Conheça os números que envolvem postos de combustíveis e lojas de conveniências no Brasil.

Julho 23, 2008

Isso, é claro, os números do mercado formal!

Postos de serviços:

2,5 bilhões de operações de abastecimento de combustíveis ao ano;

Faturamento anual de mais de R$ 162 bilhões;

Arrecadação de tributos na ordem de R$ 52 bilhões/ano;

Investimentos anuais de R$ 800 milhões;

Mais de R$ 3 bilhões mobilizados na atividade;

Gerador de mais de 330 mil empregos diretos e indiretos;

Norte e Nordeste, em constante crescimento, já são responsáveis por mais de 27% dos postos de combustíveis do país;

Brasil possui mais de 35 mil postos de combustíveis.

Lojas de conveniência:

Média de 15 transações comerciais realizadas a cada segundo;

Cerca de R$ 2,2 bilhões de faturamento;

Mais de R$ 500 milhões de transações/ano;

Geração de mais de 185 mil empregos diretos e indiretos;

Recolhimento acima de R$ 310 milhões em impostos;

Número de lojas de conveniência cresceu 40% em 2007. Caminhando para 10.000 lojas em 2010;

Norte e Nordeste concentram cerca de 14% das lojas de conveniência do país.

Via TN Petróleo


Calcule o que vale a pena: álcool ou gasolina.

Maio 9, 2008

Os preços dos combustíveis variam muito de região para região, portanto a dúvida se está valendo a pena com qual combustível atormenta a todos.

Para facilitar, o jornal Estado de São Paulo disponibilizou uma fórmula bem simples. Basta incluir os valores e verificar o que vale mais a pena.

O álcool para compensar não pode ultrapassar 70% do preço da gasolina.

Acesse aqui.


Lula e o café com bobagem e gasolina.

Maio 6, 2008

Depois do aumento da gasolina e do óleo diesel ia escrever um artigo à respeito, mas ao ler o texto de Vinícius Torres Freire para jornal Folha de São Paulo achei melhor reproduzir na íntegra. No ponto:

Café com bobagem e gasolina
O Governo vai como que gastar cerca de R$ 3 bilhões por ano a fim de comprar gasolina e distribuí-la de graça aos consumidores do produto -e quem mais consumir, mais presente ganhará. Como é sabido, esse será o efeito prático da redução de um tributo, a Cide, decretada com o objetivo de compensar a concessão do reajuste de 10% para o preço da gasolina.

Para quem consome diesel, direta ou indiretamente, não haverá o mesmo subsídio. Entre os consumidores de diesel há proprietários de jipões 4×4, por exemplo. A maioria, porém, consome diesel por meio do passe de ônibus. Ou por meio do custo de abastecimento de máquinas agrícolas. Ou ainda por meio do custo do frete, incluído no preço da comida e de outras mercadorias, no Brasil estupidamente transportadas em caminhões, de resto por estradas medonhas. Mas, como se dizia, quem paga o preço do diesel é o povo mais comum. Esse ficou sem subsídio, sem a redução do tributo que houve para quem compra gasolina.

Para completar o insulto, Lula disse ontem em seu programa de rádio, o café com bobagem, que os consumidores de gasolina têm de denunciar os postos que aumentarem os preços (preços livres de controle, como os do feijão, que chegou a subir quase 200%). Isto é, ficou explícito, como se fosse necessário, que o problema de Lula era faturar a demagogia dirigida àqueles que veriam o aumento de preços com os próprios olhos (os compradores de gasolina). Lula não precisa se ocupar do povo que pagará a comida ou o ônibus mais caros (depois das urnas de outubro), que será ludibriado pelo repasse indireto de custos e não ligará causa e efeito, como de hábito.

A gasolina já vinha sendo subsidiada faz anos. Até agora, a conta era paga pelos acionistas da Petrobras, entre eles o governo e, portanto, o público em geral, pois parte do faturamento da estatal petrolífera acaba no caixa federal, na forma de tributos ou de parte dos lucros. Mas, para o público em geral, o peso desse subsídio indireto era bem pequeno. Agora, são R$ 3 bilhões na veia.

