Bastos: Conheça a cidade que reúne o maior número de descendentes de japoneses.
Maio 27, 2008A equipe do Fantástico visitou a pequena cidade do interior do Estado de São Paulo para fazer uma matéria.
Leia e veja a reportagem - aqui.
Folha high-tech transforma luz do sol em energia elétrica.
Maio 24, 2008Equipamento com formato de folha foi apresentado em Kobe, no Japão.
Novidade é resultado de parceria entre três organizações japonesas.
Organizações japonesas apresentaram, nesta sexta-feira (23.5), uma célula solar que tem o formato de folha. Desenvolvida pela Mitsubishi, Tokki e Aist (Advanced Industrial Science and Technology), esse equipamento é considerado uma fonte de energia limpa, pois pode transformar a luz do sol em energia elétrica. O produto exibido em uma feira realizada em Kobe, no Japão, ainda não está disponível comercialmente.
Funcionária apresenta célula solar com formato de folha. (Foto: AFP)
Via Portal G1
Tokyo Shimbun: Toyota estuda nova fábrica no Brasil.
Maio 18, 2008A Toyota estuda construir uma nova fábrica no Brasil para a produção de carros de baixo custo, segundo o jornal japonês Tokyo Shimbun.
De acordo com a publicação, a fábrica seria um investimento de vários bilhões de dólares e produziria de 150 mil a 200 mil unidades a partir de 2011.
A empresa japonesa, que disputa com a General Motors o posto de maior montadora mundial, tem unidades em Indaiatuba e em São Bernardo, ambas no Estado de São Paulo.
Via Folha de São Paulo
Leia mais sobre a Toyota aqui no blog:
Toyota confirma investimento em fábrica na Índia enquanto no Brasil impera a indefinição.
A novela da 2ª fábrica da Toyota no Brasil.
General Motors vs. Toyota. Porque pouca importa saber quem é a maior montadora do planeta.
Logomarca da Toyota pelos 50 anos de Brasil. Por Gad’ Branding & Design.
Fim da novela: Nova fábrica da Toyota será mesmo no Estado de São Paulo.
Ichiro Nishitani: O homem que ajudou a trazer a Toyota ao Brasil.
Concorrência para Embraer: Conheça os planos japoneses para a indústria aeronáutica.
Centenário da Imigração Japonesa: Saquê Hakushika Junmai Extra Dry.
Maio 14, 2008
Imagem: Divulgação
Em homenagem ao Centenário da Imigração Japonesa, a Importadora Tradbras, única representante no País dos saquês Hakushika, lança versão exclusiva para o Brasil, batizado de Saquê Hakushika Junmai Extra Dry do Centenário 720ml.
A linha Hakushika, é considerada uma das marcas mais antigas e tradicionais do ramo, desde 1662 no mercado. A versão para o Brasil possui a garrafa verde com a tampa amarelada. O produto foi feito com a água considerada a melhor para produção de saquê no mundo, a “Miyamizu” (templo das águas). Dentro da linha Hakushika o saquê do centenário é do tipo Premium Extra Dry, considerado o mais seco se comparado com os outros saquês.
Via NetComex
Empresas japonesas expandem negócios em Sorocaba.
Maio 11, 2008A participação de empresas japonesas no desenvolvimento econômico de Sorocaba vem desde a década de 70, quando aqui foram instaladas as primeiras unidades de multinacionais com matriz no Japão. E, neste ano em que se comemora o centenário da imigração japonesa no Brasil, as multinacionais japonesas em funcionamento na cidade demonstram que os laços afetivos e comerciais estão cada vez mais fortalecidos. Pelo menos três empresas japonesas anunciaram recentemente que vão continuar investindo nas suas unidades locais: YKK, Kyocera e Nipro do Brasil.
YKK: melhor performance
Depois de realizar uma expansão física de 10 mil metros quadrados, em 2005, e de novas expansões programadas para os próximos anos, à medida da necessidade da empresa, a YKK divulga que a prioridade agora é a introdução de uma nova geração de máquinas com alta performance que poderá até reduzir a área ocupada atualmente, mesmo aumentando o volume de produção, informa o diretor do Departamento de Produção, Masakazu Matsushita.
