
Alguns ensinamentos de Akio Morita, co-fundador da Sony, cujo sucesso empresarial foi baseada na tecnologia avançada e no prestígio da sua marca. Ele faleceu em 1999, aos 78 anos.
1. Acreditar em si mesmo
Não deixe que as pessoas acabem com suas expectativas de como você deve agir. Akio rompeu com a tradição familiar para iniciar o seu negócio, sua família era uma das mais antigas e aristocrática produtora de saquê, e o resultado é uma das mais reconhecidas marcas na história.
2. Comece pequeno
O investimento inicial para criar Sony foi 350 dólares. Sua sede: um edifício semi-destruído pelos bombardeios da II Guerra Mundial. Morita recomenda: não se detenha pela falta de dinheiro ou aos presságios nefastos ao negócio: encontre sempre uma saída.
3. Escolher um bom nome
O nome original da Sony: Tokyo Tsushin Kogyo Kabushiki Kaisha (Tokyo Telecommunications Engineering Corporation). Demasiado longo para o ideário americano de quem pretendia inserir seus produtos no mercado. Rebatizou a empresa com uma combinação de sonus (som, em latim) e Sonny (um apelido usual no E.U.A.). Mais sonoro, mais claro e mais curto. Uma marca memorável, em diversas ocasiões, fazem toda diferença.
4. Confie no seu instinto
O sucesso inicial da Sony não foi por causa de uma pesquisa de mercado, se não a uma máxima de Morita: “Observe atentamente o modo como as pessoas vivem, obtenha um senso intuitivo do que eles podem e querem ter para ela.” Um exemplo: Morita recusou-se a mudar o nome do Walkman para Soundabout, uma marca ainda reconhecível. Nem sempre a razão parte dos experts.
Nota: Muitos anos depois, em 2004, o brasileiro Andreas Panvel ganhou na justiça a patente da invenção do Walkman. leia aqui.
5. Não tenha medo de cometer erros…
…mas não cometa o mesmo erro duas vezes. Quanto mais erros cometer, mais sábio será e, assim, acumulará mais experiências para romper novas fronteiras.
6. Produzir Qualidade
“A publicidade e promoção não sustentam um produto ruim ou inadequado”.
7. Ser diferente
Apesar do fim da II Guerra Mundial ser recente, quando abriu a primeira loja da Sony nos Estados Unidos, a entrada da loja foi decorada com uma bandeira japonesa. O resultado? Comentários, expectativas e muitos jornalistas. A originalidade e riscos produzem publicidade gratuita.
Muitos não sabem, mas Akio foi um grande estrategista de Marketing.
8. Crie seu mercado
O triunfo acontece especialmente em nichos onde não há concorrência estabelecida. Morita criou produtos para mercados inexistentes e que foi a chave para o seu sucesso: Cria uma necessidade e satisfaça.
Certa vez ele disse: A curiosidade é a chave para a criatividade.
Via
“SE ATRAVESSARMOS NOSSAS VIDAS CONVENCIDOS DE QUE A NOSSA
É A MELHOR FORMA DE AGIR NO MUNDO , VAMOS ACABAR DEIXANDO
PASSAR TODAS AS NOVAS IDÉIAS QUE APARECEM DIARIAMENTE.”
Entrevista com Akio Morita nos anos 80 sobre Novas Tecnologias:
Beto Carrero: O produtor de sonhos por Gino Rondon.
Na ocasião de sua morte, dediquei um post em sua homenagem, por admirar sua obra, seu trabalho e a forma como chegou ao sucesso.
Por trabalhar com clipping como freelancer, recebo diariamente uma avalanche de informações. As mais variadas possíveis.
Em meio ao caos organizado, recebi um artigo, logo após a sua morte, do jornal A Tribuna de Mato Grosso escrito por Gino Rondon. A intenção de Gino era publicar uma biografia do empresário.
Alguns trechos do artigo:
A pessoa, Beto Carrero, me deixou lindas lembranças pela sua maneira humilde, simpática, determinado e sempre pronto a ajudar as pessoas, uma de suas marcas registradas.
O Parque começou com a visão futurista do Beto.
Chegando na capital paulista foi vender espaços publicitários para rádios. Com o tempo, montou sua agência de propaganda e criou sua famosa logomarca Beto Carrero. O Carrero em homenagem ao seu pai que tinha uma carreta puxada por bois e era carrero. Alguns devem lembrar da logo, escrita com um chicote, com efeitos sonoros e no final a voz de Cid Moreira dizendo: Beto Carrero.
Agradou tanto que o Beto foi procurado por várias empresas querendo comprar os direitos para usar a marca. Uma das empresas foi a Hering que lançou camisetas, calças jeans com a grife Beto Carrero. Como pagamento, a Hering deu uma “fazenda” no interior de Santa Catarina.
