Distribuição de combustíveis: Grupo Petrosul adquire base na cidade de Assis.

Julho 10, 2008

A Petrosul, empresa do ramo de combustível, sediada em Sorocaba (SP), dá mais um passo na consolidação em seu segmento.

Para isso, no final do mês de junho, anunciou sua nova aquisição, a base de distribuição de combustível na cidade de Assis (SP).

De acordo com o diretor comercial da empresa, Ronald Pereira da Silva, esta nova base operacional visa consolidar a marca que conquista cada vez mais espaço no Brasil.

“A Petrosul é a 4ª maior companhia na distribuição de álcool hidratado do País, segundo os recentes dados apontados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e esta aquisição tem como objetivo consolidar a curva de crescimento da empresa para o interior de São Paulo”, define.

Ronald esclarece que a base de operações de Assis contará com 20 funcionários e tem capacidade de armazenar de 795 mil litros e com expectativa de distribuição de 5 milhões de litros mês.

“O modelo de sucesso aplicado nas demais bases do Grupo já foi introduzido na base Assis. Com isso, daremos suporte técnico e comercial a todos os nossos revendedores”, informa.

Além disso, ele aponta que o município ganhará esta nova aquisição do Grupo Petrosul, pois gera empregos diretos e indiretos.

A rede da companhia integra 2 mil postos cadastrados, dos quais 80 atuando sob a bandeira Petrosul e 1.920 com bandeira branca - postos revendedores varejistas que adquirem combustíveis de distribuidores diferentes identificando o fornecedor do combustível em cada bomba abastecedora do posto.

O plano atual da empresa é ter 1 mil postos da bandeira Petrosul em três anos, abrindo de 20 a 15 postos por mês. A Petrosul tem sede em Sorocaba (SP) e atende 6 estados: São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

A empresa já está em negociação para atuar dentro dos próximos 3 meses no estado do Rio de Janeiro e tem planos de expandir para o Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

A base de Assis do Grupo Petrosul está localizada à Rua Benedito José Kume, nº 145 -Distrito Industrial - Assis/SP.

Fonte: Assessoria de imprensa da Petrosul e Jornal do Commercio/RJ


Grupo ZF vai ampliar os investimentos no Brasil.

Julho 10, 2008

A ZF vai definir em dois meses se construirá uma nova fábrica no Brasil ou ampliará as instalações da sua principal unidade de Sorocaba, no interior de São Paulo.

Em razão do bom desempenho no mercado brasileiro e da perspectiva de elevar os negócios no exterior, a empresa decidiu estender seus investimentos no Brasil até 2011 - a programação anterior era até 2010 - e ampliar o montante a ser liberado, de R$ 540 milhões para R$ 680 milhões.

É o maior programa de investimentos da companhia na América do Sul.

“Vamos aumentar o valor dos investimentos porque o volume de pedidos no mercado brasileiro cresceu muito neste ano”, disse Wilson Bricio, presidente da ZF na América Sul.

Do total programado para o período, R$ 70 milhões já foram gastos em 2007.

“Neste ano vamos utilizar R$ 300 milhões e o restante em 2009″, comentou Bricio.

Leia mais em reportagem do site Intelog em artigo do jornal Gazeta Mercantil aqui.

Leia mais sobre a ZF aqui no blog:

Grupo ZF comemora 50 anos no Brasil.


Toyota confirma nova fábrica da empresa em Sorocaba.

Julho 9, 2008

Conforme havia noticiado anteriormente, a nova fábrica a Toyota será mesmo na cidade de Sorocaba. Leia aqui em artigo de 18 de fevereiro deste ano.

Leia nos jornais de hoje:

Nova fábrica da Toyota será construída em Sorocaba. Estadão, Portal G1 e Portal Uai/Minas Gerais. Paraná, Gazeta do Povo.

Estes foram alguns que veicularam a notícia. Logística e proximidade com maior mercado brasileiro pesaram na decisão da empresa.

