Conheça o chuveiro portátil com água aquecida.

Julho 13, 2008

Tem a mania de acampar em lugares sem infra-estrutura mínima? Seus problemas acabaram…agora tem o chuveiro portátil para salvar seu banho diário!

O tecido preto e impermeável consegue reter a luz do sol e propiciar um banho no mínimo morno!

O reservatório tem capacidade para 10 litros, o que significa um banho de 7 minutos. Idéia simples e óbvia!

Infelizmente nesta loja não tem mais para comprar, o produto está sold out e custava a bagatela de £14.99 ou aproximadamente US$ 26.98 / € 22.19. Apesar do preço salgado, é meio lógico de que um banho no meio do mato com água aquecida não tem preço…na I Want Of Those aqui.


Estado do Rio de Janeiro proíbe garrafas PET com pintura metálica.

Julho 13, 2008

É um bom começo esta lei e assim esperamos que outros estados sancionem leis parecidas.

O governador Sérgio Cabral sancionou a Lei 5.286, que proíbe a fabricação e comercialização de embalagens plásticas (Pet) com pintura metálica em todo o Estado do Rio de Janeiro. Os estabelecimentos industriais terão prazo de um ano para se adequar à nova legislação estadual.

No fim desse prazo, o estabelecimento que não atender aos dispositivos da lei sofrerá multa diária no valor de duas mil UFIRs e, se em um novo prazo de 90 dias não se regularizar, o estabelecimento será lacrado.

A lei, publicada na edição desta quinta-feira, 10 de julho do Diário Oficial, já está em vigor.

Fonte: Jornal O Dia


Conheça o jeans ecológico da empresa Haver Jeans.

Julho 5, 2008

O tecido estará presente em mais de 80% das peças da próxima coleção.

Compromisso com o meio ambiente não é incompatível com o lucro do negócio. Partindo dessa premissa, a empresária carioca Aldelice Lozan de Carvalho Mota estabeleceu metas para que a Haver, fabricante de jeans, se adequasse aos padrões da produção limpa. Identificar a matéria-prima ecologicamente correta foi o primeiro passo.

“Pesquisei muito até encontrar uma fábrica no interior de São Paulo que, além de ter responsabilidade ambiental em todas as etapas de fabricação, produz um tecido que tem quatro características importantes para manter a qualidade das minhas peças: brilho, conforto, leveza e aparência impecável”, afirma a empresária.

A lavagem tradicional do tecido é agressiva. Corantes químicos e água, sem reutilização ou jogada fora sem tratamento prévio, são ambientalmente nocivos. Com o processo utilizado pelo fornecedor, a empresária tem agora segurança da origem adequada do jeans.

“Até os resíduos eles utilizam na fabricação de adubo”, admira-se.

As peças com jeans ecológico foram concebidas bem antes da empresária saber que o tema do Fashion Business, Bolsa de Negócios que aconteceu no Rio de Janeiro entre os dias 10 e 13 de junho, era: Repensar, Reciclar e Renovar. A coincidência, diz Mota, só demonstra que a preocupação é cada vez maior.

“Não queria mais apenas fazer um lançamento, mas mostrar um novo conceito para o comprador”’.

Com uma produção mensal de cinco mil peças, ela acredita que o jeans ecológico vai estar presente em pelo menos 80% das novas peças.

“Até já estou trabalhando com outros fornecedores igualmente conscientes da responsabilidade ambiental”.

Outra atitude que traduz o compromisso da empresa é usar o índigo 5.OZ com a cor original que dispensa lavagem.

A Haver faz parte do pólo de Confecções de São Gonçalo, município fluminense, que tem o Sebrae no Rio de Janeiro como um dos parceiros. Empenhada em transformar a empresa em referência, está implantando um processo de capacitação para envolver os funcionários no esforço de preservação. Até as lavanderias passaram pelo crivo.

“Trabalho agora com duas lavanderias e me decidi por elas depois de ir até lá, para checar o processo e ter certeza de que eles reutilizam a água”, conta.

Outro grande motivo de orgulho, diz ela, foi ter encontrado um jeito de reaproveitar cerca de 400 kg de retalhos que antes eram simplesmente jogados fora.

“O que era lixo se transforma em bolsas feitas por costureiras que estão aprendendo o ofício”.

Contatos com a Haver Jeans - (21) 2712-0658 / 7836-4577

Via Regina Mamede, da Agência Sebrae


Arquitetura: Casas e escritórios que utilizam containers na sua construção.

