Acordo automotivo entre Brasil e Uruguai garante importação de carros e blindados.

Julho 12, 2008

Brasil e Uruguai concluíram em 27.06 um acordo para o comércio de produtos do setor automotivo que deverá garantir, já nos próximos 12 meses, a importação, para o mercado brasileiro, de 1.500 carros Tiggo, da chinesa Chery, montados em regime CKD em território uruguaio. O acordo estende por seis anos o regime de cotas vigente atualmente no comércio do setor automotivo, mas permite a ampliação gradual das vendas brasileiras ao Uruguai, conforme aumente também as compras brasileiras no país vizinho.

Leia em reportagem do jornal Valor Econômico no site do Ministério das Relações Exteriores aqui.


Alguns dados depois da implantação da lei Seca.

Julho 6, 2008

Para muitos é um transtorno imposto pelos gestores públicos, mas o bem da verdade, era uma lei a muito tempo para ser regulamentada neste País.

Para completar estatísticas apontam que entre 60% a 70% dos acidentes de trânsito no Brasil acusam envolvimento com álcool, portanto, quer sair beber, ou vá de ônibus ou peque um táxi ou alguém que não beba e possa dirigir sem problemas.

Outro dia escutei de um colega de trabalho: “Poxa com essa lei eles querem igualar um cara que toma somente uma latinha de cerveja com quem toma uma garrafa de cachaça”.

Oras, lei foi feita para isso mesmo, não distinguir quem tem bom senso ou não e, as estatísticas apontam que a maioria não o tem, portanto, tolerância zero em atos graves faz por merecer uma Lei Seca como esta que começamos a nos habituar e espero que assim o seja mesmo.

Com a Lei Seca, atendimento hospitalar cai até 27% em SP. Três hospitais estaduais de São Paulo, referência no atendimento de vítimas de trauma, já sentiram que o trânsito está mais “sóbrio” desde que entrou em vigor a chamada lei seca. Leia em reportagem do jornal Estadão aqui.

Em São Paulo, 72% dos motoristas aprovam Lei Seca.

Sociólogos, psiquiatras e especialistas em trânsito são unânimes em apontar o motivo da aceitação: o alcance das tragédias provocadas pelo consumo exagerado de bebidas alcoólicas.

“É um problema que já bateu na porta de todo mundo. A coleção de vidas perdidas no trânsito devido ao álcool já fez vítimas um primo, filho ou conhecido”, afirma o presidente da ONG Direção Preventiva, Sérgio Berti.

Leia em reportagem da Agência Estado aqui.

Em outra pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostrou que 70% dos motoristas aprovam o uso dos bafômetros nas blitze da polícia. Desde que a ‘lei seca’ entrou em vigor, o número de vítimas caiu. Mas ainda preocupa. Muitas pessoas sofrem as conseqüências da irresponsabilidade: passam anos na sala de fisioterapia.

Leia mais e assista um vídeo em reportagem do Portal G1, com informações do SPTV aqui.

Mais informações acesse os sites:

APATRU - Associação Preventiva de Acidentes e de Assistência às Vítimas do Trânsito.

ABUTRAN - Associação Brasileira de Vítmas do Trânsito.

ABRAMET - Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.

AVITRAN - Associação de Vítimas de Trânsito.

CEPAT - Centro de Psicologia Aplicada ao Trânsito.

Vida Urgente - Fundação Thiago de Morais Gonzaga.

Instituto Rodrigo Marcheschi.

ONG Rodas da Paz.

Leia mais aqui no blog sobre a Lei Seca:

Como a Lei Seca alterou a rotina de quem vive degustando bebidas alcoólicas.


Fiesp lança manifesto contra a criação da nova CPMF.

Julho 3, 2008

A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) lançou na tarde desta quarta-feira um manifesto pela rejeição da CSS (Contribuição Social da Saúde), tributo que está em votação no Congresso. A entidade pretende encaminhar um abaixo-assinado aos parlamentares para pressioná-los a votarem contra a criação da nova contribuição.

Para conseguir as assinaturas, a federação criou um site e também vai fazer mobilização nas ruas, distribuir camisetas, adesivos e outros materiais de divulgação.

Acesse o site e participe desta manifestação legítima:

Sou contra a CSS.

Mais informações neste artigo da Folha Online. Aqui.

Veja outra campanha contra este imposto:

Campanha da Rádio Eldorado contra a nova CPMF.


Campanha da Rádio Eldorado contra a nova CPMF.

Junho 22, 2008

Eis uma campanha que vale a pena participar. Diga não a CSS…Contribuição Sem Sentido.