Controlar a variação excessiva do preço dos combustíveis pode ser um artifício útil, se temporário, no controle da inflação e de outros probleminhas -no médio prazo, porém, dá em besteira. Ao menos, pode se argumentar que o benefício do controle do preço tende a ser geral e, enfim, valia tanto para a gasolina como para o diesel. Agora, Lula dá dinheiro para um grupo social que lhe deu na telha agradar.

Ressalte-se: são R$ 3 bilhões.

Quando se disser que faltou dinheiro para evitar esse ou aquele desastre da administração pública, a gente sempre vai poder apontar a conta-gasolina: R$ 3 bilhões.

Subsídios em geral são ruins, mas alguns podem ser economicamente úteis e todos deveriam ser socialmente justificáveis. Deveriam, no mínimo, ser explicitados e detalhados em contas públicas. Dada a barafunda de isenções fiscais enfiadas em milhares de decretos e de medidas provisórias, dados os certificados picaretas de filantropia, dadas as “leis de incentivo” a isso ou aquilo ou, ainda, dadas as taxas de juros secretas dos empréstimos camaradas do BNDES, a gente jamais sabe direito quem leva quanto.

Mas a gente sabe que, em geral, quem leva não são os pobres.


SkySails: Conheça a asa que possibilita um navio cargueiro economizar combustível.

Abril 20, 2008

Com o aumento nos preços dos combustíveis, alternativas para diminuição no consumo são sempre bem-vindas. É o que está propondo a Skysails de Hamburgo na Alemanha.

O SkySails é uma nova forma de economizar combustíveis, mas de uma forma bem antiga - através dos ventos. A asa é bem parecida com a do esporte Kitesurf.

O SkySails pode ser adaptada, a um custo relativamente baixo, em qualquer navio. É uma solução que garante uma redução de 10 a 60% no consumo de combustíveis. Como os navios de carga consomem mais ou menos 5% do combustível usado no mundo, e esse combustível, o sujíssimo óleo bunker, responde por quase 10% das emissões de gases de efeito estufa, na hipótese do Skysails ter um sucesso retumbante, algo como 2% da contribuição humana para o aquecimento global poderia sumir.

Até 2010, cargas dos navios serão responsáveis por três quartos do total de emissões de dióxido de enxofre na Europa.

Um navio atualmente necessita de poucos funcionários, combinada com os baixos salários que são pagos, significa que o custo do combustível, em percentagem do total de despesas correntes aumentou de 10% em 1900 para entre 25 e 60% no ano 2000.

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As asas ficam até uma altura de 500 metros da proa do navio. Nesta altura os ventos são mais estáveis, fortes e constantes. Cada asa chega a ter 5.000 metros quadrados!

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Maiden Voyage MV “Beluga SkySails”. Com este navio foram feitos testes no mar Báltico. Eles foram feitos em condições desfavoráveis de ventos. No entanto, os testes mostraram que a asa SkySails pode gerar de 1 para 1,15 kilowatts para cada metro quadrado de asa.

“Um resultado surpreendente dos testes foram a estabilidade do navio no mar pesado”, diz Stephan Wrage, fundador da empresa.

A viagem inaugural, ocorrida entre janeiro e março deste ano, foi um sucesso. Foram percorridas 11.952 milhas náuticas e durante o tempo em que a “vela” estava no ar, que variou de poucos minutos a até 8 horas, ela aliviou cerca de 20% os motores, economizando cerca de 2,5 toneladas de combustíveis, o que representa mais de US$1.000 por dia.

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O SkySails usa um computador automático patenteado acoplado à direção do navio. Este sistema computadorizado calcula o melhor ângulo da asa no aproveitamento dos ventos.

