Shopping Center: Grupo Multiplan espera chegar a um faturamento de R$ 5 bilhões em 2008.

Julho 23, 2008

Alugar espaços nos shoppings construídos e manter o controle do mix de lojas foi fruto da observação econômica de Peres. Ao montar o Shopping Ibirapuera, o empresário percebeu que alugar as lojas receberia o mesmo dinheiro que com a venda em 10 anos. Ele deduziu que quem aluga recebe três vezes e quem vende nem sempre recebe uma vez.

Peres vendeu a Veplan e depois montou a Multiplan, hoje dona de uma rede de 13 shoppings que deve faturar este ano cerca de R$ 5 bilhões e lucrar R$ 450 milhões. Peres teve sócios do porte do francês BNP Paribas, do norte-americano Goldman Sachs e o brasileiro Bozano, Simonsen. Desde que abriu o capital, em 2007, a empresa ganhou novos sócios que ficaram com 25% de suas ações.

O empresário viu a companhia saltar de uma avaliação de R$ 500 milhões em ativos para mais de R$ 4 bilhões. Essa avaliação poderá subir ainda mais em 3 anos, quando pretende dobrar o faturamento e, rapidamente, alcançar a marca de 20 shoppings.

Leia entrevista com José Isaac Perez, o principal acionista da empresa.

A Multiplan ficou um bom tempo parada. O que aconteceu?

Não podia acelerar com uma inflação de 500%, 200%, uma taxa de juros absurda, então tivemos que hibernar durante algum tempo até mesmo para que pudéssemos sobreviver. Não éramos uma empresa capitalizada, mas assim mesmo tivemos alguns sócios institucionais importantes, como BNP Paribas, que converteu uma dívida que não recebia do Brasil em investimento. O governo brasileiro dava crédito para ele investir em empresas brasileiras, então aproveitei e fiz a primeira grande capitalização do grupo.

Além do Paribas quais outros sócios foram importantes na vida do grupo?

Com a saída deles veio o Goldman Sacks, que foi sócio por 10 anos. Também tivemos uma sociedade com o Bozano, Simonsen e depois compramos a parte deles em março de 2006. Três meses depois fizemos uma sociedade com o Ontario Teachers Pension Plan, grande fundo de pensão canadense, e em seguida fomos para o IPO. Não havia alternativa, já que todos os concorrentes estavam indo para o mercado de capitais.

O que o grupo ganhou com a oferta pública de ações?

Uma empresa aberta é um animal totalmente diferente. Ajuda você a se programar, a estabelecer metas, a organizar-se, ser mais transparente e a instituir uma empresa para muitos anos de vida, facilitando também o processo sucessório. Acho que o IPO foi maravilhoso. Mas quem entra nesse mundo não dá para hibernar. Colocamos na bolsa, no ano passado, R$ 1 bilhão do capital da empresa.

Algumas empresas do setor aceleraram o crescimento. Por que o senhor ficou olhando outros assumirem a dianteira?

Temos de analisar quantidade e qualidade. Tenho uma filosofia na vida e digo sempre que achei o segredo do sucesso: sempre fazer bem feito. Isso se traduz em lucro, em resultado financeiro. Não é animador entrar num shopping que não não tem atrativo, não tem calor, não tem alguma magnitude. Temos a maior empresa do setor em faturamento. Este ano, o grupo deverá alcançar um lucro aproximado de R$ 450 milhões, com vendas de R$ 5 bilhões. É uma boa margem de lucro. Costumo dizer que o nosso negócio é tranqüilo, porque não vai dar grandes saltos, mas vai crescer constantemente.

Quais são os planos ?

Em dois anos saímos de uma empresa avaliada em R$ 500 milhões para uma companhia que chegou ao IPO, no ano passado, com valor de mercado de quase R$ 4 bilhões. Se for analisado o valor dos nossos ativos, a empresa vale R$ 7 bilhões. Quis comprar a participação do Barra Shopping, no Rio, por R$ 2 bilhões e meus sócios não quiseram vender. No momento, construímos em Porto Alegre o maior shopping do Sul, o Barra Shopping Sul, que deve ficar pronto em outubro; temos outro em construção na Vila Olímpia, em São Paulo, e seis projetos de shoppings em desenvolvimento nas cidades de São Caetano, Jundiaí, Maceió, Campo Grande, Barra da Tijuca e Lago Sul (Brasília). Fora isso, temos quatro shoppings em expansão.

A meta é dobrar de tamanho?