Participe com seu voto aqui.


Brasileiro trabalhou os 148 dias de 2008 só para pagar impostos, diz entidade.

Maio 31, 2008

O contribuinte brasileiro trabalhou em 2008 até o dia 27 de maio - 148 dias - somente para pagar os impostos, taxas e contribuições exigidos pelos governos municipais, estaduais e federal. Os dados, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), indicam que dos 148 dias trabalhados neste ano só para pagar os tributos, 84 são provenientes de impostos sobre o consumo; 54, sobre a renda; e 11, sobre o patrimônio.

O estudo mostra que, na década de 70, o contribuinte tinha de trabalhar, em média, 76 dias para pagar os tributos. Depois, na década de 80, foram necessários 77 dias e na década de 90, 102 dias. Em 2007, o contribuinte trabalhou 146 dias para pagar todos os tributos e em 2006, 145.

De acordo com o IBPT, os cidadãos da Suécia têm de trabalhar 185 dias por ano para pagar seus tributos; os da França, 149; os da Argentina, 97; e os do México, 91.

No Estudo Sobre o Verdadeiro Custo da Tributação Brasileira, o instituto alega que o sistema de cálculo da carga tributária brasileira esconde o real impacto dos tributos no preço final de mercadorias e serviços.

De acordo com o documento, a alíquota nominal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), por exemplo, que é de 18%, resulta em uma alíquota efetiva de 21,95% sobre o custo da mercadoria. Isso porque, segundo o IBPT, a técnica de incidência de impostos no Brasil inclui o tributo em sua própria base de cálculo. Ou seja, os impostos no país incidem sobre o preço final do produto ao consumidor (já acrescido de impostos), e não sobre o valor do produto (não acrescido dos impostos).

Via Agência Brasil


Polícia Federal: Crimes na internet rendem mais que tráfico de drogas no Brasil.

Maio 29, 2008

Grandes criminosos do país estão trocando armas por teclados de computador. Os crimes mais rentáveis do Brasil estão hoje no campo virtual e os lucros são mais altos que os obtidos no narcotráfico, segundo a Abeat (Associação Brasileira de Especialistas em Alta Tecnologia) e a PF (Polícia Federal). Sem legislação própria, condutas ilícitas na internet estão atraindo quadrilhas que antes atuavam em crimes como roubo a bancos e tráfico de drogas, segundo a PF.

Em todo o país, há hoje 140 peritos que investigam crimes na internet. Há pouco mais de dez anos, existia apenas um, de acordo com a Abeat. Só este ano, segundo a PF, os investigadores produziram 2.820 laudos de crimes com base em informações descobertas em correios eletrônicos, imagens, registros de impressão, arquivos, pendrives e discos rígidos de computadores.

“A tendência é esses crimes aumentarem, por causa das novas formas de tecnologia e a falta de legislação”, afirma o perito Paulo Quitiliano, presidente da Abeat e coordenador-geral da Conferência Internacional de Perícias em Crimes Cibernéticos, que terá sua quinta edição em setembro no Rio.

“Quadrilhas tradicionais têm migrado suas operações para a internet. Mas eles imaginam, de forma errônea, que estão no anonimato”.

Leia reportagem completa da Folha de São Paulo - aqui.


Quadrilhas atacam chácaras no interior de São Paulo.

Maio 28, 2008

Os ataques às chácaras e fazendas, quase sempre com reféns, voltaram com toda a força no interior paulista, sobretudo no eixo da Rodovia Castelo Branco. Bandos fortemente armados e encapuzados atacam de surpresa principalmente nos fins de semana quando moradores da capital estão presentes. Eles dominam os visitantes e saqueiam a propriedade. Geralmente usam os veículos das vítimas para fugir com o produto do roubo. São comuns os casos de violência física e psicológica.

A ação desses bandidos começa em Ibiúna e avança até Cesário Lange, a 140 quilômetros da capital, passando por São Roque, Mairinque, Itu, Porto Feliz, Cerquilho e Boituva. Sem viaturas para patrulha rural, a polícia não consegue fazer frente à ação dos bandidos. Em Porto Feliz, a Polícia Civil registrou 35 roubos nos três primeiros meses deste ano - 22% a mais que no trimestre anterior -, sendo 12 na zona rural, todos à mão armada.

No restante do Estado, também há problemas. Por causa da violência - e com dois anos de atraso -, a Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), que reúne 243 sindicatos e 360 bases rurais em 580 municípios, anuncia para o segundo semestre o início do Programa de Proteção Preventiva no Meio Rural, que foi criado por um protocolo assinado pelo governador Geraldo Alckmin na Agrishow de 2006, em Ribeirão Preto.