A YKK está em Sorocaba desde 74 (há 34 anos), fabrica zíperes, botões metálicos, rebites e fechos de adesão e tem como principais clientes as empresas de confecção de calças jeans, calças sociais, bermudas, surf wear, jaquetas, camisas, vestidos e saias, além dos fabricantes de calçados, malas, bolsas, pochetes e carteiras, e também fornece produtos da sua linha para a indústria moveleira e automobilística, entre outras aplicações industriais.
São clientes de todo o Brasil e países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O diretor Matsushita destaca que para a Argentina e o Chile são fornecidos produtos e componentes somente para as plantas do grupo YKK montadas nesses países. Outras unidades da YKK no Japão, Estados Unidos, Canadá, Turquia, Espanha, Itália, Alemanha e Portugal também recebem os produtos fabricados em Sorocaba, segundo o diretor.
Para atender essa demanda de produção, a YKK emprega 550 funcionários, somente em Sorocaba, onde o faturamento médio da empresa é de R$ 120 milhões por ano. O envolvimento com a cidade inclui contribuição financeira para o Fundo Social de Solidariedade, da Prefeitura Municipal, e a realização de campanhas como doação de alimentos e agasalhos, apoio a projetos sociais, e a realização de campanhas ambientais. Estamos também organizando um comitê de voluntariado na empresa, conclui Matsushita.
Kyocera: 2 divisões de negócios
A Kyocera do Brasil Componentes instalou-se em Sorocaba há 29 anos (em 79) e, após encerrar as atividades industriais com a fabricação de câmeras fotográficas, atualmente trabalha com duas frentes: uma Divisão de Negócios de Injeção Plástica, que produz peças técnicas, principalmente para indústrias automobilísticas e farmacêuticas; e a Divisão de Negócios de Ferramentas de Corte, que atende ao segmento de usinagem, de acordo com o diretor Adalberto Rossiti.
E, para incrementar ainda mais a linha de produção de injeção plástica, a empresa adquiriu injetoras de última geração, em conformidade com o plano de expansão dos negócios dessa divisão. Ressalta o diretor que a indústria automobilística brasileira está em plena ascensão, e esse cenário também reflete em crescimento para a Kyocera. Por isso, a empresa está investindo em mais equipamentos, para suprir a demanda prevista.
Na Divisão de Injeção Plástica, os clientes mais representativos estão no segmento automobilístico, como a Tyco e a Continental. No segmento de instrumentos laboratoriais está a Millipore. Todos os clientes desta Divisão encontram-se no mercado nacional, detalha Rossiti.
Quanto à Divisão de Ferramentas de Corte, os produtos abastecem as principais indústrias automotivas do Brasil e também a indústria de implementos agrícolas. Temos clientes na Argentina e Chile, entre outros países da América do Sul, afirma o diretor. Com faturamento médio anual em torno de R$ 30 milhões, a Kyocera emprega 150 pessoas, e investe na formação de novos talentos, com a destinação de vagas para jovens em busca do primeiro emprego.
Nipro: novos produtos
A produção e comercialização de produtos para as áreas de hemodiálise, cirurgias cardíacas, terapia intensiva e diagnóstico caracterizam a Nipro, que fabrica na unidade de Sorocaba 40 milhões de agulhas hipodérmicas/mês, 1,8 milhão de agulhas para fístula artério-venosa/mês, 5,5 milhões de cateteres intravenosos/mês e 75 mil oxigenadores por ano. E divulga que está desenvolvendo novos produtos para lançamento ainda este ano.
Os cateteres intravenosos são comercializados em toda a América Latina, enquanto os oxigenadores são vendidos na América Latina, Europa, Ásia e África. O Brasil, no entanto, ainda é o maior mercado da empresa, considerando-se todas as linhas de produtos, destaca o departamento de Comunicação da empresa.