Somos hoje maiores que o Iguatemi e que a BR Malls. Nossa rentabilidade por metro quadrado é a maior, nossos shoppings são todos muito bons, consolidados. Imagine o seguinte: só o Barra Shopping rende à empresa R$ 100 milhões por ano. Então, às vezes, dois shoppings podem render mais do que uma empresa que tem 10 ou 15 shoppings. A nossa estratégia é sempre estar focado e tirar o maior proveito do projeto. Em breve teremos 20 empreendimentos.

Para deslanchar esses empreendimentos quanto o grupo deverá investir?

Acho que vamos investir em 3 anos de R$ 2 bilhões a R$ 2,5 bilhões na construção de vários centros. A empresa tem um grau de endividamento zero. Ou seja, tem em caixa mais do que deve.

O senhor está construindo na Vila Olímpia, ao lado do MorumbiShopping (do grupo), do Iguatemi e do Cidade Jardim. Com essa concentração não há risco?

Quando a Veplan fez o Ibirapuera em 1973, o Iguatemi, ainda era um embrião, era o mais perto da redondeza. Naquela época, a área de influência de um shopping pegava um raio de 10 quilômetros. Hoje, a área de influencia é de dois quilômetros. Aumentou a concentração demográfica em São Paulo e o que se fazia em meia hora de automóvel anteriormente, hoje se faz em duas horas. Aquele bairro está crescendo e vai crescer mais ainda.

O grupo chegou a fazer negócios no exterior. Ainda há interesses lá fora?

Em Portugal fizemos o 1º shopping, o Cascais. Depois, vendemos nossa parte para o Sonae. Nos Estados Unidos fizemos alguns empreendimentos e depois saímos. Resolvi me concentrar no Brasil.

Via JB Online


Os carros da Suzuki estão de volta ao Brasil.

Julho 18, 2008

Os carros da Suzuki estão de volta ao Brasil . A operação já está pronta. Com sede em São Paulo, a importação da marca ficará sob controle de um grupo brasileiro, do qual o empresário Eduardo Souza Ramos participa. Os primeiro veículos chegarão ao mercado em menos de dois meses.

A nova estrutura de importação da marca da montadora japonesa não terá, entretanto, entre seus principais executivos, pessoas com experiência no setor automobilístico. A novidade é que os importadores foram buscar profissionais em dois setores distante do mundo dos automóveis: o comando da operação terá um executivo do mercado da moda e a área de vendas contará com uma executiva com experiência em companhia aérea.

Souza Ramos, que é sócio da fábrica de veículos de outra empresa japonesa, a Mitsubishi, em Catalão (GO), explica que a operação da Suzuki será completamente separada da Mitsubishi. Segundo ele, trata-se de uma empresa completamente nova.

As metas de vendas não são divulgadas, por enquanto. Entre os modelos que serão importados, há veículos da linha dos tradicionais utilitários esportivos, como a nova versão do Grand Vitara, que fez fama no país, e também automóveis.

Representar essa marca não será uma tarefa difícil. A Suzuki deixou de atuar no mercado brasileiro em março de 2003. Mas manteve admiradores e reputação, principalmente entre jipeiros. O casamento é perfeito, já que o grupo Souza Ramos também é fã da linha off-road.

A desvalorização do real levou a marca a encerrar, em março de 2003, a atividade que mantinha no Brasil desde 1991. Além da valorização do dólar, pesou também na decisão de acabar com a atividade no país a aliança mundial que a montadora japonesa tinha com a americana General Motors.

O jipe Vitara tornou-se na época o principal símbolo da marca Suzuki no país. Ao mesmo tempo, a General Motors havia iniciado na sua fábrica de Rosário, na Argentina, a produção do Tracker, um modelo semelhante ao Vitara e que está no mercado brasileiro até hoje.

A aliança da GM com a Suzuki começou em 1981. Como fez também com a Izusu, outra japonesa fabricante de caminhões e a coreana Daewoo, a parceria com a Suzuki foi uma maneira que a GM havia encontrado para ampliar a sua atuação no mercado asiático. Boa parte dessas alianças desapareceu anos depois, como o caso GM-Fiat.

O relacionamento da GM com a Suzuki começou a se enfraquecer em meados de 2006, quando a montadora americana decidiu reduzir a sua participação na empresa japonesa de 20% para 3%.

A marca Suzuki no Brasil permaneceu, no entanto, no segmento de motocicletas. Desde 1992, a J Toledo Suzuki Motos do Brasil, uma empresa brasileira, detém o direito exclusivo da marca, com a produção das motos em Manaus, com apoio tecnológico da matriz, no Japão, e a administração em Jundiaí (SP). A linha de motos inclui das clássicas de alta cilindrada até as super esportivas de competição.

