Posts de Novembro, 2008|Página de posts mensais
A bíblia escrita por um robô
A instalação “bios [Bíblia]“ consiste em um robô industrial denominado robotlab que escreve a bíblia sobre rolos de papel. A máquina caligráfica escreve as linhas com uma precisão impressionante.
A fé aliada ao progresso técnico. A instalação correlaciona dois sistemas culturais que são fundamentais para as sociedades hoje em dia que são a religião e o racionalismo científico.
Neste contexto, elas possuem uma função elementar, como escrituras sagradas ou como escrito formal do conhecimento. A tecnologia à serviço da fé.
Existe um trabalhador mais devoto e preciso que este robô?










Mais vídeos do robotlab neste link
[via vvork]
Link relacionado:
27.03.2008: Veja o vídeo do The IRB 340 FlexPicker™, da empresa ABB. O robô mais rápido do mundo
Conheça a maior rede de distribuição e logística de bebidas do Brasil
A Confenar – Confederação Nacional das Revendas AmBev e das Empresas de Logística da Distribuição – representa todas as empresas revendedoras dos produtos da AmBev. Criada em janeiro de 2003, é hoje a maior rede de distribuição de bebidas do País.
Dentre suas iniciativas, destacam-se a otimização das atividades do segmento, a garantia da sua representatividade e a geração de negócios que beneficiem os revendedores associados. Juntas, as revendas Confenar são responsáveis por uma das maiores frotas de veículos do País e por uma das mais complexas e eficientes operações de logística de distribuição do mundo.
Os números da Confenar são representativos:
- possui 180 revendas afiliadas e mais de 1.000 empresários ligados à atividade;
- Gera mais de 30.000 empregos diretos e cerca de 90.000 indiretos;
- Atende a cerca de 1 milhão de pontos-de-venda em todo o País;
- Suas revendas filiadas faturam, juntas, mais de R$ 12,2 bilhões ao ano;
- Possui uma das maiores frotas de distribuição do Brasil, com mais de 20.000 veículos, dos quais 10.000 são caminhões, 6.000 são motos, 3.000 são veículos leves e 1.000 são empilhadeiras;
- Investimentos como R$ 15 milhões em autopeças, R$ 4 milhões em uniformes, R$ 60 milhões em seguros, R$ 3 milhões em treinamento, entre outros;
- Consumo anual de R$ 150 milhões em de óleo diesel (combustível e lubrificante) e R$ 12 milhões em pneus.
[via Portal Fator Brasil]
Custo Brasil: edital vergonhoso da Câmara dos Deputados
O mundo desabando em crise, com o Brasil sofrendo muito mais que uma simples “marolinha” com dizia nosso querido presidente e, muito mais que isso, o desastre sem precedentes no Sul do País, e os nossos queridos deputados precisando trocar a mobília dos aptos??!! Ao custo estimado de R$ 1,5 milhão enquanto os flagelados do Sul não tem nem luz e água potável, e claro, a sua grande maioria perdendo tudo aquilo que tinha.
É triste, vergonhoso e sem explicação para ficar em apenas poucas palavras amigáveis para não ter que falar um palavrão, o tamanho desperdício de recursos e, principalmente, em momento impróprio, inoportuno.
Entra ano e sai ano e nossos parlamentares demonstrando a total falta de sensibilidade e acima de tudo zombando dos cidadãos que pagam impostos e sofrem com os desmandos públicos.
Como dizia a famosa música “que país é este? – eu diria que país estes gestores públicos moram?
Leia reportagem completa na Folha Online:
Câmara gasta R$ 1,5 mi para trocar mobília de imóveis de deputados
Falência moral: Chrysler, Ford e General Motors
As imagens dos presidentes da General Motors e da Ford embarcando em caros jatos, com despesas astronômicas é o retrato de como as empresas podem ser perdulárias com gastos desnecessários.
Em momentos de crise, os executivos chefes devem dar exemplo e acima de tudo mostrar aos seus colaboradores o caminho a seguir.