A Nipro foi constituída no Brasil em 95, inicialmente com um escritório de vendas em São Paulo e, posteriormente, foi construída a fábrica em Sorocaba, que iniciou as atividades em 97. A fábrica local foi a primeira da Nipro na América, sendo que a empresa possui unidades na Tailândia, China e Japão, e também escritórios comerciais em todo o mundo. Atualmente, a Nipro tem 385 funcionários, que prestam serviços à empresa na unidade de Sorocaba, São Paulo, e também nas regiões Nordeste, Centro Oeste e Sul, vinculados às áreas de Marketing e Vendas.
Adaptação e crescimento
Para o vice-diretor da regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp/Sorocaba), Mário Tanigawa (ex-diretor da Nipro), a contribuição das empresas japonesas para o desenvolvimento econômico de Sorocaba é inquestionável, mas ele salienta que as primeiras a se instalarem na cidade foram as precursoras da vinda de outras multinacionais nipônicas.
A localização geográfica de Sorocaba, que facilita a logística na distribuição dos produtos aqui fabricados, o nível da mão-de-obra local e os incentivos governamentais foram fatores determinantes para a vinda dessas e de outras indústrias. Mas as empresas japonesas também contribuiram decisivamente para a melhoria do nível econômico e social da população local, por preservar os colaboradores. As empresas japonesas valorizam seus funcionários, não costumam demitir. E os brasileiros também têm se adaptado à cultura dessas empresas e, no final, todos ganham, promovendo o crescimento da empresa e a evolução do próprio mercado, afirma.
Tanigawa lembra que a relação de Sorocaba com as empresas vindas do Japão começou na década de 70 e foi se fortalecendo ao longo dos anos, com a presença ativa hoje de outras empresas com matriz no Japão, como a Iharabras e Seiren, além dos vários estabelecimentos comerciais de propriedade de japoneses ou seus descendentes.
Em Sorocaba, há, ainda, a União Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira (Ucens), que agrega mais de 500 famílias japonesas, numa associação que preserva a cultura nipônica trazida pelos imigrantes. E a imigração contrária também continua forte: hoje há mais de 300 mil brasileiros (descendentes de japoneses) trabalhando em empresas do Japão e, da mesma forma, colaborando com a manutenção do intercâmbio comercial entre os dois países.
Conheça o interior do Bar/Club Anzu em Kyoto no Japão.
Abril 20, 2008Projeto de Hiroshi Harada da Nada Co., Ltd. Este bar/club fica em Kyoto no Japão. Até pensei em se tratar de uma filial da famosa casa de Itu, a Anzu Club, mas pelo visto é uma coincidência de nomes e negócios do mesmo ramo.
O espaço foi feito para intensificar a sensação de infinito em um ambiente imerso em vermelho e preto. As paredes são pintadas de vermelho vibrante e a iluminação propicia um aumento no senso de humor e também para libertar o lado erótico (?) dos clientes.

Na parede do bar/club uma folha holográfica reflexiva com desenhos das pétalas da flor de Sakurá (esta flor é tradicional no Japão, principalmente em Kyoto, um lugar repleto de templos japoneses adornados por Sakurás). A parede proporciona a ilusão de estar em um ambiente com espaço infinito.

A decoração do bar/club Anzu é feita conforme as épocas do ano no país e suas características, como a flor de cerejeira na lua cheia da primavera e do outono.

Fotos: Hirokazu Matsuoka
Via Frame Mag
Concorrência para Embraer: Conheça os planos japoneses para a indústria aeronáutica.
Abril 8, 2008Este ano, além de tornar-se a maior montadora do planeta, a Toyota tem planos de ingressar na indústria aeronáutica.
Bloomberg noticiou que a Toyota planeja aumentar para 17% o controle na Fuji Heavy Industries, matriz da Subaru no Japão. A Toyota já possui 8,7%, adquiridos em 2005 da General Motors em uma transação anterior.