No mundo, a Suzuki ocupa o 12º lugar entre os produtores de veículos. Trata-se de uma empresa altamente globalizada, que, assim como os demais fabricantes de veículos da mesma origem, tem se voltado à ampliação da produção fora do Japão, onde o mercado está estagnado.

O último relatório financeiro da companhia mostra como a produção fora do território japonês tem avançado. As vendas totais de automóveis da marca cresceram 8,3% no ano fiscal encerrado em março. Mas, enquanto o volume caiu 2,5% no mercado Japonês, fora do país de origem da montadora houve um avanço de 13,1%.

Com mais de 50 mil empregados em todo o planeta, a companhia tem fábricas nos Estados Unidos e outros países asiáticos, como a China. Existe uma possibilidade de os carros da marca também serem montados no Brasil. O mais provável é que o próprio importador invista numa estrutura industrial. Nesse caso, seria negociado um acordo para transferência de tecnologia da empresa japonesa, com capital brasileiro. Trata-se do modelo usado hoje tanto na fábrica da Mitsubishi como na da marca Hyundai , que pertence ao grupo CAOA.

A Suzuki encerrou o último ano fiscal com uma receita líquida de US$ 30,6 bilhões e um lucro líquido de US$ 702 milhões. Os seus planos de expansão mundial e descentralização da produção certamente contam com o ingresso dos países emergentes em seu mapa estratégico.

O plano de crescimento divulgado pela direção mundial, no primeiro trimestre deste ano, aponta para um aumento de produção global. Em 2007 a companhia produziu 2,63 milhões de automóveis e 3,39 milhões de motocicletas. A meta é chegar em 2010 com a produção mundial de 3,20 milhões de automóveis e 4,40 milhões de motos.

Nascido em 1887, Michio Suzuki cresceu em Hamamatsu, cidade a cerca de 200 quilômetros de Tóquio, onde está a sede da empresa hoje. Quando jovem, o fundador da Suzuki foi carpinteiro. A vocação para os automóveis surgiu na década de 20, quando ele fez o seu primeiro protótipo, que estimulou a produção industrial depois da Primeira Guerra Mundial.

Fonte: Marli Olmos para Jornal Valor Econômico


José Luiz Gandini ainda sonha em ter uma fábrica da Kia Motors no Brasil.

Julho 16, 2008

Ele ainda sonha ter a sua fábrica, um projeto que abandonou há dois anos.

Enquanto isso, José Luiz Gandini faz a rede de concessionários da Kia crescer, adaptada a um novo perfil de produtos, muito mais requintado do que aquele com o qual a marca estreou no país, há 16 anos.

Gandini representa a Kia no Brasil desde então. É o importador e presidente da marca. Cuida do comércio dos veículos coreanos com a mesma conduta simples e tipicamente familiar que há anos envolve os negócios do pai, José Carlos, tradicional concessionário de automóveis de Itu (SP).

Há três anos, Gandini se preparava para erguer sua fábrica, em Minas Gerais. Mas em 2006 anunciou que desistira da operação por conta da desvalorização do dólar, que favorecia mais a importação. Agora o empresário diz que quer retomar o projeto. Argumenta que não tem relação nenhuma com o problema da dívida da Asia Motors com o governo brasileiro.

“Não tenho nada a ver; não devo nada porque nunca assinei contrato de incentivo”, diz.

Nos últimos tempos, Gandini tem viajado muito pelo Brasil para inaugurar concessionárias. O empresário está quase para concluir uma ampla reestruturação da rede, que precisou ser adaptada a um novo perfil de produto.

A Kia entrou no Brasil vendendo basicamente a Besta, van que ganhou fama por se tornar a alternativa de transporte que agradou os motoristas de lotação.

Gandini conta que naquela época não conseguiu atrair os grandes grupos de concessionários porque a maioria ficou com “um pé atrás”: seria fácil encontrar peças se a Besta quebrasse? E se o governo mudasse as leis de importação?

Até 1999, a Kia era controlada por capital estatal. Ao ser comprada pela Hyundai, renovou os produtos. A notícia do fim da produção da Besta, em 2005, assustou a família Gandini. Mais de 80% das vendas da Kia eram desse veículo.

“Era como se o mundo fosse acabar”, lembra o empresário.

Mas Gandini enfrentou o desafio de vender os produtos mais sofisticados e descredenciou 33 concessionários que não tinham perfil ou capital de giro para os novos produtos, como o luxuoso modelo Carnival, que custa R$ 145 mil.

