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Fim da novela: nova fábrica da Toyota será mesmo no Estado de São Paulo

logo_toyota_005.gifA cidade de Santa Bárbara d’Oeste e Sorocaba, no interior de São Paulo, deverão abrigará a futura fábrica da Toyota. Leia mais aqui. Como em toda operação que envolve grande investimento industrial, a Toyota não confirma. Mas fontes do mercado dão como certo que Sorocaba abrigará a montagem de automóveis e Santa Bárbara d’Oeste ficaria com a produção de motores.

“Sempre falei que a nova fábrica seria em São Paulo por questões estratégicas. Além da estrutura industrial, a montadora ainda tem no estado a maioria do seu parque de fornecedores”, disse uma fonte.

E quais motivos por Sorocaba e Santa Bárbara d’Oeste? Servida por boas estradas e perto dos grandes centro consumidores e do porto de Santos, a região seria a melhor forma de escoar a produção entre o Brasil e o Mercosul, além de se constituir um pólo metalmecânico. Toyota têm sua principal fábrica, em Indaiatuba (SP), situada geograficamente entre a duas cidades, distante menos de 50 quilômetros de Sorocaba e Santa Bárbara. Além disso, já tem vários fornecedores na região do interior paulista.

“A Toyota não disputa centavos ou fica perdendo tempo com questões tributárias. A sua estratégia é de longo prazo, centrada no potencial futuro do mercado”, afirmou outra fonte, que também aposta na instalação de mais uma fábrica da Toyota em São Paulo.

No Rio Grande do Sul continuará o seu Centro de Distribuição (carros importados). Vários estados entraram na disputa pela fábrica da Toyota. Cogitou-se a possibilidade de se construir uma fábrica no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia e Rio de Janeiro. Um parque industrial quase unificado poderia ter pesado na decisão a favor de São Paulo, que já tem uma mão-de-obra treinada pelos exigentes padrões de produção japonês. [via]

Leia outros artigos sobre a Toyota aqui no blog:

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Novo golpe: revendas de carros usados transformam veículos a gasolina em “flex caseiro”.

Em artigo deste domingo na Folha de São Paulo, lojas convertem carro a gasolina, e cliente acredita na originalidade do bicombustível.

Há 15 dias, a frota veicular da cidade de São Paulo atingiu 6 milhões de unidades, 20% são bicombustíveis. O mercado vê tanta necessidade de oferecer carros que rodam com álcool ou gasolina que muitos a gasolina, antes de serem revendidos, são convertidos a álcool, mas vendidos como flexíveis.

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A Folha visitou 20 lojas no centro e nas zonas norte e sul de São Paulo, e muitas admitem vender carros convertidos sem o cliente desconfiar.

Segundo os lojistas, o valor baixo do álcool faz com que o cliente prefira os bicombustíveis, sem perguntar se o sistema é de fábrica.

Um lojista que não quis se identificar disse:

“A gente ainda compra um adesivo de “flex” aí na Duque [de Caxias, avenida do centro conhecida por suas autopeças]. Não custa mais de R$ 5″.

Um vendedor indicou oficinas que fazem a conversão:

“Temos um “cara” na Penha [zona leste], outro na Casa Verde [norte] e outro na Mooca [leste]. É só escolher.”

Muitos lojistas afirmam que, se a conversão de gasolina para álcool for bem feita, o cliente não perceberá que não é de fábrica. Mas não é o que diz Waldemar Christofoletti, membro do comitê de veículos de passeio da SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade).

Isso porque o carro convertido consome mais do que um flexível com álcool, ultrapassando a vantagem de 30% do combustível sobre a gasolina.

“Trocar o chip não é suficiente. Para ter economia de combustível, é preciso elevar a taxa de compressão do motor, além de trocar a válvula termostática e as velas de ignição.”

A Assovesp (Associação dos revendedores de veículos de São Paulo) disse que não poderia se pronunciar porque seu presidente, único autorizado a falar, estava viajando.

Fraude
Para o Idec, vender carros a gasolina como bicombustíveis é uma fraude sobre sua originalidade. O Procon-SP alerta que a informação deve ser clara e precisa.
Ambos aconselham o cliente lesado a encaminhar o caso à Justiça comum e, se quiser, pedir a troca do carro, o dinheiro de volta ou um abatimento proporcional ao dano.

