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Conheça os cinco erros de quem busca fazer negócios na China

Muito interessante estas colocações feitas por este executivo que tem experiência no mercado chinês.

http://www.chinabusinesshandbook.com.cn/

Imagem: http://www.chinabusinesshandbook.com.cn/

Dois anos e meio são mais do que suficientes para descobrir o que é mito e o que é verdade na maneira de fazer negócios na China. Quem garante é o executivo brasileiro Luis Schmitt, que recentemente trabalhou como diretor de varejo da Longhao, uma companhia calçadista chinesa.

Schmitt diz que, para se fazer negócios no país das Olimpíadas 2008, é preciso ter um objetivo claramente definido – ainda mais no setor calçadista, que é gigantesco. Do contrário, a visita a feiras especializadas do setor não serve para nada.

“Os brasileiros vão para lá e se maravilham com tudo. Enchem os olhos, mas voltam sem contatos”, explica Schmitt, que hoje atua como gerente de vendas no Brasil da Via Uno.

Ele diz que, muitas vezes, os executivos brasileiros não traçam metas nem estratégias para conhecer a fundo o país asiático. E dá uma dica: nem sempre os melhores fabricantes chineses se fazem presentes em grandes eventos como a Canton Fair, a maior feira calçadista do mundo.

Selo comemorativo dos 20 anos da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China

Selo comemorativo dos 20 anos da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China

Luis Schimitt recebeu a equipe da revista AMANHÃ (repórter Marcos Graciani), e listou os cinco principais erros dos brasileiros que buscam negócios na China. Confira:

Erro 1: Procurar oportunidades somente em grandes feiras
Segundo Schimitt, os brasileiros têm dificuldades para importar e falham por não ter foco nas negociações. Além disso, uma feira nem sempre apresenta o melhor fabricante. Por isso, Schmitt aponta que é preciso ir além das feiras na busca por novos fornecedores. O ideal é começar um contrato com pelo menos quatro meses de antecedência. É importante preparar um cronograma de visitas. Outro passo que não pode ser esquecido é a identificação de um importador de confiança. “É muito difícil confiar no chinês. Às vezes, ele pede depósito antecipado e não embarca o seu produto”, conta Schmitt.

Erro 2: Pensar que os produtos chineses são todos baratos

Nem todos os produtos são tão baratos quanto se imagina na China. Os custos de mão-de-obra e as diferenças cambiais têm dificultado as coisas por lá. Somente na região de Cantão, no Sul do país, foram fechadas mais de 2 mil fábricas calçadistas entre dezembro de 2007 e março deste ano.

Isso aconteceu porque o governo tem reduzido substancialmente o incentivo para novas plantas de calçados – já que o objetivo é apoiar setores com maior valor agregado, como a indústria química. Novas regiões produtoras estão em províncias como Futien, Gansu, Chengdu e Whengzhou. Quem procura fabricantes de calçados com baixos custos deve vasculhar outros países como Índia, Vietnã, Laos, Indonésia, Madagascar e outros da África.

Erro 3: Acreditar que o custo de vida é baixo na China
Não é bem assim. O valor de um apartamento de dois quartos, com 80 metros quadrados, chega a US$ 350 mil. Schimitt diz que o custo de vida é baixo se levado em consideração o varejo – o preço de roupas e artigos domésticos chega a ser três vezes menor do que no Brasil.

Para ele, a China deverá travar um pouco seu crescimento para melhorar a estrutura de base, desde saneamento a legislação social. Além disso, inexistem mecanismos de controle da informalidade.

Erro 4: Tentar fechar negócios de forma rápida e objetiva
A maioria dos negócios com chineses passa por longos jantares ou almoços. Às vezes, vale a pena acompanhá-los em conversas regadas a álcool. Para eles, isso mostra que a pessoa não tem medo de mostrar seu lado fraco.

“É preciso ter habilidade para negociar com eles. Um almoço ou jantar pode durar de duas a três horas”, conta Schmitt.

Erro 5: Tentar competir com o chineses no preço
Luis Schimitt diz que o calçadista brasileiro deve competir com os chineses na qualidade, e não no preço. O maior desafio é a formação de valor da marca.

“Ainda que o calçadista brasileiro tenha se dado conta de que não adianta competir apenas por preço com os chineses, ele ainda não acredita no design”, explica Schmitt.

A estratégia está em vender produtos para a China e para o mundo com maior valor agregado, competindo por meio da diferenciação.

Vale a pena também dar uma olhada em uma série de entrevistas feitas por Pedro Mello intitulado China – Oportunidades de negócio, da revista Exame. As entrevistas foram feitas com empresários brasileiros que possuem ou fazem negócios com a China.

Extensão de marca pirata: Wii para Wü.