A rede tem hoje 69 revendas. Em média, 14 a 15 novas serão credenciadas a cada mês até o final do ano. Os pontos de venda estão aumentando para sustentar o crescimento da marca de importados que mais vende no país. O desempenho nos cinco primeiros meses já superou as vendas de 2007.

Fonte: Jornal Valor Econômico


Mercado mundial de CRM movimenta US$ 8,1 bilhões.

Julho 13, 2008

O mercado mundial de CRM (Customer Relationship Management) finalizou o ano de 2007 com a marca de US$ 8,1 bilhões, de acordo com pesquisa divulgada pelo Gartner, empresa de análises e pesquisas sobre tecnologia. O resultado é 23,1% superior a 2006, ano em que foram registrados US$ 6,6 bilhões.

Segundo Sharon Mertz, diretora de pesquisa do Gartner, estes valores
representam a performance sólida deste mercado pelo quarto ano
consecutivo.

“O mercado estava sendo conduzido pelas melhores contribuições das regiões emergentes, que continuamente adotam o software como serviço (SaaS) e mantêm o foco em investimentos que possibilitam retenção de custos e aumento de experiência”, explica.

Fontes: Texto ClienteS/A - Imagens SaaS: Blog Dual Wan e CRM Marketing MO


Acordo automotivo entre Brasil e Uruguai garante importação de carros e blindados.

Julho 12, 2008

Brasil e Uruguai concluíram em 27.06 um acordo para o comércio de produtos do setor automotivo que deverá garantir, já nos próximos 12 meses, a importação, para o mercado brasileiro, de 1.500 carros Tiggo, da chinesa Chery, montados em regime CKD em território uruguaio. O acordo estende por seis anos o regime de cotas vigente atualmente no comércio do setor automotivo, mas permite a ampliação gradual das vendas brasileiras ao Uruguai, conforme aumente também as compras brasileiras no país vizinho.

Leia em reportagem do jornal Valor Econômico no site do Ministério das Relações Exteriores aqui.


Distribuição de combustíveis: Grupo Petrosul adquire base na cidade de Assis.

Julho 10, 2008

A Petrosul, empresa do ramo de combustível, sediada em Sorocaba (SP), dá mais um passo na consolidação em seu segmento.

Para isso, no final do mês de junho, anunciou sua nova aquisição, a base de distribuição de combustível na cidade de Assis (SP).

De acordo com o diretor comercial da empresa, Ronald Pereira da Silva, esta nova base operacional visa consolidar a marca que conquista cada vez mais espaço no Brasil.

“A Petrosul é a 4ª maior companhia na distribuição de álcool hidratado do País, segundo os recentes dados apontados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e esta aquisição tem como objetivo consolidar a curva de crescimento da empresa para o interior de São Paulo”, define.

Ronald esclarece que a base de operações de Assis contará com 20 funcionários e tem capacidade de armazenar de 795 mil litros e com expectativa de distribuição de 5 milhões de litros mês.

“O modelo de sucesso aplicado nas demais bases do Grupo já foi introduzido na base Assis. Com isso, daremos suporte técnico e comercial a todos os nossos revendedores”, informa.

Além disso, ele aponta que o município ganhará esta nova aquisição do Grupo Petrosul, pois gera empregos diretos e indiretos.

A rede da companhia integra 2 mil postos cadastrados, dos quais 80 atuando sob a bandeira Petrosul e 1.920 com bandeira branca - postos revendedores varejistas que adquirem combustíveis de distribuidores diferentes identificando o fornecedor do combustível em cada bomba abastecedora do posto.

O plano atual da empresa é ter 1 mil postos da bandeira Petrosul em três anos, abrindo de 20 a 15 postos por mês. A Petrosul tem sede em Sorocaba (SP) e atende 6 estados: São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

A empresa já está em negociação para atuar dentro dos próximos 3 meses no estado do Rio de Janeiro e tem planos de expandir para o Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

A base de Assis do Grupo Petrosul está localizada à Rua Benedito José Kume, nº 145 -Distrito Industrial - Assis/SP.

Fonte: Assessoria de imprensa da Petrosul e Jornal do Commercio/RJ


Grupo ZF vai ampliar os investimentos no Brasil.

Julho 10, 2008

A ZF vai definir em dois meses se construirá uma nova fábrica no Brasil ou ampliará as instalações da sua principal unidade de Sorocaba, no interior de São Paulo.