O Detran-SP informa que a conversão de gasolina para álcool é legal, mas deve constar no documento do carro.
Para isso, o motorista deve pagar para o Detran autorizar a mudança, apresentar a nota fiscal original dos serviços e das peças utilizadas e levar o carro para uma vistoria num posto credenciado pelo Inmetro, que emitirá o Certificado de Segurança Veicular.

Depois de cumpridas todas as etapas, o Detran modificará o CRV (Certificado de Registro do Veículo) e o CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo).

Se você for trocar ou comprar um carro, confira quando os 25 usados mais vendidos viraram “flex”:

Gol: 2003 (1.6) – 2005 (1.0 e 1.8);

Uno: 2005 (1.0);

Palio: 2004 (1.3 e 1.8) – 2005 (1.0);

Corsa: 2003 (1.8) – 2005 (1.0);

Celta: 2006 (1.0);

Fiesta: 2004 (1.6) – 2006 (1.0);

Parati: 2003 (1.6) – 2005 (1.8);

Corsa Sedan: 2003 (1.8) – 2005 (1.0) – 2006 (Classic);

Vectra: 2005 (2.0);

Saveiro: 2003 (1.6) – 2005 (1.8);

Astra: 2005 (2.0);

Siena: 2004 (1.3 e 1.8) – 2005 (1.0);

Palio Weekend: 2004 (1.3 e 1.8) – 2005 (1.0);

Golf: 2006 (1.6);

Ford Ka: 2008 (1.0 e 1.6);

Fiat Strada: 2004 (1.3 e 1.8);

S10: 2007 (2.4);

Peugeot 206: 2005 (1.6) – 2006 (1.4);

Fox: só bicombustível;

Renault Clio: 2005 (1.0 16V e 1.6);

Honda Civic: 2006;

Toyota Corolla: 2007;

EcoSport: 2005 (1.6);

Fiorino: 2005 (1.3);

Renault Scénic: 2006 (1.6).

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, sabia do problema do compacto Fox da Volkswagen desde 2006.

Em 2006 em carta encaminhada ao presidente Lula, o químico Gustavo Funada relata o grave problema do Fox ao ter uma parte do dedo decepado. O presidente Lula encaminhou a carta ao DPDC para apurar o caso. Em artigo do Estadão deste sábado.

Na época o órgão recebeu dois laudos conflitantes, um de entidade que acompanha vítimas de problemas com veículos e outro da própria Volkswagen, que foi notificada a prestar esclarecimentos.

O DPDC não pode tratar de casos individuais, mas continuou acompanhando o processo, sem no entanto dar publicidade ao problema.

“Não podíamos adotar medidas em cima de indícios”, diz Maria Beatriz Corrêa Salles, coordenadora-geral de assuntos jurídicos do DPDC.

“A definição sobre se é um caso individual ou de risco coletivo não é simples, e qualquer atitude que tomássemos teria conseqüências.”

Assim mesmo o órgão resolveu manter as investigações. No início deste ano, o DPDC determinou a contratação de um perito independente para fazer um laudo definitivo, mas, para isso, precisa realizar licitação, processo que está em curso. Maria Beatriz informa que medidas podem ser tomadas antes mesmo da conclusão da perícia.

Não sei que lado é pior, a Volkswagen insistindo em seu “face lift” no problema de um produto seu ou o órgão que ao receber uma denúncia demorou mais de dois anos para tomar uma providência, isso somente após o problema aparecer na mídia.

E DPDC, seria óbvio que a empresa acusada, no caso a VW, enviaria um laudo conflitante sobre o problema. Está parecendo mais “preguiça” em apurar o caso do que algo em contrário.

Esta demora pode ter custado oito consumidores com dedos decepados e mais não sei quantas machucadas.

Vale lembrar que foram vendidos mais de 700.000 modelos Fox no País desde o seu lançamento em 2003. Atualmente, o Fox é o 2º Volkswagen mais vendido no Brasil, perdendo apenas para as vendas do veterano VW Gol.

E para piorar o órgão ainda está esperando uma licitação desde o começo do ano para fazer uma conclusão do caso??!! Lamentável.

Em terra de barnabés quem paga o pato são os consumidores.

General Motors vs. Toyota. Porque pouca importa saber quem é a maior montadora do planeta.