O anúncio oficial será feito ao governador José Serra na próxima terça-feira (15), sem muita festa até pelo fato que muitas decisões à respeito do investimento ainda não estarem totalmente concluídos.

Parabéns Sorocaba por mais esta conquista! Belo presente de aniversário para a cidade que completa 354 anos no dia 15 de agosto próximo!

Leia mais sobre a Toyota aqui no blog:

Novos capítulos da novela da nova fábrica da Toyota no Brasil.

Mato Grosso do Sul entra na disputa por fábrica da Toyota.

Tokyo Shimbun: Toyota estuda nova fábrica no Brasil.

Toyota confirma investimento em fábrica na Índia enquanto no Brasil impera a indefinição.

A novela da 2ª fábrica da Toyota no Brasil.

Números do dia: 3,02 milhões de veículos produzidos nos últimos 12 meses, encerrados em janeiro de 2008.

General Motors vs. Toyota. Porque pouca importa saber quem é a maior montadora do planeta.

Logomarca da Toyota pelos 50 anos de Brasil. Por Gad’ Branding & Design.

Fim da novela: Nova fábrica da Toyota será mesmo no Estado de São Paulo.

Ichiro Nishitani: O homem que ajudou a trazer a Toyota ao Brasil.

Concorrência para Embraer: Conheça os planos japoneses para a indústria aeronáutica.


Imagem do Rio Tietê em Salto: Lamentável!

Julho 2, 2008

Segundo reportagem do site G1 com informações da Agência Estado, o fenômeno não ocorria a mais de 2 anos. Triste imagem.

Espuma formada pelo excesso de poluição volta a cobrir o Rio Tietê na cidade de Salto, a 101 km de São Paulo, na região de Sorocaba, onde há dois anos isso não ocorria. Uma grossa camada cobre a água no trecho urbano a partir do Parque das Lavras. (Foto: Epitácio Pessoa/Agência Estado/AE)


General Motors abre 400 vagas em Mogi das Cruzes e Sorocaba.

Junho 30, 2008

O Complexo Industrial e Comercial da General Motors de Mogi das Cruzes (SP) contratará 300 novos funcionários devido à expansão de suas atividades e o funcionamento, a partir do próximo mês de agosto, de três turnos de trabalho.

Já no Centro Distribuidor de Peças, em Sorocaba (SP), também serão criados novos 100 postos de trabalho. O investimento total nas duas unidades será de R$ 50 milhões.

O Centro Distribuidor de Peças do Complexo da GM em Mogi das Cruzes será transferido para a cidade de Sorocaba, de forma gradativa, até julho de 2009.

Leia mais em reportagem do portal G1 aqui.

Cada um dos 9 mil funcionários da fábrica poderá indicar um candidato, que terá prioridade no processo de seleção. Os demais candidatos devem preencher o currículo no site da Chevrolet, pelo link “trabalhe conosco”.

A General Motors não informou os salários.


Case New Holland faz de Sorocaba seu 1º pólo global de exportações.

Junho 23, 2008

A Case New Holland (CNH), do Grupo Fiat, vai transformar o município de Sorocaba (SP) em base global de exportações de peças, máquinas agrícolas e também maquinário voltado à construção civil.

Leia mais aqui.

Leia mais sobre a Case New Holland aqui no blog:

Grupo fiat: Case New Holland oficializa o retorno das atividades em Sorocaba.


Quadrilhas atacam chácaras no interior de São Paulo.

Maio 28, 2008

Os ataques às chácaras e fazendas, quase sempre com reféns, voltaram com toda a força no interior paulista, sobretudo no eixo da Rodovia Castelo Branco. Bandos fortemente armados e encapuzados atacam de surpresa principalmente nos fins de semana quando moradores da capital estão presentes. Eles dominam os visitantes e saqueiam a propriedade. Geralmente usam os veículos das vítimas para fugir com o produto do roubo. São comuns os casos de violência física e psicológica.