Segundo o site, as últimas alterações nas leis japonesas estão permitindo a possibilidade da da fabricante japonesa em “morder” mais um pedaço da Subaru.
Caso essa transação ocorra, há duas possibilidades: ou a Toyota estreita os laços com a Subaru na fabricação de automóveis, ou a compradora parte para um lado bem distinto, a aviação.
Como a Fuji também concentra grandes negócios na indústria aeroespacial, essa poderia ser a via da Toyota para estender seus tentáculos por outros mercados.
Outra possibilidade é a Toyota fazer aportes na empresa a ser criada pela Mitsubishi Heavy Industries Ltd., maior fabricante de equipamentos industriais do Japão, para projetar uma próxima geração de jatos de passageiros mais eficientes em termos de combustíveis, disse a assessora da Toyota, Kayo Doi.
“Mitsubishi Heavy convidou-nos para investir e estamos considerando”, disse ela, acrescentando que nada foi decidido ainda.
O comentário veio depois do jornal Asahi Shimbun publicar que a Toyota tem planos de colocar até 10 bilhões de ienes (100 milhões de dólares) para a empresa a ser criada, em abril deste ano.
A nova empresa seria capitalizada em cerca de 100 bilhões de ienes (1 bilhão de dólares, com a Mitsubishi Heavy assumindo 60%, disse o jornal sem identificar suas fontes.
Se o plano for avante, a Toyota vai juntar-se a segunda maior empresa automobilística do Japão, a Honda com seu projeto HondaJet, na expansão de seus interesses comerciais em aviação.

O HondaJet tem características aerodinâmicas inovadoras que propiciam um maior desempenho e economia no comsumo de combustíveis. O avião foi desenvolvido em conjunto com a Piper Aircraft durante 9 anos.
A Honda começou em outubro de 2006 nos EUA a aceitar encomendas de seu HondaJet, com um só motor e capacidade para 7 a 8 lugares. Este avião tem atraído interesse devido a escalada nos preços dos combustíveis.
Depois de receber mais de 100 encomendas para o HondaJet nos EUA, a empresa comentou que vai começar a receber encomendas provenientes do Canadá e do México. O preço de tabela sugerido é de US$ 3,9 milhões.
A Mitsubishi Heavy através de seu porta-voz disse que a empresa “vem reinvidicando com outras empresas na cooperação de um projeto de jato doméstico, mas o projeto vem sendo recusado.
Mitsubishi Heavy está desenvolvendo dois tipos de combustíveis mais eficientes em aviões de passageiros de 70 ou 90 lugares no chamado Mitsubishi Regional Jet Project visando lançamento em 2013.
Mitsubishi MRJ90

Portions Copyright © 1999-2008 by Aero-News Network, Inc.
O plano tem como objetivo melhorar drasticamente a eficiência de combustível, com uso de materiais em fibra de carbono para diminuir o peso da aeronave em 30%, de acordo com a empresa.
Seria o primeiro projeto japonês de avião desde o YS-11 Turboprop, avião regional, que fez seu vôo de estréia em 1962. A produção foi encerrada em 1974.
A All Nippon Airways (ANA), a segunda maior companhia aérea do Japão, disse em janeiro que estava considerando o novo jato, mas também afirmou estar examinando outros aviões das empresas Bombardier (Canadá) e a brasileira Embraer.
O jornal Asahi disse que a maior dificuldade no desenvolvimento deste projeto é seu custo estimado em 150 bilhões de ienes (1 bilhão e 500 milhões de dólares).
Mitsubishi Heavy tem convidado empresas de trading, bancos e outras empresas japonesas a investirem neste projeto, disse a empresa.
Outros fabricantes como a Ford, General Motors e Chrysler tinham projetos de aviões comerciais e aeroespaciais, mas todos foram vendidos na década de 1960.
Clique na imagem para ampliar:

Vôo teste da Toyota, do avião de quatro lugares, com um só motor em 2002 na Califórnia.