Desde que a Toyota passou pela 1ª vez a GM em vendas, primeiro trimestre de 2007, após uma hegemonia de mais de 70 anos da rival, as duas empresas vem se revezando no posto de maior montadora em veículos vendidos.

É uma questão de tempo para a Toyota obter a hegemonia em vendas e ficar isolada como a maior montadora do mundo.

Acho que analisar as duas empresas pela ótica das vendas totais é um desperdício de tempo sem tamanho.
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Eis os fatos:

Esta semana a GM anunciou, pelo 3º ano consecutivo, prejuízos no montante de US$ 38, 7 bilhões. A maior da história na indústria automobilística.

A Toyota ao anunciar um recorde nos lucros, referente ao último trimestre de 2007, no montante de US$ 4,291 bilhões, mantém as estimativas para um lucro líquido no ano fiscal que termina em março deste ano em em 1,7 trilhão de ienes (quase US$ 16 bilhões).

Valor de mercado:

Toyota, US$ 185 bilhões e a GM, US$ 19 bilhões.

Obviamente que existem muitos outros detalhes que fazem da Toyota a maior e melhor montadora em todos os quesitos. A própria GM já teve seus dias de glória na época de Alfred P. Sloan que aliás, lançou um livro fundamental para qualquer administrador de empresas, “Meus anos com a General Motors.

Números do dia: 3,02 milhões de veículos produzidos nos últimos 12 meses, encerrados em janeiro de 2008.

Segundo a Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), esta é a 1ª vez que a produção passa dos 3 milhões de veículos produzidos no período de um ano.

Para este ano, a estimativa da produção é de um acréscimo de 8,9%, segundo a própria Anfavea, atingindo 3,235 milhões de unidades ao final do ano. As vendas deverão avançar 17,5%, para 2,895 milhões de veículos.

Segundo presidente da entidade, Jackson Schneider, não haverá falta de carro porque houve aumento na capacidade produtiva. Para março deste ano serão anunciados a capacidade produtiva total, fruto dos investimentos anunciados pelas montadoras instaladas no País, como Fiat, Peugeot/Citroën e Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Vale ressaltar que os investimentos no setor automobilístico no decênio 1996/2006 foram de mais de 10 bilhões de dólares, com a abertura de 22 fábricas de diversas montadoras como Renault, Peugeot, Toyota e Honda.

Os investimentos em conjunto com o início do Plano Real foram projetados para aumentar a produção de 2 milhões para 3,5 milhões de veículos.

O resultado destes vultosos investimentos foram anos de capacidade ociosa e retorno muito abaixo do esperado ou em muitos casos com um enorme prejuízo, como da GM e Renault. Neste período as vendas internas estavam estagnadas e o foco era exportação.

Somente a partir de 2004 que a produção começou atingiu a marca de 2 milhões de veículos produzidos. Culminando neste ano de 2008 com a totalidade da capacidade instalada.

Fox, Meriva e Ford Explorer: A força do consumidor na era digital.

Esta semana diversos veículos de comunicação publicaram um grave problema que proprietários vem enfrentando com um modelo da Volkswagen, o compacto Fox. Em janeiro deste ano foi tema na revista Época.

As matérias mencionam acidentes com assento traseiro do veículo. Segundo relatos, problema acontece quando tenta-se aumentar ou diminuir o tamanho do porta-malas.

Achei que fosse um problema recente, mas vem ocorrendo a muito mais tempo como consta nesta reportagem da revista Quatro Rodas, de 2006. O sistema é o mesmo do CrossFox e na SpaceFox.

Entenda o erro que pode decepar o dedo:

Foto: Rogério Albuquerque/Ag. Fotogarrafa/ÉPOCA

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O manual do Volkswagen Fox orienta o proprietário a fazer o rebatimento do banco pela traseira do carro, com a porta do porta-malas aberta.

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O primeiro passo para rebater o banco é destravar o encosto. Para isso, basta puxar uma alça flexível, que fica presa numa argola de metal.

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Acidentes ocorrem quando a pessoa, instintivamente, coloca o dedo na argola de metal. Destravado, o mecanismo puxa a argola com força, o que pode decepar a ponta do dedo.

A Volkswagen foi notificada pelos dois principais órgãos de defesa do consumidor do Brasil – o Procon e o Idec – a prestar esclarecimentos sobre o porta-malas do modelo Fox.