Algo fora de cogitação das “big three” de Detroit.
“Será que vocês não poderiam ter vindo de primeira classe ou, ao menos, dividido um avião? Estariam dando um exemplo”, deputado Gary Ackerman.
O deputado democrata Michael Capuano foi mais duro ainda:
“Temo que vocês peguem o dinheiro e tomem as mesmas decisões estúpidas dos últimos 25 anos”.
Leia mais em reportagem do Portal G1 e assista o vídeo com as imagens que chocaram os americanos – Link
Como bem retratou Miriam Leitão em seu blog, a falência americana é bem próxima da nossa concordata, e mesmo com os desmandos, o que está em jogo são mais de 3 milhões de empregos diretos e indiretos, o que pode levar as três grandes receberem dinheiro do contribuinte americano. A única certeza é que a falência moral já foi decretada.
Este escândalo é apenas um de vários elementos da decadência de empresas fadadas a sumir do mapa, pois independente da crise que estamos passando, a forma como as mesmas são gerenciadas e lançam produtos não tem mais espaço em um mercado com ares sustentáveis e acima de tudo, com consumidores engajados e conscientes.
Atualizando em 22.11.2008:
Depois de críticas, GM anuncia venda de jatos
A General Motors informou ontem que venderá dois jatos corporativos após sofrer críticas por enviar o executivo-chefe da companhia, Rick Wagoner, a Washington em um jatinho particular para discutir o plano de auxílio financeiro do governo dos EUA às montadoras. Diversos parlamentares citaram o uso dos aviões particulares pelos executivos da GM, da Chrysler e da Ford como motivo para rejeitar o pacote de auxílio.
O porta-voz da GM, Tom Wilkinson, disse que a montadora, que arrendou os aviões, decidiu se livrar de duas das cinco aeronaves antes das audiências desta semana como parte de um programa de corte de custos.
A companhia já havia vendido dois aviões em setembro.
“Entendemos a questão simbólica das pessoas aparecerem em Washington em jatos corporativos”, disse Wilkinson.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Atualizando em 25.11.2008:
Pechincha americana
É pegar ou largar: a GM, a gigante (ou ex-gigante?) GM, podia ser comprada ontem na bolsa por 2,1 bilhões de dólares. Era esse o seu ridículo valor de mercado. As informações são do radar Online da Revista Veja.
Atualizando em 27.11.2008: Salvar agora, mas por quanto tempo? Companhias como a GM ou a Ford, que chegaram a uma situação de quase falência depois de muitos anos de má conduta, merecem mesmo ajuda do governo?
A GM, como se sabe, está em situação de pré-falência. Tem despesas de 11 bilhões de dólares por mês para funcionar no seu dia-a-dia, mas dispõe de menos de 16 bilhões em caixa; pode ficar sem dinheiro para pagar suas contas já neste próximo mês de janeiro.
“Deixar que o setor quebre é maravilhoso nos manuais de economia”, diz o diretor de uma firma americana de investimentos, “mas pode ser um desastre no mundo real.”
Há quatro anos, a GM não tem um tostão de lucro; suas ações, ao longo dos últimos 12 meses, perderam 90% do valor; a empresa paga cada vez mais salários em troca de cada vez menos trabalho, até porque grande parte da folha se destina a remunerar seus 480 000 aposentados.
Somadas, as montadoras americanas ficam com menos de 50% das vendas de veículos no mercado interno. Seus carros consomem cada vez mais gasolina e ficam cada vez mais distantes dos competidores em termos de inovação – esforço que, segundo imaginam, é o governo que teria de custear.
Seus executivos, há anos, concentram-se mais em atuar junto à bancada automobilística e aos lobbies de Washington do que no trabalho de construir carros. Um deles, o vice-presidente da GM, Bob Lutz, chegou a dizer que modelos flex “não fazem sentido econômico”.
Leia artigo de J.R. Guzzo para revista Exame – Link
Links relacionados:
13.02.2008: General Motors vs. Toyota. Porque pouca importa saber quem é a maior montadora do planeta
16.04.2008: General Motors: Mudar para não morrer…
05.07.2008: A General Motors pode ir à falência?