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MV “Beluga SkySails”, vídeos deste sistema inovador:

Via
Green Daily
ECOtality
SkySails
Roland Piquepaille’s Technology Trends
NewScientistTech
NewEnergyNews

O Velho


Reservas de petróleo no Brasil. Um novo Oriente Médio?

Abril 14, 2008

O diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Haroldo Lima, disse nesta segunda-feira que o bloco BM-S-9, conhecido como Carioca, seria cinco vezes maior que o megacampo de Tupi, com reservas em torno de 33 bilhões de boe [barris de óleo equivalente/Unidade utilizada para comparar (converter) em equivalência térmica, uma quantidade de energia em barris de petróleo].

Lima ressaltou que as informações são “oficiosas”, mas oriundas de canais da Petrobras. O BM-S-9 é operado pelo consórcio Petrobras, que tem 45% do campo, a British Gas, com 30%, e Repsol, com 25%.

“Seria a maior descoberta feita no mundo nos últimos 30 anos e seria também o terceiro maior campo do mundo na atualidade. É algo do Oriente Médio, mas nada está confirmado”, afirmou Lima, referindo-se à região do planeta que tem as maiores reservas do mundo.

O diretor da ANP, que participou do 4º Seminário de Petróleo e Gás Natural promovido pela FGV, no Rio, explicou que o BM-S-9 fica a oeste de Tupi (BM-S-11), na Bacia de Santos. Outra grande descoberta da Petrobras, o campo de Júpiter (BM-S-24) também fica na zona de influência do Carioca. Eles ficam sob uma extensa camada de sal localizada até a 5.000 metros de profundidade.

Anunciado em novembro do ano passado, o megacampo de Tupi tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas de petróleo do mundo dos últimos sete anos.

Para termos de comparação, as reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil ficaram em 13,920 bilhões boe (barris de óleo equivalente) em 2007, segundo o critério adotado pela ANP.

O Brasil ocupa hoje o 17º lugar no ranking de países com maiores reservas de petróleo. Confira abaixo:

Via Folha de São Paulo


Conheça o projeto bilionário da empresa Synergy para a cidade de Guarujá.

Abril 14, 2008

A região de Guarujá, litoral paulista, voltada para o estuário do porto de Santos, foi escolhida para implantação de um megaprojeto que alia porto, retroporto e aeroporto, com investimentos superiores a R$ 1 bilhão.

Participarão da sociedade de propósito específico (SPE) em formação, setores da produção, financeiro e da operação aeroportuária.

Na próxima semana, a Synergy Participações, que coordena e participa como uma das investidoras no projeto, fará sua apresentação às autoridades municipais e portuárias. Propõe-se a movimentar, após cumpridas etapas, 150 mil contêineres por ano e 160 milhões de litros de granéis líquidos, no quinto ano, entre etanol e outros produtos químicos. A capacidade estática para granéis líquidos poderá atingir a 720 mil m3 até o quinto ano de sua implantação.

“Viemos trabalhando nesse projeto há três anos e com a explosão da economia, concluímos que está maduro para ser implantado, levando-se em conta sua localização estratégica, junto a rodovias, ferrovias e a pista de pouso da Base Aérea de Santos, todas junto ao porto”, sustenta Gilson Medeiros Júnior, diretor da Synergy.

Na área portuária fronteiriça ao estuário, o projeto ocupa a extensão de um quilômetro, com uma retaguarda contígua de 500 mil m² e retroárea de mais 1 milhão de m², distante quatro quilômetros do cais. O cais será construído em forma de píer.

O projeto, anunciado com exclusividade para o jornal Valor Econômico, prevê a ampliação e compartilhamento civil e militar da atual pista de pouso e decolagem administrada pela Base Aérea de Santos, que passaria de 1.400 metros para 1.862 metros. A prefeitura de Guarujá dispõe de um projeto para o mesmo equipamento, aprovado pelas autoridades ambientais de São Paulo, pela Aeronáutica e Agência Nacional da Aviação Civil (Anac).