Como o caso estava sendo explorado pelos veículos de comunicação a empresa divulgou uma nota. Leia a íntegra do comunicado da empresa:

“Tendo em vista as recentes reportagens publicadas na imprensa sobre o sistema de rebatimento do banco traseiro do Fox, a Volkswagen do Brasil vem reiterar aos seus clientes que a operação desse sistema é segura, bastando seguir corretamente as instruções contidas no Manual do Proprietário.

Com a certeza de que não existe problema com o sistema e que não se trata de caso de ‘recall‘, a Volkswagen, que acima de tudo respeita o compromisso assumido com a satisfação de seus consumidores, informa que, a partir da próxima semana, irá oferecer para todos os clientes que ainda tenham dúvidas a instalação gratuita de uma peça adicional que evita eventuais erros na operação de rebatimento do banco traseiro do Fox. Esse serviço poderá ser realizado em toda a Rede Autorizada de Concessionários Volkswagen.

Com relação à diferença entre os modelos do Fox vendidos no Brasil e na Europa, esclarecemos que o banco do Fox europeu é bi-partido e exigiu uma solução técnica diferente. O Fox brasileiro com banco bi-partido possui o mesmo sistema do europeu.”

Volkswagen do Brasil

Em outra nota, divulgada ontem sexta-feira, a montadora reconheceu oito casos (em que clientes tiveram a mão mutilada). Estes oito casos estão movendo ação contra a VW.

“ocorreram durante operações que não seguiam as indicações do Manual do Proprietário, e em situações diversas, sem um padrão entre elas”.

Márcio Montesani, perito em acidentes automotivos do Núcleo de Perícias Técnicas de São Paulo e professor de perícia da Unicamp, fez análises para elaborar um laudo técnico, discordando da Volkswagen.

“A alça para manusear o banco é feita com um material parecido com o cinto de segurança, que escorrega facilmente das mãos. Para ter mais firmeza, a pessoa automaticamente coloca o dedo na argola e é aí que os acidentes acontecem”, completa.

“Existe a situação que leva a um comportamento de risco”, afirma.

O químico Gustavo Funada, que sofreu o acidente em 2004, fez um levantamento de quantas pessoas sofreram o mesmo acidente:

“Fiz um banco de dados e de lá para cá, já são 22 pessoas cadastradas”, conta Funada. “A empresa não tomou nenhuma providência efetiva. Por mês, são em média dois proprietários que entram em contato comigo por causa disso.”

Vejam uma reportagem com o próprio Funada:

Após diversas notícias negativas a empresa resolveu oferecer aos proprietários do modelo Fox a instalação de uma “peça adicional que evita eventuais erros na operação de rebatimento do banco traseiro” do carro.

Mesmo com tantas evidências a direção da empresa se nega a dizer e pedir desculpas pelos problemas causados. É aterrador o descaso da empresa com seus consumidores ainda mais que o Fox simboliza a nova imagem da empresa no País.

E o Fox, deste a sua concepção até o seu lançamento, é um case-study.

Com esta postura a direção da empresa deixa transparecer motivos de sobra para VW perder a liderança para Fiat nos últimos seis anos. Apesar da Fiat estar fazendo seu dever de casa direitinho, tanto em produtos como em estratégias de comunicação.

Para muitos, o Fox é um carro compacto por fora, gigante e, perigoso, por dentro. A definição ideal para o ocorrido.

Este fato lembra muito o que aconteceu com a Chevrolet com o modelo Meriva. Este sim, um case-study, para ser estudado em todas as faculdades de administração, de como NÃO agir perante um consumidor na era digital.

Meriva fabricado entre 2003 e 2005 tem um problema no alarme original de fábrica. Ele simplesmente não funciona na tampa do porta-malas. Problema que inclusive é de conhecimento da própria Chevrolet.

A alegação da empresa é que o não-disparo do alarme na abertura da tampa seria uma forma de comodidade para o motorista, que não precisaria desativar o sistema para usar o porta-malas.

E, advinhem, os ladrões adoraram a novidade!

O proprietário de um Meriva, Alessandro Barbosa Lima, obteve da Chevrolet a seguinte resposta para seu problema:

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A resposta foi somente para confirmar uma coisa que o próprio consumidor já sabia, que o alarme não dispara no porta-malas.