RSVP Herb Scissors, a tesoura mágica para sua cozinha!
Não gosta de perder tempo na cozinha? Nem eu, então, que tal uma benção de tesoura!?

A RSVP Herb Scissors está sendo vendida na Amazon americana por US$ 9,29 – pela cotação do Banco Central na data de hoje, 2,26, a tesoura sairia por quase 21 reais, é claro, fora as despesas de envio. Link
Links relacionados:
08.10.2008: James, o prato dois em um. Solução criativa e inteligente
04.09.2008: Embalagem: toilet paper em forma de tubo de pasta de dente
02.09.2008: Garlic Pro Dicer: o triturador de alho prático e sem sujeiras
05.08.2008: TUKAANI, o hashi com design filandês
01.08.2008: Inovação: Conheça o papel shampoo
28.07.2008: Pizza Scissors: o revolucionador cortador de pizzas!
31.03.2008: Simplicidade e genialidade no ato de servir um café
Neste Dia da Audição: abaixe o volume, ou diminua para sempre a sua audição!

Nesta segunda-feira, dia 10 de novembro, a Sociedade Brasileira de Otologia faz um alerta para quem exagera no hábito de escutar música bem alta: ela pode causar surdez.
Dados do Grupo de Estudo de Zumbido do Hospital das Clínicas de São Paulo – ligado à Secretaria de Estado da Saúde – apontam que 35% dos casos diagnosticados de problemas auditivos se devem à exposição prolongada a sons lesivos, que podem ser produzidos por aparelhos portáteis de música, como tocadores MP3 e os antigos discmans e walkmans. A incidência vem aumentando gradativamente em crianças e jovens.
O primeiro sinal de problema costuma ser um zumbido no ouvido. Cerca de 25 milhões de brasileiros apresentam esse sintoma, mas só 15% procuram ajuda médica.
“Quando o som do aparelho compete com o som ambiente, é melhor evitar usá-lo”, aconselha a otorrinolaringologista Alessandra Zanoni, da Sociedade Brasileira de Otologia.
“O barulho do trânsito, por exemplo, chega a 90 decibéis. Em longo prazo, escutar música alta na rua pode prejudicar o ouvido”, alerta a médica.
A perda de audição é irreversível. Por isso, a dica é não exagerar. O ideal é deixar o volume na metade da potência. Se as pessoas ao redor escutam o som que sai do fone de ouvido, o ideal é diminuir o volume do aparelho. Os médicos aconselham a não usar aparelhos de fones de ouvido por mais de três ou quatro horas por dia. Quando perceber alguma alteração no ouvido, a pessoa deve procurar um médico.
Os fones de ouvido são considerados pelos médicos os mais prejudiciais porque carregam sons de até 120 decibéis diretamente para o tímpano, o equivalente à potência de uma turbina de um avião na decolagem, colaborando com o aparecimento de zumbido (som intermitente ou contínuo), antes mesmo de provocar alguma perda auditiva perceptível.
“Além dos problemas de audição, os abusos constantes de sons altos, aliados à crescente poluição sonora, causam irritabilidade, insônia, falta de concentração, agitação, taquicardia e ansiedade, entre outros sintomas”, afirma a otorrinolaringologista Tanit Ganz Sanches, do Grupo de Pesquisa em Zumbido do HC.
Segundo a médica, os jovens costumam utilizar os aparelhos em volume exageradamente alto, que chega a ser ouvido por outras pessoas ao seu redor.
“Outro agravante é que eles não acreditam em problemas futuros, já que não sentem nada no presente”, diz a médica.
A perda auditiva é um fenômeno mais comum do que podemos imaginar. Existem, no mundo inteiro, mais de 500 milhões de pessoas com problemas auditivos. Para o ano de 2015, estima-se que este número suba para 700 milhões. Os problemas de audição não estão associados apenas à velhice. 50% das pessoas com perda auditiva têm menos de 65 anos de idade, sendo que muitos são crianças e adolescentes.