A assessora da Toyota disse que a empresa continua suas pesquisas na área, mas recusou comentar se a empresa tinha decidido fabricar aviões por conta própria.
“Temos pesquisado a possibilidade de incorporar um motor de avião em automóveis”, disse ela.
A Embraer vem aconpanhado de perto os desdobramentos destas investidas japonesas na área, principalmente no caso do avião Mitsubishi MRJ90.
A empresa espera que o governo brasileiro se posicione contra eventuais violações de regras da OMC no financiamento da aeronave, afirmou o presidente da companhia brasileira.
“O Japão é membro da OMC e o Brasil não vai assistir a um subsídio governamental a um produto comercial” sem reagir, disse o presidente da maior fabricante de jatos regionais do mundo, Frederico Curado.
“Esse assunto vai ser monitorado de perto pelo governo brasileiro, e assim esperamos que seja. Não posso falar pelo governo brasileiro, mas posso falar que nós o incentivaremos a isso”, afirmou Curado durante o evento Reuters Latin America Investment Summit que aconteceu em março.
“Não é razoável que alguém desenvolva um produto novo com subsídios do contribuinte japonês. Não é razoável mesmo, porque no Brasil isso não é feito”, acrescentou.
Para Curado, os planos da Mitsubishi Heavy não representam uma ameaça para a companhia brasileira, pelo menos por enquanto.
“Não é ameaça hoje, ou nos próximos 5 a 10 anos. Daqui a 20, 25 anos, pode ser uma tremenda ameaça e os chineses também poderão ser, dependendo da obstinação deles”, disse Curado.
Leia mais sobre a Embraer aqui no blog:
Embraer: Revela o 1º jato executivo Phenom 300.
Imagens dos novos jatos executivos MSJ e MLJ da Embraer.
Fontes:
Carsale
Agência Estado
Agência AFP de Tokyo
AutoBlog
Aero News
AwWeb
Rice Eco-hashi, os famosos “pauzinhos” da cozinha oriental na era da sustentabilidade.
Abril 4, 2008O que mais poderia ser eco-friendly do que você utilizar o seu próprio hashi ao invés dos descartáveis que são onerosos com a natureza? O Rice Eco-hashi é feito de bioma de plástico com base em arroz.
Feito a partir de uma base de polímeros inutilizáveis do arroz (devido à expiração, embalagens danificadas etc) e polipropileno, para o qual a resina é adicionada. Como o Japão é um grande produtor e consumidor de arroz, matéria-prima deve ser abundante.
O produto final é feito de 35% de arroz e 30% menos nas emissões de carbono do que o plástico produzido pelo processamento de combustíveis fósseis.
Após uma aparição no Fuji TV, o ambientalmente correto hashi custa ¥945 (US$ 9,45), na loja da Fuji TV.
Via Trends in Japan
Garrafa inovadora: Chá fresco instantâneo no Japão.
Março 31, 2008O chá verde engarrafado é bem aceito no Japão devido a sua conveniência e fácil armazenamento, sendo uma das bebidas mais consumidas no País.
A empresa japonesa Cic Co., parece ter conseguido achar uma forma inovadora com seu produto Kyo no Matcha.
Com a abertura da garrafa é liberado 1,4 gramas do chá, “traditional Kyoto matcha“, (algo como tradicional chá verde de Kyoto), na água mineral, e com isso a mistura instantânea produz um chá fresco pronto para consumir. Além disso o produto não tem conservantes ou produtos químicos.
O chá Aojiru da empresa HW Styles, tem o significado de “suco verde”, e ao invés de couve, esta versão contém cevada usando o mesmo conceito único da garrafa. Este produto consegue ir além do ato de refrescar oferecendo ao consumidor uma bebida como suplemento alimentar.
A caixa com 24 garrafinhas custa ¥ 5280 (US$ 52,8), este preço é quase o dobro dos chás engarrafados no Japão, mas certamente é um valor aceitável dentro dos limites de produtos considerados saudáveis e naturais, muito em voga hoje em dia.

Escrito por Andrey Cocati