A resposta para seu problema foi obtido pela Internet, em um forum de proprietários de carros Chevrolet, onde outros afortunados proprietários de Meriva buscavam um saída para tal problema. Que por sinal é banal, em face do que um larápio pode fazer com seu carro:

Esse é um típico faça vc mesmo, como evitar o roubo de porta malas, opções 1) por R$20,00 2) por R$ 0,50.

1) Com R$ 20,00, vc pode mandar colocar um interruptor (tipo aqueles que ficam no capô, na tampa do porta malas, dai é so ligar ele no alarme,dai se abrirem a tampa o alarme dispara.

2) Com R$ 0,50, vc pode colocar duas arruelas, barrando o acesso ao mecanismo de abertura da tampa, quando a tampa é furada com chave de fenda.

Neste link “vc” pode verificar um passo a passo.

Problemas como este podem afetar não importam o tamanho da empresa ou corporação, como podemos relembrar o ocorrido com a Ford com seu utilitário Ford ExplorerFirestone/Bridgestone e pneus .

Na busca por informações à respeito, aconteceram 203 mortes até meados de agosto de 2004.

Fotos AP

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Capotamentos: os pneus do Explorer tinham defeitos que eram agravados pelas características do carro, como a altura e um chassi inadequado.

Para finalizar este longo post, o também clássico, problemas que a empresa Kryptonite Locks teve com seu cadeado para bicicletas.

Ela subestimou um vídeo que circulou em diversos blogs, onde ficava demonstrado como era fácil abrir o cadeado de US$ 100 com uma simples caneta BIC. E o resultado é que a empresa teve que torrar mais de 10 milhões de dólares e 40.000 cadeados de seu estoque, indo quase a falência.

Em questão de horas, todos os blogs falavam do assunto. A companhia só soube cerca de uma semana mais tarde, quando todos os meios de comunicação já falavam a respeito.

Por isso que na era do consumidor digital, negar ou até mesmo omitir detalhes de produtos ou operações podem custar caro a empresas com atitudes pouco respeitosas com seus consumidores.

A novela da 2ª fábrica da Toyota no Brasil.

Logo Toyota

Desde 2004 temos notícias do local a ser escolhido para próxima fábrica no País. Bahia, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo, mais precisamente em Sorocaba, correm atrás do investimento a ser feito, entre US$ 600 milhões a US$ 800 milhões.

Certo mesmo somente as comemorações pelos 50 anos de Toyota Brasil. O hotsite 50 anos de Toyota no Brasil está no ar. Que aliás ficou muito fera!

Na realidade a empresa evita em falar com detalhes deste investimento a ser feito no País. A única certeza exposta é a visão em ter 10% do mercado brasileiro em 2010 e que para isso realmente ocorrer a empresa precisará de um carro compacto.

Nos outros segmentos a empresa está muito bem, como das picapes médias equipadas com motor diesel, com a Hilux, utilitários esportivos médios com SW4 e em sedãs médios com o Corolla.
Em 2007 a empresa vendeu mais de 70.000 veículos no País.

Mas a cautela parece ser mesmo a premissa desta gigante japonesa.

Leia outros artigos sobre a Toyota aqui no blog:

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General Motors vs. Toyota. Porque pouca importa saber quem é a maior montadora do planeta.

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E-car será o primeiro carro chinês a ser fabricado no Brasil.

A montadora Jinxiang Fang Neng Eletromobille assinou o protocolo de intenções com a Prefeitura de Rolante, no Rio Grande do Sul, para a construção de uma fábrica na cidade.

Será um carro para dois passageiros ao custo de R$ 7.000,00. Funcionará com 20 baterias e com autonomia de até 500 quilômetros, após o témino da carga o carro poderá rodar com álcool.

O público alvo serão as classes C e D, afinal muita gente ainda não possui carro novo no País, apesar das vendas recordes estabelecidos no Brasil no último ano.

Com planos de fabricar 10.000 carros anuais a partir de 2011, até lá os carros serão importados e um segundo momento via CKD.

O E-car chinês será o primeiro com estas características na América Latina.

O estranho é que ao procurar sobre a empresa em mecanismos de busca não achei nada, além da reportagem à respeito da vinda ao Brasil, tão pouco no Alibaba ou Global Sources, dois portais referenciais sobre empresas chinesas.