Você que já tem um Nintendo…
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que tal adquirir um…
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Além de sua sofisticada falsificação na produção de bens de luxo, a China também é conhecida por fazer falsificações grosseiras de copy-culture. E alguns, acabam sendo bem engraçados como notou, Matthias Weber (PSFK Hamburg), em um recente passeio por shopping centers de Shenzhen (a pronúncia correta é “tchên-diên”), província de Guangdong, China Continental.

As cositas encontradas por ele eram um taco de bilhar, uma pistola a laser e até um kit de cozinhar.

Uma análise mais atenta na marca estampada nas caixas dos brinquedos, como você pode ver acima, indicavam uma extenção de marca pirata! O brand equity da pirataria!

A marca Wii que na verdade era um , como vocês podem notar, exatamente, até em pirataria podemos encontrar criatividade!

Mais fotos no Flickr.

Via PSFK

Mosteiros: o perigo, a beleza, o inusitado e a singularidade de suas construções.

Em nosso imaginário, mosteiros são lugares calmos e que inspiram tranqüilidade e serenidade. O stress seria a última coisa para ocorrer em um lugar desses. Mas olha só os locais onde alguns foram construídos.

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A caminhada para os locais sagrados em Mt. Huashan em Xian na China. Olha, têm que ter muita fé mesmo para querer chegar a um lugar desses.

Podemos chamar de turismo espiritual radical?!
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Via WebLinks

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Via o excelente Dark Roasted Blend

Os problemas da falta de infra-estrutura que atrapalham os negócios de Eike Batista.

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Porto de Santos

Portos congestionados e energia mais cara representam os principais problemas para as áreas de minério e metais no Brasil, afirmou à Reuters o empresário Eike Batista.

Leia sobre os investimentos do empresário aqui.

Prestes a vender dois projetos de extração de minério de ferro para a Anglo American Plc, por 5,5 bilhões de dólares, o empresário investe em dois portos e outras instalações de infra-estrutura, além de projetos de energia, como forma de incrementar o setor de mineração no Brasil.

“Os portos do País se parecem com o que a telefonia era na época dos telefones de disco. Só que o mundo já está mais à frente, trabalhando com a banda larga”, afirmou durante o Summit de Mineração da Reuters, que está sendo realizado esta semana.

“Estamos falando sobre a era dos dinossauros. A maior parte dos portos é rasa demais para os embarcações maiores de minério. Vamos fazer portos multifuncionais com ancoradouros de 18 metros de profundidade suplementar, portos com sua própria indústria de base.”

A China e a Índia, parceiros do Brasil na condição de principais mercados emergentes do mundo, já deram o exemplo a esse respeito, afirmou.

Presidente da MMX Mineração, Eike disse que apesar de ter aceitado vender o controle dos projetos de mineração para a Anglo, com uma participação no porto de Açu, no Estado do Rio de Janeiro, que está construindo, vai manter o controle sobre o porto.

“A logística é algo imbatível, é o catalisador de qualquer projeto”, afirmou. “Já temos 20 bilhões de reais em memorandos de intenção de investimento apresentados por parceiros.”

Techint, Tata E JFE-Kawasaki.
Segundo Eike, negociações para envolver no projeto a fabricante de aço italiano-argentina Techint, que poderia construir uma fundição de aço na grande área industrial do porto de Açu, estão avançadas.

“Eles interessam-se pela importação de carvão e pela exportação de aço. Também estamos mantendo conversações com outros parceiros. Há uma tendência de que as empresas estrangeiras de aço venham para o Brasil, para ficarem perto das reservas de minério de ferro. Identificamos três empresas que podem ainda avançar a esse respeito: Techint, a Tata e a JFE-Kawasaki.”

Outra fatia importante dos seus negócios é a energia, atuando hoje no desenvolvimento de vários projetos de usinas alimentadas por gás, carvão e diesel.

“A energia sempre foi um problema aqui. Uma grande dificuldade é o custo da energia. A única forma de solucionar isso para os setores da mineração e dos metais é investir na geração de energia.”

Ele também diversificou seus investimentos e passou a aplicar na extração de gás e petróleo, roubando a cena no leilão concessões do governo realizado em novembro.

O executivo gastou mais de 1 bilhão de dólares para investir em áreas onde espera encontrar petróleo e gás natural dentro em breve. A extração, segundo prevê, começaria dentro de até quatro anos.

A empresa criada para o setor de energia, a OGX, prepara-se para realizar uma oferta pública inicial de ações para arrecadar até 2,5 bilhões de dólares em maio ou junho.

O caviar Beluga do minério de ferro.
No entanto, apesar de ter vendido os projetos para a Anglo e de ter diversificado seus investimentos, Eike continua a manter uma forte presença no setor de mineração, com 700 milhões de toneladas em reservas de minério de ferro e uma produção planejada para 2011 de mais de 25 milhões de toneladas.

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A mina de ferro de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, deve mais do que triplicar suas reservas dentro em breve, passando de 63 milhões de toneladas para mais de 200 milhões, afirmou.

“E esse é o caviar beluga do minério, uma parte de fácil acesso. A gente pega o minério com as próprias mãos.”

