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É um bom começo esta lei e assim esperamos que outros estados sancionem leis parecidas.
O governador Sérgio Cabral sancionou a Lei 5.286, que proíbe a fabricação e comercialização de embalagens plásticas (Pet) com pintura metálica em todo o Estado do Rio de Janeiro. Os estabelecimentos industriais terão prazo de um ano para se adequar à nova legislação estadual.
No fim desse prazo, o estabelecimento que não atender aos dispositivos da lei sofrerá multa diária no valor de duas mil UFIRs e, se em um novo prazo de 90 dias não se regularizar, o estabelecimento será lacrado.
A lei, publicada na edição desta quinta-feira, 10 de julho do Diário Oficial, já está em vigor.
Gostei deste pack promocional para a cachaça Sagatiba Velha Esplêndida. A embalagem inclui dois copos sem custo adicional.
A Sagatiba Velha é feita de lotes limitados e exclusivos das melhores cachaças artesanais mineiras, envelhecidas lentamente em barris de madeira nobre. Atualmente, esta produção limitada é destinada a dois produtos: Esplêndida e a Luxuosa. A Esplêndida tem graduação alcoólica de 38%, possui buquê agradável, sabor suave e corpo macio. A Luxuosa é uma cachaça dourada, mais encorpada, com aroma frutado e sabor amadeirado. Sua graduação alcoólica é de 40%.
Umidificadores geralmente não são produtos com design atraente. Estão mais para utilidade doméstica do que para outra finalidade. Não é esse o caso do Humydo Humidifier.
Este produto ainda continua fazer seu trabalho que é transformar água em vapor e acrescentar alguma umidade no ar, mas ele faz isso com classe e com design moderno. No estilo do lees is more, ou melhor, menos é mais. E para design isso também funciona muito bem, principalmente quando precisa-se de menos materiais e facilidades na manufatura.
Acima de tudo ele não necessita estar conectado para funcionar. Basta manter ele perto de alguma fonte de calor para que faça seu trabalho tranqüilamente. Em tempos de produtos sustentáveis com a preocupação ambiental, este umidificador é perfeito.
Alguns projetos estão comparando as fotos indicativas nas embalagens e o que realmente o consumidor está adquirindo e vai consumir!
Surpresas? De certa forma seria algo meio óbvio a constatação que a fotografia publicitária faz milagres! A incredulidade fica por conta de alguns produtos que simplesmente desafiam a imaginação, a lógica e o bom senso.
Tirar fotos de alimentos é um trabalho difícil a ponto de alguns profissionais se especializarem em produtos alimentícios em face das dificuldades inerentes aos produtos. Que o diga uma amiga fotógrafa, a Dani!
O grande desafio então seriam as empresas deixarem de iludir os consumidores, apesar da expressão: “comer com os olhos” ser imprescindível hoje em dia nas gôndolas dos mercados.
Os inventores do plástico-bolha ou Bubble Wrap®, Alfred Fielding e Marc Chavannes, que por sinal foi descoberto por acidente, como muitos outros produtos que utilizamos no dia-a-dia, tentavam criar uma plano de fundo de plástico texturizado com o verso em papel que pudesse ser facilmente limpado. Isso em 1957 (Wikipedia).
O termo é uma marca registrada da Sealed Air Corporation (EUA) que foi fundada em 1960 por estes inventores e teoricamente só pode ser usado pelos produtos desta companhia.
A Sealed tem uma competição interessante com estudantes dos EUA chamado The Bubble Wrap Competition for Young Inventors.
O que estes inventores não imaginavam é que o produto acabaria sendo utilizado com outras pretensões, além das imaginadas por eles.
A vontade em ficar estourando tais bolinhas de plástico chega a ser um passatempo apreciado por muitos. E algumas empresas lançaram algumas traquitanas, (úteis ou não), para as pessoas ansiosas.
A Bandai, famosa fabricante de traquitanas eletrônicas japonesa colocou no mercado o chaveiro “Infinite Puchi Puchi”, que além do tradicional som característico possui mais 7 sons a escolher porque a cada 100 “ploc ploc” ele vai emitir um som de sua escolha, que pode ser o tradicional ao latido, campainha, voz sexy entre outros.
Por outro lado, os próprios fabricantes podem aumentar seu portfólio com extensões do plástico-bolha. Foi o que fez a fabricante japonesa Kawakami Sangyo com seu calendário chamado “Puchi Puchi Calendar”.
O lançamento é revestido de bolhas e a fabricante aposta que “as pessoas não conseguem resistir à tentação de estourar as pequenas bolinhas plastificadas”.
A campanha de marketing do produto ressalta ainda que ele pode ser utilizado para aliviar o estresse além de ser um talismã da sorte. Confesso não ter compreendido a questão da sorte, mas eles acertaram quanto a vontade em ficar apertando as malditas bolinhas!
Via Made in Japan
Este calendário plático-bolha eu não descobri o seu fabricante e para qual utilidade…
E o que dizer deste produto então? Estava à venda neste site, mas ou não vendia nada ou o que tinha no estoque estouraram tudo! Devo confessar que este dá um pouquinho de vontade em apertar…
Surrupiado do Blog do Cardoso
E na propaganda é possível usar plástico-bolha? Sim, veja alguns exemplos:
A Nivea criou esse outdoor interativo para divulgar o seu creme anti-celulites. Ação da TBWA Toronto, Canada
A Sony criou para divulgar o Playstation 2 um outdoor interativo onde brincava-se de apertar os famosos botõezinhos com formas geométricas do controle do videogame. McCann-Erickson/Malásia.
Imagens BrainStorm#9
A própria Nivea adotou o plástico-bolha para outro conceito, o de proteção. Para mostrar que os desodorantes Nivea protegem por 24 horas, eles envolveram com plástico-bolha o Calendário de Shows da revista Rolling Stones dizendo: “Você muito mais protegido durante o show.”
Surrupiado do Livre Conteúdo
O designer Hye-Yeon Choi conseguiu inovar na forma de servir um bom café. Em um mesmo produto além do café instantâneo com açúcar e creme, a própria embalagem em design tubular serve de colher! Um verdadeiro 4 em 1.
Uma excelente idéia que pode diminuir os custos de embalagem, logística e acima de tudo, melhorar os serviços prestados em bares e restaurantes. Meu amigo Lee iria adorar este produto em seu estabelecimento!
O chá verde engarrafado é bem aceito no Japão devido a sua conveniência e fácil armazenamento, sendo uma das bebidas mais consumidas no País.
A empresa japonesa Cic Co., parece ter conseguido achar uma forma inovadora com seu produto Kyo no Matcha.
Com a abertura da garrafa é liberado 1,4 gramas do chá, “traditional Kyoto matcha“, (algo como tradicional chá verde de Kyoto), na água mineral, e com isso a mistura instantânea produz um chá fresco pronto para consumir. Além disso o produto não tem conservantes ou produtos químicos.
O chá Aojiru da empresa HW Styles, tem o significado de “suco verde”, e ao invés de couve, esta versão contém cevada usando o mesmo conceito único da garrafa. Este produto consegue ir além do ato de refrescar oferecendo ao consumidor uma bebida como suplemento alimentar.
A caixa com 24 garrafinhas custa ¥ 5280 (US$ 52,8), este preço é quase o dobro dos chás engarrafados no Japão, mas certamente é um valor aceitável dentro dos limites de produtos considerados saudáveis e naturais, muito em voga hoje em dia.