“Falta apenas fechar um convênio com a autoridade da Aeronáutica em São Paulo”, diz Mauro Scazufca, secretário de Planejamento de Guarujá.

Segundo Medeiros Júnior, o setor privado está disposto a bancar inteiramente o projeto, enquanto o da prefeitura teria a participação de recursos públicos. As obras do aeroporto metropolitano de Guarujá, como é denominado, estão orçadas em R$ 21 milhões.

Junto à Synergy, atuaram no segmento aeroportuário do projeto, as empresas WF/Arquitetônica, uma joint venture americana e a Washington Fiúza Arquitetos. Esta empresa, conforme Medeiros, já contratou “mais de 1 milhão de metros quadrados em empreendimentos corporativos”. No setor portuário do investimento atua a KWA Solution.

Segundo Medeiros, os empreendedores, cujos nomes ainda não foram revelados, após a liberação das licenças, garantem que o terminal aeroportuário terá condições de funcionamento em oito meses, enquanto áreas e equipamentos do porto e retroporto, em 24 meses. Ao lado do projeto da Synergy está o da Embraport, do grupo Coimex, em obras, com objetivos semelhantes, de movimentar contêineres e etanol.

Reportagem de José Rodrigues para Valor Econômico

Leia outras matérias sobre investimentos em infra-estrutura portuária no Brasil:

Eike Batista e Tata Motors: Vem aí o Nano, o carro mais barato do mundo?

Os problemas da falta de infra-estrutura que atrapalham os negócios de Eike Batista.

Entrevista com empresário Eike Batista: “Não tenho medo de investir”


Petrobras, gasolina, etanol e governo Lula: “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”.

Abril 10, 2008

Ontem em entrevista, o presidente da BR Distribuidora, José Roberto Dutra confirmou que o crescimento no consumo de álcool combustível no Brasil é um problema a mais para a Petrobras.

“É claro que o aumento do consumo de álcool traz problemas para a Petrobrás. Hoje, somos auto-suficientes em gasolina e, com o decréscimo desse mercado, a Petrobras terá de exportar o excedente”, disse.

No mesmo dia, o presidente Lula estava na Holanda para assinar uma força-tarefa na defesa do uso do álcool combustível, com o assunto biocombustível dominando a pauta da viagem ao país.

O presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Marcos Jank, afirmou hoje que falta afinar o discurso dentro do governo federal sobre o álcool combustível, o que para ele é uma total falta de “contra-senso”.

“Alguma coisa tem de ser afinada na orquestra. O presidente Lula está defendendo o álcool lá fora e, aqui dentro, a Petrobras insinua que pelo fato de o álcool estar crescendo muito é preciso retirar, por exemplo, a única vantagem que tem hoje, que é a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico)”, disse Jank, após participar da abertura do Workshop do Observatório do Setor Sucroalcooleiro, no campus da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto (SP).

Jank avaliou que a razão da incidência da Cide, hoje em R$ 0,28 sobre o litro da gasolina, é devido:

“O álcool cria uma imagem positiva da sociedade, por ser renovável, limpo, por criar empregos e gerar divisas”.

O presidente da Unica admitiu que há problemas de diálogo entre o setor sucroalcooleiro e a Petrobras e pediu uma cooperação entre as duas áreas.

“Confesso que gostaria de poder dialogar mais com a Petrobras, porque entendemos que existe espaço suficiente para o álcool e a gasolina no Brasil e no mundo. Poderíamos ter atitudes cooperativas e não conflitivas”, afirmou.

Jank disse que um dos motivos causadores dos ataques de Dutra ao álcool possa ser a previsão de que o uso do combustível renovável em veículos leves ultrapasse o da gasolina ainda este semestre.

“É um temor para a Petrobras o álcool passar a gasolina. Mas nós pregamos um diálogo moderno, inclusive com a perspectiva de rever a matriz de combustíveis e fazer um planejamento junto com o governo para os próximos 20 anos”, concluiu.