O empresário estuda a possibilidade de vender 49% da mina de Corumbá para um parceiro, no futuro, mas disse que continuaria a manter o controle sobre o negócio. O local deve passar das atuais 3 milhões de toneladas ao ano para algo em torno de 10 milhões de toneladas anuais em 2011-2012.

Via

Números do dia: 5.000 jogos. Corinthians celebra a histórica marca.

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Neste domingo, pelas contas do clube, desde a sua fundação em 1º de setembro de 1910, o Corinthians celebra a marca histórica de 5.000 jogos.

Em 4.999 partidas, venceu 2.610, empatou 1.221 e perdeu 1.153. Existem ainda 15 jogos da época amadora em que os resultados são desconhecidos, apesar da confirmação de que as partidas ocorreram.

Já confirmaram presença no estádio nomes como Biro-Biro, Neto, Sócrates, Zé Maria, Tião, Marcelinho Carioca, Geraldão, Basílio, Mauro, Vaguinho, Wilson Mano, Ronaldo, Zenon e Wladimir, este último o recordista de jogos com a camisa alvinegra – 805 jogos! Os homenageados estarão no gramado do Morumbi para receber uma medalha, dar volta olímpica e receber o atual elenco. Gilmar dos Santos Neves, com problemas de saúde, também será homenageado.

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O time do Corinthians que entrou para a história naquele dia 13 de outubro de 1977.

Neste dia teve o maior público da história do Morumbi, 146.082 torcedores, fato este jamais repetido. Nunca aconteceu em todo mundo uma torcida sozinha levar mais de 140.000 torcedores em um estádio. Outros jogos podem ter sido maiores no Maracanã, na Escócia, Inglaterra ou na China, mas com torcidas divididas ou com seleções de países. De um time somente, só a do Corinthians.

Vejam por andam os 12 heróis do time corinthiano. A conquista deste dia tem até site.

Para completar a festa seria legal saber se o estádio sai mesmo…

Atualizando em 18.12.2008: Corinthians nasceu em uma esquina no Bom Retiro

Toy art customizado e os bonecos personalizados da Mumucat

Interessante a proposta desta empresa, Mumucat Biz Inc, em personalizar bonecos 3D através de uma foto somente. Mas que nome estranho para um modelo de negócios sensacional.

No site consta que é possível emitir uma ordem de produção em apenas 5 minutos!

Os bonecos são impermeáveis e feitos em PVC. Tem entre 13 e 15 cm de altura. Ficam prontos em 5 a 7 dias úteis e dependendo da localidade ,a DHL garante o envio entre 9 a 14 dias úteis. Entregam em qualquer parte do mundo.

A empresa tem duas bases, China e Taiwan, com designers taiwaneses.

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Para quem é um kidults narcisista ao extremo é uma boa pedida. Ou para presentear alguém.

O produto final com seus respectivos proprietários:

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As facilidades do e-commerce com as vantagens em ter ou dar um produto diferenciado e único.

Para quem deseja um toy art customizado está dado a dica.

Atualizando em 29.06.2009: O site da empresa está fora do ar, infelizmente!

Horácio Lafer Piva: O Brasil não tem senso de urgência.

Em um encontro com a imprensa promovido pela BracelpaFiesp da qual é presidente do conselho deliberativo, homem que presidiu a , membro do conselho de grandes empresas como Klabin, Redecard, Semco fulmina o governo e a todos os brasileiros com uma verdade desconcertante e objetiva.

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Vale a pena ler a entrevista na Revista Amanhã.

A China pode atrapalhar os planos da Vale em adquirir a Xtrata.

Pelo visto não é somente o governo brasileiro que poderia estragar os planos da Vale na compra da Xtrata.

Governo chinês quer evitar mais concentrações na área de mineração como forma de evitar mais elevações em minério de ferro. Parte deste processo já começou.

Faz todo sentido e dinheiro com força política não faltam.

E-car será o primeiro carro chinês a ser fabricado no Brasil.

A montadora Jinxiang Fang Neng Eletromobille assinou o protocolo de intenções com a Prefeitura de Rolante, no Rio Grande do Sul, para a construção de uma fábrica na cidade.

Será um carro para dois passageiros ao custo de R$ 7.000,00. Funcionará com 20 baterias e com autonomia de até 500 quilômetros, após o témino da carga o carro poderá rodar com álcool.

O público alvo serão as classes C e D, afinal muita gente ainda não possui carro novo no País, apesar das vendas recordes estabelecidos no Brasil no último ano.

Com planos de fabricar 10.000 carros anuais a partir de 2011, até lá os carros serão importados e um segundo momento via CKD.

O E-car chinês será o primeiro com estas características na América Latina.

O estranho é que ao procurar sobre a empresa em mecanismos de busca não achei nada, além da reportagem à respeito da vinda ao Brasil, tão pouco no Alibaba ou Global Sources, dois portais referenciais sobre empresas chinesas.