A polícia fará segurança pessoal e patrimonial dos moradores da zona rural e também os orientará na preservação do meio ambiente. Pela contas da Faesp, 210 mil proprietários rurais deverão receber as orientações para ajudar os policiais ambientais na fiscalização das propriedades.

Na região de Sorocaba, o preço dos imóveis rurais desabou. Dezenas de sítios e chácaras, algumas cinematográficas, foram colocadas à venda, a maioria por até metade do valor real.

“A violência espantou os compradores”, garante o dono de uma imobiliária que pediu para não ser identificado, com medo de represálias.

Há três anos, ele fazia de 10 a 15 negócios com imóveis rurais por mês. Hoje, se consegue duas vendas é muito.

“Parei de trabalhar nos fins de semana, pois não há clientela.”

Via Agência Estado


Faturamento da burocracia dos cartórios: R$ 4 bilhões.

Maio 26, 2008

Muito interessante as reportagens abaixo porque jogam luz sobre algo desconhecido da maioria dos brasileiros, mas que “dói” no bolso de todos!

Um levantamento inédito, feito pela corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), revela o real preço da burocracia. Em 2006, os cartórios brasileiros arrecadaram, juntos, R$ 4 bilhões.

Os cartórios oferecem serviços que vão desde certidões de nascimento, casamento e óbito até o registro de imóveis, protesto de títulos, escrituras, procurações, reconhecimento de firmas e autenticações. Apesar da função social que desempenham, são regidos pela lógica do lucro, que transforma os serviços mais rentáveis em feudos indevassáveis e joga cartórios mais pobres no limbo do sistema. É o que mostra reportagem de Carolina Brígido, Chico Otavio e Isabel Braga na edição deste domingo em ´O Globo´.

Leia a reportagem aqui. Ou leia mais sobre a situação dos cartórios no site do DeMaria - aqui.

Indústria do carimbo
Pelo levantamento da Corregedoria Nacional de Justiça, existem 13.416 cartórios de notas e de registros em funcionamento no País, dos quais mais de dois terços atuam por meio de concessão do poder público. Juntos, eles têm 50.452 funcionários, dos quais 41.459 trabalham como “celetistas” e 8.993 como estatutários. A maioria dos cartórios está concentrada nas Regiões Sul e Sudeste, as mais desenvolvidas: 3.039 estão situados em Minas Gerais; 1.571, em São Paulo; 1.039, na Bahia; 945, no Paraná; e 752, no Rio Grande do Sul.

Leia mais em reportagem do Estadão - aqui.

Leia mais sobre cartórios aqui no blog:

20.05.2008: Upgrade na burocracia: Agilidade nos serviços prestados pelos cartórios.


Senador Jéfferson Peres: 1932-2008.

Maio 23, 2008

O líder do PDT no Senado, Jefferson Péres (AM), morreu na manhã desta sexta-feira em sua casa em Manaus vítima de um enfarto fulminante, informou um integrante do diretório nacional e amazonense da legenda por telefone.

Imagem: CSPB

“Pegou todos nós de supresa. Estamos todos meio sem saber o que fazer”, disse Machado.

O corpo do senador será velado em Manaus ainda nesta sexta-feira, segundo o integrante do diretório do PDT, mas o local ainda não foi definido.

Péres estava em seu segundo mandato de senador, cargo para o qual se elegeu nas eleições de 1994. Anteriormente, ele foi vereador de Manaus por dois mandatos, tendo sido eleito pela primeira vez para a Câmara Municipal em 1988, aos 56 anos.

De acordo com Stoner Machado, que estava na casa do senador, local do falecimento do líder pedetista, ele morreu por volta de 6h.

Via Gazeta do Povo

Leia mais sobre o Senador Jéfferson Peres aqui no blog:

Senador Jefferson Péres e a dilapidação do capital ético deste País.


Upgrade na burocracia: Agilidade nos serviços prestados pelos cartórios.

Maio 20, 2008

Acho terrível a simples existência de cartórios. Acredito que estes órgãos não passam de uma burocracia burra e que só faz aumentar o Custo Brasil.

Como ainda não podemos nos abster dos serviços desta burocracia, eis que ao menos existem algumas facilidades digitais.

O Cartório 24 Horas é um deles.

E o estado de Mato Grosso terá a 1ª Comarca digital do País, com ganhos em agilidade processual e efetividade da justiça. Leia mais sobre a Comarca Digital aqui.