Quando o Beto foi visitar a região, com alguns familiares, encontrou só areia. A área estava localizada próxima a praia do lugarejo chamado Penha e só tinha areia. Falaram para o Beto: “poxa, te deram uma fazenda que não produz nada, só tem areia”. Olhando para o horizonte, o Beto disse:
“vocês estão enganados, aqui, neste lugar, vou construir o maior parque temático da América Latina e vou produzir entretenimento para todo mundo, vou construir o Beto Carrero World.
Gino, espero que as negociações prossigam para que você consiga lançar a biografia deste empreendedor.
R.I.P. Beto Carreiro 1938 : 2008
Um verdadeiro empreendedor. Nasceu pobre no interior de São Paulo e sonhava em ser o Zorro Brasileiro.
Foi publicitário, uma surpresa para mim, e desta empreitada como dono de agência de propaganda, criou o personagem que correu o Brasil em caravanas.
Até chegar a ser dono de um dos maiores parques temáticos do mundo.
Entrevista com Jorge Paulo Lemann.
A HSM Management fez uma rara e exclusiva entrevista com o lendário empresário brasileiro que atualmente mora na Suíça.
Segue abaixo um trecho da entrevista:
Qual foi a gênese dessa cultura gerencial vencedora?
Nossa cultura teve origem no Banco Garantia, onde estávamos o Marcel, o Beto [Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, respectivamente], eu e alguns outros sócios. Foi uma cultura que desenvolvemos copiando pessoas que achávamos eficientes e adaptando a nossa maneira de ser.
Entre nossas grandes influências estiveram o melhor banco de investimentos no mundo hoje em dia, o Goldman Sachs –com eles aprendemos a meritocracia, o treinamento intenso e a necessidade de dar oportunidades para as pessoas–, o Wal-Mart –com o fundador Sam Walton aprendemos que, para chegar ao pote de ouro no fim do arco-íris, tem de ter calma para percorrer todo o arco-íris, além de motivar muito os funcionários, tratá-los bem e aos clientes também– e a General Eletric –não tivemos contato direto com eles, como foi nos outros dois casos, mas sempre lemos tudo o que saía sobre Jack Welch; os relatórios anuais da GE eram nossa Bíblia. Baseados nessas três vertentes e mais no que estávamos aprendendo ao fazer os negócios, fomos construindo nossa própria cultura.Como você a descreveria?
Alguns parecem achar que se resume a ser workaholic, vestir calça cáqui e camisa jeans, ganhar bônus… [risos]Basicamente nossa cultura acredita que o indivíduo deva agir como dono e também acredita em sua competência para fazer as coisas essenciais acontecerem. É uma cultura que crê ainda que as pessoas têm de trabalhar juntas e numa direção comum, do sonho grande. E, importante, é uma cultura que aposta em rachar lucros. Nunca fomos o tipo de empresário que quer os lucros todos para si e vê o resto como “os índios”; somos as pessoas que mais milionários colocamos na praça, provavelmente, e temos o maior orgulho disso. Também é uma cultura que privilegia as coisas simples. O resto da cultura é trabalhar duro, muito duro –não tem moleza, não– e “pra burro”. E uma parte essencial é muita comunicação; tudo é falado abertamente, nem parede temos em nossas salas, e todo mundo se preocupa em educar o outro sobre gestão. Até porque, dentro da nossa cultura, ninguém progride se não criar um substituto. Nossa cultura básica está explicitada em 18 pontos que, juntos, formam uma cultura sólida. Eu francamente me surpreendo às vezes quando estou lá no fim do mundo e vem alguém defendendo esses pontos com uma veemência com que eu talvez jamais tenha defendido. (o quadro com os 18 Princípios da vitoriosa cultura de gestão, está na página 5 da edição 66 da revista HSM Management nas bancas a partir do dia 28 de janeiro ou acesse o site para assinar a revista)
Eike Batista, o brasileiro de 16,6 bilhões de dólares!
Com uma velocidade impressionante, Eike Batista transformou planos de negócios em realidade. Vários X em seu caso, afinal, como o próprio diz a letra de multiplicação é seu amuleto de sorte, acompanhando na denominação de todas as suas empresas.
De vendedor de sonhos a empresário arrojado e vitorioso foi um longo caminho, vencendo desafios e a desconfiança de muitos Eike vem conquistando seu espaço por uma série de razões de que muitos não visualizaram: dinheiro sobrando pelo mundo, mercado de capitais em expansão no Brasil, falta de investimento em infra-estrutura no País, aumento nos preços das commodities e acima de tudo o gosto pelo risco.
E pensar que alguns anos atrás ele era mais conhecido, do grande público, como marido de Luma de Oliveira, rainha de tantos carnavais.
Eis o homem mais rico do Brasil.
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