A ação desses bandidos começa em Ibiúna e avança até Cesário Lange, a 140 quilômetros da capital, passando por São Roque, Mairinque, Itu, Porto Feliz, Cerquilho e Boituva. Sem viaturas para patrulha rural, a polícia não consegue fazer frente à ação dos bandidos. Em Porto Feliz, a Polícia Civil registrou 35 roubos nos três primeiros meses deste ano - 22% a mais que no trimestre anterior -, sendo 12 na zona rural, todos à mão armada.

No restante do Estado, também há problemas. Por causa da violência - e com dois anos de atraso -, a Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), que reúne 243 sindicatos e 360 bases rurais em 580 municípios, anuncia para o segundo semestre o início do Programa de Proteção Preventiva no Meio Rural, que foi criado por um protocolo assinado pelo governador Geraldo Alckmin na Agrishow de 2006, em Ribeirão Preto.

A polícia fará segurança pessoal e patrimonial dos moradores da zona rural e também os orientará na preservação do meio ambiente. Pela contas da Faesp, 210 mil proprietários rurais deverão receber as orientações para ajudar os policiais ambientais na fiscalização das propriedades.

Na região de Sorocaba, o preço dos imóveis rurais desabou. Dezenas de sítios e chácaras, algumas cinematográficas, foram colocadas à venda, a maioria por até metade do valor real.

“A violência espantou os compradores”, garante o dono de uma imobiliária que pediu para não ser identificado, com medo de represálias.

Há três anos, ele fazia de 10 a 15 negócios com imóveis rurais por mês. Hoje, se consegue duas vendas é muito.

“Parei de trabalhar nos fins de semana, pois não há clientela.”

Via Agência Estado


Óticas Carol é vendida para herdeiro da TAM.

Maio 27, 2008

Com apenas 23 anos, Marcos Amaro, filho caçula do fundador da TAM, Rolim Amaro, já pode ser considerado um nome de peso no varejo. Sua empresa, a Amaro Participações (AP), acaba de comprar a Carol, rede de óticas fundada em 1997 em Sorocaba (SP).

A cadeia expandiu-se rapidamente e já é a maior varejista de óculos do Brasil, com 220 lojas no interior e na capital de São Paulo. A meta de Amaro é fazer da Carol uma rede de R$ 360 milhões em vendas anuais até 2013, com 600 unidades no país.

A Amaro comprou mais 15%, da família do fundador, Odilon Santana Filho. Voltada para as classes B e C, a rede cresce a taxas anuais de 30% em faturamento.

“Também pensamos em expandir a rede na América do Sul”, diz ele.

Suas ambições empresariais, contudo, vão além.

“Vamos anunciar novos negócios em breve”, afirma o empresário.

Ele acaba de constituir a Fábrica de Marcas, uma holding que, além da Carol, tem sob seu guarda-chuva a World Luxury (WL), uma gestora de marcas de luxo criada por ele em 2006 e que hoje importa os relógios TAG Heuer e os óculos Alain Mikli.

Na Fábrica de Marcas, Amaro aliou-se a três executivos: Roberto Profili, executivo egresso do mercado financeiro e que comandará os processos de aquisição, Alexandre Costa, ex-AmBev, que será responsável pelas operações, e Ricardo Maeda, que responderá pela área financeira.

“Queremos ser semelhantes à GP”, diz Marcos Amaro.

Para presidir a Carol, ele chamou ainda um velho conhecido, Daniel Mandelli, ex-presidente da TAM. O executivo deixou a companhia aérea após a morte de Rolim devido aos confrontos com os seus outros dois filhos.

O valor pago pela Carol, que fatura R$ 120 milhões por ano, não é revelado, mas certamente não foi foi pouco. O varejo de óculos ainda é dominado por pequenas lojas e deve passar por um forte processo de concentração.

Em 2007, o grupo holandês HAL adquiriu a Fábrica de Óculos, da Bahia, e a Fotoptica, de São Paulo. Segundo fontes do setor, uma rede espanhola também andou prospectando aquisições no país. Com a conquista do grau de investimento, é esperado que o Brasil entre no radar das cadeias multinacionais.