Junho 1, 2008

Em tempos de sustentabilidade entre outros prioridades bem interessante estas propostas de casas, escritórios que utilizam containers que iriam para algum lixão desnecessariamente.




Veja mais fotos e a matéria completa no excelente blog Web Urbanist - aqui - em inglês.


Marília: O reaproveitamento de água chega a 80%.

Maio 25, 2008

Imagem: Ambiente em Foco

Excelente iniciativa da cidade de Marília no interior de SP:

Toda a água utilizada no posto para a lavagem de carros, ônibus e caminhões, desde um simples pára-brisas até uma limpeza completa, são destinados à Estação de Tratamento de Água para Reuso, a Etar.

As Estações de Tratamento de Águas Residuais são estações que tratam as águas residuais de origem industrial para depois serem escoadas para o mar ou rio com um nível de poluição inofensivo para o meio ambiente receptor.

Através de canaletas interligadas pelo posto inteiro, toda a água que seria encaminhada para o esgoto vai para a estação, onde passa por processos físico-químicos de tratamento e sai pronta para ser reutilizada.

Depois que um veículo é lavado, a água com sujeira (graxas, óleos, terra, areia) e detergentes chega a uma caixa de sedimentação de areia onde acontece a primeira etapa do processo. Nessas caixas são retidas as partículas mais pesadas, principalmente as de terra.

Na segunda etapa, todo o efluente passa pela caixa de separação de água e óleo, conhecida como sistema SAO, com a finalidade de reter parte dos óleos presentes no efluente.

Logo após, o equipamento dosa a quantidade de produtos químicos (como o sulfato de alumínio) necessários para o processo de limpeza da água. Em seguida, através de uma bomba de captação do ar, são injetadas microbolhas na água, o que faz com que a sujeira ainda presente seja arrastada para a superfície.

O efluente passa ainda por um raspador, onde a sujeira (conhecida como lodo) é jogada em uma caixa. Todo o lodo retirado fica, por um tempo, exposto em um tanque para ser desidratado com o calor do sol, de onde segue para ser armazenado e devidamente descartado.

O efluente livre do lodo passa por um filtro de areia e carvão ativado, saindo limpo e pronto para a reutilização.

Via Diário de Marília


Folha high-tech transforma luz do sol em energia elétrica.

Maio 24, 2008

Equipamento com formato de folha foi apresentado em Kobe, no Japão.
Novidade é resultado de parceria entre três organizações japonesas.

Organizações japonesas apresentaram, nesta sexta-feira (23.5), uma célula solar que tem o formato de folha. Desenvolvida pela Mitsubishi, Tokki e Aist (Advanced Industrial Science and Technology), esse equipamento é considerado uma fonte de energia limpa, pois pode transformar a luz do sol em energia elétrica. O produto exibido em uma feira realizada em Kobe, no Japão, ainda não está disponível comercialmente.

Funcionária apresenta célula solar com formato de folha. (Foto: AFP)

Via Portal G1


Ernst & Young: Riscos Estratégicos aos Negócios em 2008. Os Dez Maiores Riscos às Empresas.

Maio 18, 2008

Consumidor “verde” já é visto como um risco aos negócios.

O consumidor atento às questões ambientais e disposto a mudar seus hábitos de consumo para alternativas mais ecológicas já pode ser considerado como um potencial risco aos negócios. É o que aponta estudo da consultoria Ernst&Young, intitulado “Riscos Estratégicos aos Negócios - 2008 - Os Dez Maiores Riscos às Empresas”.

O estudo, com base nas análises de 70 especialistas ao redor do mundo, avaliou 12 setores da economia e apontou as dez maiores ameaças para os negócios na atualidade.

Um deles é o que o estudo chama de “radical greening” - que pode ser traduzido como a adoção extremada de hábitos “verdes”, e que aos poucos está influenciando o comportamento das empresas. A militância dos consumidores ativistas figura lado a lado com outros riscos aos negócios, como mudanças na legislação, inflação dos custos corporativos e envelhecimento da população. O risco do “radical greening” aparece na nona posição na média dos maiores impactos, e seu peso varia conforme o setor em que a empresa atua.

“Setores como petróleo e gás, automobilístico, seguros, energia e saneamento têm nas questões ambientais um risco forte a ser gerenciado, principalmente por causa do aquecimento global”, diz Joel Bastos, diretor de Sustentabilidade da Ernst&Young.