A pedido do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo brasileiro pretende criar uma estratégia para “responder” às críticas à produção de biocombustíveis que têm sido levantadas nos países europeus.

Pois é, em terra de barnabés, “casa de ferreiro, espeto é de pau”.

Via Estadão


Mercado de combustíveis: Grupo Ultra compra Texaco e BR Distribuidora fica com os ativos da Esso.

Março 26, 2008

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Fontes de dentro da Texaco confirmam: a empresa teria sido vendida para o Grupo Ultra.

A divulgação oficial, entretanto, só seria feita no dia 31 de março, com coletiva para a imprensa. Já estariam em andamento, os remanejamentos internos de pessoal. Os funcionários da Ipiranga do Centro-Oeste que seriam repassados para a BR Distribuidora, inclusive, já foram convidados a continuar no Grupo Ultra, uma vez que agora serão necessários funcionários para tocar as novas operações.

A transação não envolve, entretanto, a produção de lubrificantes, que continuará com a Chevron.

E a BR leva a Esso. As mesmas fontes dão conta que a BR Distribuidora ficou mesmo com a Esso.

Então, as “cartas” do mercado de distribuição de combustíveis já estão definidas?

No caso da BR adquirir os ativos da Esso, elas certamente seriam para o mercado externo, Cone Sul, porque aqui dentro seriam objeto de restrição de órgãos reguladores.

Em entrevista ao Estadão de terça-feira, 25.03, o diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, confirmou o interesse da estatal nos ativos da América do Sul da Esso, inclusive do Brasil. E sobre esta possibilidade ele disse sem dar maiores detalhes se a empresa havia entrado no negócio sozinha ou em parceria.

“Nós fizemos uma oferta e aguardamos a resposta”

Então, os ativos nacionais da Esso ficariam com a mineira AleSat com apoio do Bradesco?

Via Fecombustíveis


Preço da gasolina nas últimas três décadas.

Março 13, 2008

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Um americano chamado Stuart montou um gráfico com os preços da gasolina dos últimos 29 anos! É uma tabela feita através do consumo do próprio nestes anos todos.

Interessante notar no gráfico a evolução das três linhas. Uma delas é o preço pago por ele e uma outra o preço médio da cidade. Estas tiveram pouca variação.

Na outra verificamos a evolução da inflação no período. Obviamente que a inflação ficou bem abaixo, principalmente, nos últimos anos. Ele usou como parâmetro a inflação de abril de 1979, assim como o dólar do período.

Parece até terras brasilis…

As compras ocorreram no Texas e Houston.

Clique na figura para ampliar a imagem:
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Abaixo veja a composição das taxas no preço da gasolina no período de março de 2007. Mercado americano.

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Esta outra é referente a maio de 2007.

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Agora, uma tabela comparativa da Petrobras do ano de 2007.

Clique na imagem para ampliar:
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Por esta tabela até que o nosso “leão” é bem inferior a vários outros países.

Mas, segundo o Sindicato do Comercio varejista do Estado de São Paulo (Sincopetro), nada menos do que 57,13% do preço da gasolina é apenas imposto.

Assim, num posto que vende o litro por R$ 2,50, R$ 1,43 vai para os cofres públicos.

O Peso dos tributos
Quanto o brasileiro paga de impostos e contribuições em cada litro de gasolina comprado em São Paulo:

De R$ 2,103 pagos por litro

10,2% - PIS / Cofins
· 10.7% - CIDE
· 12.8% - Margem de lucro e custos das empresas
· 27,1% - ICMS
· 39,2% - Preço do produto

Fonte: O Estado de S.Paulo

Uma coisa é certa, se os tributos fossem menores a “indústria da adulteração”, seria inexistente em nosso País.


Os problemas da falta de infra-estrutura que atrapalham os negócios de Eike Batista.