A Amaro Participações já realizou investimentos no setor de agronegócio com aquisição de terras já revendidas e pensa em retomar a atuação aliada à energia alternativa.

Leia mais sobre Marcos Amaro na revista Isto É Dinheiro - aqui.

Via Valor Econômico e AdBudget


Shopping Centers: Grupo Iguatemi adquire terreno em Sorocaba.

Maio 13, 2008

A Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A. anunciou a aquisição de um terreno na cidade de Sorocaba (SP) por R$ 27 milhões.

O terreno possui 45 mil metros quadrados e está localizado ao lado do Shopping Center Esplanada, do qual a Iguatemi já detém 29,7% de participação.

A empresa pretende expandir o shopping ou realizar outro empreendimento comercial que possua sinergia com o empreendimento.

Via Jornal Valor Econômico


Empresas japonesas expandem negócios em Sorocaba.

Maio 11, 2008

A participação de empresas japonesas no desenvolvimento econômico de Sorocaba vem desde a década de 70, quando aqui foram instaladas as primeiras unidades de multinacionais com matriz no Japão. E, neste ano em que se comemora o centenário da imigração japonesa no Brasil, as multinacionais japonesas em funcionamento na cidade demonstram que os laços afetivos e comerciais estão cada vez mais fortalecidos. Pelo menos três empresas japonesas anunciaram recentemente que vão continuar investindo nas suas unidades locais: YKK, Kyocera e Nipro do Brasil.

YKK YKK: melhor performance
Depois de realizar uma expansão física de 10 mil metros quadrados, em 2005, e de novas expansões programadas para os próximos anos, à medida da necessidade da empresa, a YKK divulga que a prioridade agora é a introdução de uma nova geração de máquinas com alta performance que poderá até reduzir a área ocupada atualmente, mesmo aumentando o volume de produção, informa o diretor do Departamento de Produção, Masakazu Matsushita.

A YKK está em Sorocaba desde 74 (há 34 anos), fabrica zíperes, botões metálicos, rebites e fechos de adesão e tem como principais clientes as empresas de confecção de calças jeans, calças sociais, bermudas, surf wear, jaquetas, camisas, vestidos e saias, além dos fabricantes de calçados, malas, bolsas, pochetes e carteiras, e também fornece produtos da sua linha para a indústria moveleira e automobilística, entre outras aplicações industriais.

São clientes de todo o Brasil e países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O diretor Matsushita destaca que para a Argentina e o Chile são fornecidos produtos e componentes somente para as plantas do grupo YKK montadas nesses países. Outras unidades da YKK no Japão, Estados Unidos, Canadá, Turquia, Espanha, Itália, Alemanha e Portugal também recebem os produtos fabricados em Sorocaba, segundo o diretor.

Para atender essa demanda de produção, a YKK emprega 550 funcionários, somente em Sorocaba, onde o faturamento médio da empresa é de R$ 120 milhões por ano. O envolvimento com a cidade inclui contribuição financeira para o Fundo Social de Solidariedade, da Prefeitura Municipal, e a realização de campanhas como doação de alimentos e agasalhos, apoio a projetos sociais, e a realização de campanhas ambientais. Estamos também organizando um comitê de voluntariado na empresa, conclui Matsushita.

KyoceraKyocera: 2 divisões de negócios
A Kyocera do Brasil Componentes instalou-se em Sorocaba há 29 anos (em 79) e, após encerrar as atividades industriais com a fabricação de câmeras fotográficas, atualmente trabalha com duas frentes: uma Divisão de Negócios de Injeção Plástica, que produz peças técnicas, principalmente para indústrias automobilísticas e farmacêuticas; e a Divisão de Negócios de Ferramentas de Corte, que atende ao segmento de usinagem, de acordo com o diretor Adalberto Rossiti.

E, para incrementar ainda mais a linha de produção de injeção plástica, a empresa adquiriu injetoras de última geração, em conformidade com o plano de expansão dos negócios dessa divisão. Ressalta o diretor que a indústria automobilística brasileira está em plena ascensão, e esse cenário também reflete em crescimento para a Kyocera. Por isso, a empresa está investindo em mais equipamentos, para suprir a demanda prevista.