Em razão do bom desempenho no mercado brasileiro e da perspectiva de elevar os negócios no exterior, a empresa decidiu estender seus investimentos no Brasil até 2011 - a programação anterior era até 2010 - e ampliar o montante a ser liberado, de R$ 540 milhões para R$ 680 milhões.

É o maior programa de investimentos da companhia na América do Sul.

“Vamos aumentar o valor dos investimentos porque o volume de pedidos no mercado brasileiro cresceu muito neste ano”, disse Wilson Bricio, presidente da ZF na América Sul.

Do total programado para o período, R$ 70 milhões já foram gastos em 2007.

“Neste ano vamos utilizar R$ 300 milhões e o restante em 2009″, comentou Bricio.

Leia mais em reportagem do site Intelog em artigo do jornal Gazeta Mercantil aqui.

Leia mais sobre a ZF aqui no blog:

Grupo ZF comemora 50 anos no Brasil.


Toyota confirma nova fábrica da empresa em Sorocaba.

Julho 9, 2008

Conforme havia noticiado anteriormente, a nova fábrica a Toyota será mesmo na cidade de Sorocaba. Leia aqui em artigo de 18 de fevereiro deste ano.

Leia nos jornais de hoje:

Nova fábrica da Toyota será construída em Sorocaba. Estadão, Portal G1 e Portal Uai/Minas Gerais. Paraná, Gazeta do Povo.

Estes foram alguns que veicularam a notícia. Logística e proximidade com maior mercado brasileiro pesaram na decisão da empresa.

O anúncio oficial será feito ao governador José Serra na próxima terça-feira (15), sem muita festa até pelo fato que muitas decisões à respeito do investimento ainda não estarem totalmente concluídos.

Parabéns Sorocaba por mais esta conquista! Belo presente de aniversário para a cidade que completa 354 anos no dia 15 de agosto próximo!

Leia mais sobre a Toyota aqui no blog:

Novos capítulos da novela da nova fábrica da Toyota no Brasil.

Mato Grosso do Sul entra na disputa por fábrica da Toyota.

Tokyo Shimbun: Toyota estuda nova fábrica no Brasil.

Toyota confirma investimento em fábrica na Índia enquanto no Brasil impera a indefinição.

A novela da 2ª fábrica da Toyota no Brasil.

Números do dia: 3,02 milhões de veículos produzidos nos últimos 12 meses, encerrados em janeiro de 2008.

General Motors vs. Toyota. Porque pouca importa saber quem é a maior montadora do planeta.

Logomarca da Toyota pelos 50 anos de Brasil. Por Gad’ Branding & Design.

Fim da novela: Nova fábrica da Toyota será mesmo no Estado de São Paulo.

Ichiro Nishitani: O homem que ajudou a trazer a Toyota ao Brasil.

Concorrência para Embraer: Conheça os planos japoneses para a indústria aeronáutica.


Quanto custa almoçar com Warren Buffett? Mais de US$ 2 milhões!

Julho 5, 2008

Um empresário chinês conquistou o direito de almoçar com o investidor americano Warren Buffett depois de pagar US$ 2,1 milhões (cerca de R$ 3,3 milhões) em um leilão online.

O empresário Zhao Danyang fez o seu lance vencedor em um leilão do site eBay.

O dinheiro pago pelo almoço - no restaurante Smith and Wollensky em Nova York - irá para uma fundação sem fins lucrativos que luta contra a pobreza e a falta de moradia para os sem-teto.

Buffett já levantou US$ 4 milhões para instituições de caridade ao vender, anualmente desde 2000, convites para almoçar com ele.

Leia mais em reportagem da BBC Brasil aqui.


Santa Catarina é o 3º estado no mercado de lanchas.

Junho 29, 2008

Santa Catarina abriga 9% da indústria náutica do Brasil, atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Mas não é a famosa costa catarinense que impulsiona esse mercado de luxo. Diante da falta de marinas no Estado, a produção dos estaleiros locais vai principalmente para moradores de outras regiões e até para o exterior.

A Intech Boating, de São José, marcou a sua entrada no mercado com a entrega da primeira embarcação. O modelo, a lancha IB 360 Pilot, foi projetado para o serviço de apoio em portos. Mas versões para passeio já estão em desenvolvimento.

Um dos sócios da empresa, José Antonio Galizio Neto, lembra que o projeto nasceu em setembro de 2006 e foram 16 meses para construir o barco com 36 pés (cerca de 11 metros) de comprimento. Outro modelo igual está em construção sob encomenda. Dependendo da motorização escolhida, o preço da lancha varia de R$ 600 mil até R$ 850 mil.

Fonte: Diário Catarinense