“Mas cresce também o risco das empresas que fabricam produtos de consumo, do setor bancário e do varejo, pois vemos claramente um cenário em que os consumidores vão banir empresas que não considerarem responsáveis”, completa.

Segundo o executivo, isso tem levado estrategistas de indústrias como a de automóveis a se empenharem no desenvolvimento de carros menos poluentes.

“Há 30 anos, ninguém iria imaginar que o hábito de fumar seria tão combatido. Já existe um temor na indústria de que o automóvel se torne o novo cigarro”, compara. Em setores como alimentos, a preocupação ambiental caminha junto com a preocupação com saúde.

“São tendências de consumo que andam juntas e que crescem na mesma proporção.”

São pessoas como a designer gráfica Fabiana Caruso, 28 anos, e seu marido, o nutricionista Francisco da Costa Silva Júnior, 29 anos. Integrantes do movimento conhecido como veganismo - não consomem qualquer produto de origem animal, como carne, leite e couro -, eles são céticos em relação às boas práticas da indústria de alimentos, medicamentos e cosméticos. Preferem comprar produtos de pequenas empresas, mais afinadas com a filosofia que praticam.

“As estratégias das grandes empresas em parecerem ‘verdes’ é só para conquistar mais um nicho de consumidores. Não existe um compromisso real de ser mais ético, mais sustentável”, diz Júnior.

Ele observa, no entanto, que nos últimos anos aumentou a oferta de produtos com essa rotulagem - como grandes laticínios que oferecem produtos à base de soja.

“Mas eles continuam sendo grandes laticínios, com práticas que não aprovamos.”

O casal já se acostumou a olhar minuciosamente rótulos e pesquisar a fundo os componentes dos produtos que compram.

“Estamos sempre observando e repensando o que nos é apresentado como opção de consumo”, diz Fabiana, que revela ter banido definitivamente várias marcas de seus hábitos de consumo.

Percepção
A percepção dessas mudanças de comportamento dos consumidores já traz reflexos nos negócios de grandes multinacionais, que já começam a sentir a pressão desses grupos. Um exemplo é a rede varejista Wal-Mart, que desde 2006 vem tentando colocar mais produtos sustentáveis nas gôndolas.

Na prática, isso significa mais produtos orgânicos, aumentar a presença de produtos feitos a partir de materiais reciclados - o lançamento mais recente foi um coberto feito 100% de plástico PET -, estimular os fornecedores a desenvolver embalagens menos poluentes e até banir categorias que sejam consideradas inadequadas, como lâmpadas incandescentes, de sua marca própria.

“Em cinco anos, todos os produtos da marca própria devem se enquadrar nessa categoria. Atualmente, em torno de 15% dos nossos fornecedores já se adaptaram à exigência”, diz Fábio Cyrillo, diretor de marcas próprias do Wal Mart Brasil.

A estratégia de expandir o sortimento de orgânicos faz parte do programa de sustentabilidade da companhia no mundo que envolve investimentos de US$ 500 milhões até 2010.

Gigantes de produtos de consumo, como Unilever e Procter&Gamble, também vêm tentando desenvolver produtos com a proposta de serem menos agressivos ao ambiente. Dona das marcas Omo e Comfort, a Unilever lança, nos próximos dias, um produto que promete ajudar na economia de água. Redes de fast food como o McDonalds estão mudando o cardápio para se resguardar contra críticas de consumidores preocupados com saúde.

“Antes de tudo, o radical greening é bem informado, tem dinheiro e escolhe marcas. As empresas não podem prescindir dele”, resume Bastos, da Ernst&Young.

Via Agência Estado


Pizza Fusion: Ambientalmente correta e com pizzas orgânicas.

Abril 21, 2008

Pizza Fusion

Era uma questão de tempo até alguém aplicar um modelo de sustentabilidade no ramo de pizzarias. Não mais.

O Pizza Fusion utiliza 100% de energia renovável (eólica). Eles usam veículos híbridos. Usam ingredientes orgânicos 100% certificados nos molhos, massas e legumes. O frango utilizado é natural, a criação dos mesmos é livre e não confinados. A carne tem certificação 100% orgânica e é livre de qualquer hormônio, pesticidas, antibióticos e inseticidas.

Pizza Fusion 1Pizza Fusion 2

O CEO Vaughan Lazar e o COO Michael Gordon criaram a Pizza Fusion em 2006, com o crescente interesse das pessoas em produtos orgânicos.

Eu já tinha visto pizza quadrada, mas comprida e retangular é a primeira vez. Inovaram até no formato!