Na Divisão de Injeção Plástica, os clientes mais representativos estão no segmento automobilístico, como a Tyco e a Continental. No segmento de instrumentos laboratoriais está a Millipore. Todos os clientes desta Divisão encontram-se no mercado nacional, detalha Rossiti.

Quanto à Divisão de Ferramentas de Corte, os produtos abastecem as principais indústrias automotivas do Brasil e também a indústria de implementos agrícolas. Temos clientes na Argentina e Chile, entre outros países da América do Sul, afirma o diretor. Com faturamento médio anual em torno de R$ 30 milhões, a Kyocera emprega 150 pessoas, e investe na formação de novos talentos, com a destinação de vagas para jovens em busca do primeiro emprego.

Nipro MedicalNipro: novos produtos
A produção e comercialização de produtos para as áreas de hemodiálise, cirurgias cardíacas, terapia intensiva e diagnóstico caracterizam a Nipro, que fabrica na unidade de Sorocaba 40 milhões de agulhas hipodérmicas/mês, 1,8 milhão de agulhas para fístula artério-venosa/mês, 5,5 milhões de cateteres intravenosos/mês e 75 mil oxigenadores por ano. E divulga que está desenvolvendo novos produtos para lançamento ainda este ano.

Os cateteres intravenosos são comercializados em toda a América Latina, enquanto os oxigenadores são vendidos na América Latina, Europa, Ásia e África. O Brasil, no entanto, ainda é o maior mercado da empresa, considerando-se todas as linhas de produtos, destaca o departamento de Comunicação da empresa.

A Nipro foi constituída no Brasil em 95, inicialmente com um escritório de vendas em São Paulo e, posteriormente, foi construída a fábrica em Sorocaba, que iniciou as atividades em 97. A fábrica local foi a primeira da Nipro na América, sendo que a empresa possui unidades na Tailândia, China e Japão, e também escritórios comerciais em todo o mundo. Atualmente, a Nipro tem 385 funcionários, que prestam serviços à empresa na unidade de Sorocaba, São Paulo, e também nas regiões Nordeste, Centro Oeste e Sul, vinculados às áreas de Marketing e Vendas.

Adaptação e crescimento
Para o vice-diretor da regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp/Sorocaba), Mário Tanigawa (ex-diretor da Nipro), a contribuição das empresas japonesas para o desenvolvimento econômico de Sorocaba é inquestionável, mas ele salienta que as primeiras a se instalarem na cidade foram as precursoras da vinda de outras multinacionais nipônicas.

A localização geográfica de Sorocaba, que facilita a logística na distribuição dos produtos aqui fabricados, o nível da mão-de-obra local e os incentivos governamentais foram fatores determinantes para a vinda dessas e de outras indústrias. Mas as empresas japonesas também contribuiram decisivamente para a melhoria do nível econômico e social da população local, por preservar os colaboradores. As empresas japonesas valorizam seus funcionários, não costumam demitir. E os brasileiros também têm se adaptado à cultura dessas empresas e, no final, todos ganham, promovendo o crescimento da empresa e a evolução do próprio mercado, afirma.

Tanigawa lembra que a relação de Sorocaba com as empresas vindas do Japão começou na década de 70 e foi se fortalecendo ao longo dos anos, com a presença ativa hoje de outras empresas com matriz no Japão, como a Iharabras e Seiren, além dos vários estabelecimentos comerciais de propriedade de japoneses ou seus descendentes.

Em Sorocaba, há, ainda, a União Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira (Ucens), que agrega mais de 500 famílias japonesas, numa associação que preserva a cultura nipônica trazida pelos imigrantes. E a imigração contrária também continua forte: hoje há mais de 300 mil brasileiros (descendentes de japoneses) trabalhando em empresas do Japão e, da mesma forma, colaborando com a manutenção do intercâmbio comercial entre os dois países.

Via Jornal Cruzeiro do Sul