Março 11, 2008

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Porto de Santos

Portos congestionados e energia mais cara representam os principais problemas para as áreas de minério e metais no Brasil, afirmou à Reuters o empresário Eike Batista.

Leia sobre os investimentos do empresário aqui.

Prestes a vender dois projetos de extração de minério de ferro para a Anglo American Plc, por 5,5 bilhões de dólares, o empresário investe em dois portos e outras instalações de infra-estrutura, além de projetos de energia, como forma de incrementar o setor de mineração no Brasil.

“Os portos do País se parecem com o que a telefonia era na época dos telefones de disco. Só que o mundo já está mais à frente, trabalhando com a banda larga”, afirmou durante o Summit de Mineração da Reuters, que está sendo realizado esta semana.

“Estamos falando sobre a era dos dinossauros. A maior parte dos portos é rasa demais para os embarcações maiores de minério. Vamos fazer portos multifuncionais com ancoradouros de 18 metros de profundidade suplementar, portos com sua própria indústria de base.”

A China e a Índia, parceiros do Brasil na condição de principais mercados emergentes do mundo, já deram o exemplo a esse respeito, afirmou.

Presidente da MMX Mineração, Eike disse que apesar de ter aceitado vender o controle dos projetos de mineração para a Anglo, com uma participação no porto de Açu, no Estado do Rio de Janeiro, que está construindo, vai manter o controle sobre o porto.

“A logística é algo imbatível, é o catalisador de qualquer projeto”, afirmou. “Já temos 20 bilhões de reais em memorandos de intenção de investimento apresentados por parceiros.”

Techint, Tata E JFE-Kawasaki.
Segundo Eike, negociações para envolver no projeto a fabricante de aço italiano-argentina Techint, que poderia construir uma fundição de aço na grande área industrial do porto de Açu, estão avançadas.

“Eles interessam-se pela importação de carvão e pela exportação de aço. Também estamos mantendo conversações com outros parceiros. Há uma tendência de que as empresas estrangeiras de aço venham para o Brasil, para ficarem perto das reservas de minério de ferro. Identificamos três empresas que podem ainda avançar a esse respeito: Techint, a Tata e a JFE-Kawasaki.”

Outra fatia importante dos seus negócios é a energia, atuando hoje no desenvolvimento de vários projetos de usinas alimentadas por gás, carvão e diesel.

“A energia sempre foi um problema aqui. Uma grande dificuldade é o custo da energia. A única forma de solucionar isso para os setores da mineração e dos metais é investir na geração de energia.”

Ele também diversificou seus investimentos e passou a aplicar na extração de gás e petróleo, roubando a cena no leilão concessões do governo realizado em novembro.

O executivo gastou mais de 1 bilhão de dólares para investir em áreas onde espera encontrar petróleo e gás natural dentro em breve. A extração, segundo prevê, começaria dentro de até quatro anos.

A empresa criada para o setor de energia, a OGX, prepara-se para realizar uma oferta pública inicial de ações para arrecadar até 2,5 bilhões de dólares em maio ou junho.

O caviar Beluga do minério de ferro.
No entanto, apesar de ter vendido os projetos para a Anglo e de ter diversificado seus investimentos, Eike continua a manter uma forte presença no setor de mineração, com 700 milhões de toneladas em reservas de minério de ferro e uma produção planejada para 2011 de mais de 25 milhões de toneladas.

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A mina de ferro de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, deve mais do que triplicar suas reservas dentro em breve, passando de 63 milhões de toneladas para mais de 200 milhões, afirmou.

“E esse é o caviar beluga do minério, uma parte de fácil acesso. A gente pega o minério com as próprias mãos.”

O empresário estuda a possibilidade de vender 49% da mina de Corumbá para um parceiro, no futuro, mas disse que continuaria a manter o controle sobre o negócio. O local deve passar das atuais 3 milhões de toneladas ao ano para algo em torno de 10 milhões de toneladas anuais em 2011-2012.

Via