Pizza Fusion 3

No entanto, Lazar possuía uma empresa de impressão e design , enquanto Gordon era proprietário de uma empresa de gestão de bens e imóveis, e não tinham qualquer experiência em restaurantes. Então, eles contrataram um consultor em pizzas, Dave Ostrander para ajudar a desenvolver o conceito, com a abertura da primeira unidade em julho de 2006, em Deerfield Beach, Florida.

fundadores do Pizza Fusion

A Pizza Fusion vende pizzas, sanduíches focaccia, saladas embaladas, em que 98% dos ingredientes são orgânicos.

Até na construção das unidades são utilizados materiais reciclados, inclusive os uniformes dos funcionários.

A rede já possui quase 20 pizzarias e até o final de 2008 com a previsão de mais 20 unidades!

Pizza Fusion em reportagem da ABC 10 de julho 2007

Via Trend Hunter


SkySails: Conheça a asa que possibilita um navio cargueiro economizar combustível.

Abril 20, 2008

Com o aumento nos preços dos combustíveis, alternativas para diminuição no consumo são sempre bem-vindas. É o que está propondo a Skysails de Hamburgo na Alemanha.

O SkySails é uma nova forma de economizar combustíveis, mas de uma forma bem antiga - através dos ventos. A asa é bem parecida com a do esporte Kitesurf.

O SkySails pode ser adaptada, a um custo relativamente baixo, em qualquer navio. É uma solução que garante uma redução de 10 a 60% no consumo de combustíveis. Como os navios de carga consomem mais ou menos 5% do combustível usado no mundo, e esse combustível, o sujíssimo óleo bunker, responde por quase 10% das emissões de gases de efeito estufa, na hipótese do Skysails ter um sucesso retumbante, algo como 2% da contribuição humana para o aquecimento global poderia sumir.

Até 2010, cargas dos navios serão responsáveis por três quartos do total de emissões de dióxido de enxofre na Europa.

Um navio atualmente necessita de poucos funcionários, combinada com os baixos salários que são pagos, significa que o custo do combustível, em percentagem do total de despesas correntes aumentou de 10% em 1900 para entre 25 e 60% no ano 2000.

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As asas ficam até uma altura de 500 metros da proa do navio. Nesta altura os ventos são mais estáveis, fortes e constantes. Cada asa chega a ter 5.000 metros quadrados!

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Maiden Voyage MV “Beluga SkySails”. Com este navio foram feitos testes no mar Báltico. Eles foram feitos em condições desfavoráveis de ventos. No entanto, os testes mostraram que a asa SkySails pode gerar de 1 para 1,15 kilowatts para cada metro quadrado de asa.

“Um resultado surpreendente dos testes foram a estabilidade do navio no mar pesado”, diz Stephan Wrage, fundador da empresa.

A viagem inaugural, ocorrida entre janeiro e março deste ano, foi um sucesso. Foram percorridas 11.952 milhas náuticas e durante o tempo em que a “vela” estava no ar, que variou de poucos minutos a até 8 horas, ela aliviou cerca de 20% os motores, economizando cerca de 2,5 toneladas de combustíveis, o que representa mais de US$1.000 por dia.

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O SkySails usa um computador automático patenteado acoplado à direção do navio. Este sistema computadorizado calcula o melhor ângulo da asa no aproveitamento dos ventos.

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MV “Beluga SkySails”, vídeos deste sistema inovador:

Via
Green Daily
ECOtality
SkySails
Roland Piquepaille’s Technology Trends
NewScientistTech
NewEnergyNews

O Velho


Alcoa lança portal sobre reciclagem de alumínio.

Abril 19, 2008

A Alcoa lançou um portal mostrando como a reciclagem do alumínio contribui para reduzir a emissão de gases na atmosfera. O Alcoa Recycling Company, disponível em língua inglesa, explica por que a reciclagem é importante e de que forma ajuda o meio ambiente e o crescimento econômico. Um vídeo mostra o processo de reciclagem de uma lata de alumínio e a volta às prateleiras dos supermercados em até 60 dias.

Mercado global de reciclagem de alumínio

O site também possui links de cooperativas, informações sobre como se tornar um reciclador certificado pela Alcoa, histórias interessantes sobre o tema, blog interativo e uma seção com vídeos do YouTube filmados por pessoas que adotaram a reciclagem.

Via Clientes S/A

Leia mais sobre reciclagem de alumínio aqui no blog:

Reciclagem, alumínio, sustentabilidade e a bitributação no Brasil.