O fato é que o alto som leva com ele a audição. Segundo pesquisas realizadas, boa parte dos jovens ouve música no iPod com sons entre 100 e 115 decibéis, quando o nível recomendado é sempre inferior a 60 decibéis.
O Comitê Científico Europeu de Riscos à Saúde realizou pesquisas e divulgou um estudo com os riscos que o uso de MP3 player pode trazer:
- o uso de fone intra-auricular (dentro do ouvido) favorece a perda de audição;
- adolescentes e jovens na casa dos 20 anos não percebem a diminuição da acuidade auditiva imediatamente. Os efeitos nocivos da música alta só serão percebidos em uma década ou quando entrarem na casa dos 30 anos;
- os grupos mais expostos a riscos são aqueles que ouvem MP3 player ao menos cinco horas por semana. Porém, os malefícios podem ser notados mesmo para quem ouve apenas 28 segundos por dia de música alta;
Dados alarmantes:
- Cerca de 15% a 20% da população em geral tem zumbido, sintoma que indica perda auditiva. No Brasil, significa algo em torno de 25 a 30 milhões de brasileiros. Destes, 15% se sentem incomodados com o barulho e procuram ajuda médica;
- Cerca de 30% a 35% das perdas de audição são creditadas à exposição a sons intensos, sejam eles em ambientes profissional ou em lazer (como shows ou aparelhos eletrônicos);
- A surdez relacionada à exposição a sons intensos é “cumulativa”. Uma vez cessado o fator causador (exposição a ruído), a perda de audição estaciona, mas não regride.
Principais queixas de um indivíduo com exposição intensa a ruídos:
- Zumbido;
- Dores de cabeça e de ouvido;
- Coceira;
- Sensação de ouvido tapado;
- Irritabilidade a sons intensos.
Dicas da Sociedade Brasileira de Otologia para proteger o ouvido:
- Deixe o volume do tocador de MP3 na metade do volume máximo do aparelho;
- Fique atento para que o som saído dos fones não seja ouvido pelos amigos ao redor;
- Evite ficar muitas horas seguidas ouvindo MP3;
- Ouça em apenas um dos ouvidos, em volume médio, para, inclusive, manter uma das funções importantes do ouvido que é o alerta;
- Alterne os lados para que os dois ouvidos possam descansar e ventilar;
– Procure um especialista tão logo seja percebida qualquer alteração da audição.
“As vezes, ouço o vento passar,
e só de ouvir o vento passar,
vale a pena ter nascido.”Fernando Pessoa
Saiba mais na Campanha nacional da Saúde Auditiva
Fontes: Correio do Brasil/Sociedade Brasileira de Otologia/Itu.com.br
Números do dia: US$ 53 milhões para se eleger um prefeito
O custo médio de uma campanha para prefeito nas últimas eleições foi de US$ 14 por voto e para vereador, US$ 8 por voto, segundo levantamento da Associação Brasileira de Consultores Políticos (Abcop), que reúne profissionais que trabalham em campanhas eleitorais.
Considerando esses valores, o custo da campanha do prefeito reeleito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), seria de US$ 53 milhões (R$ 116,6 milhões), multiplicando-se os US$ 14 pelos 3.790.558 votos que ele obteve no segundo turno.
Ainda seguindo esse cálculo, Marta Suplicy, candidata do PT, teria gasto US$ 34,3 milhões (R$ 75,5 milhões, equivalente a 2.452.527 votos). São Paulo é o maior colégio eleitoral do País, com 8,2 milhões de eleitores e, portanto, é onde se concentrariam os maiores gastos de campanha.
Leia reportagem completa no estadão – Link
Reflexão: insanidade humana e as notícias na mídia
Estas foram algumas notícias compiladas nos últimos dias, em um curto espaço de tempo. Não serão as últimas à respeito e tampouco as únicas.
Pode algo assim? Nem tive coragem de ler as matérias, somente o tópico já desencoraja qualquer um.
Então, é este o mundo, os seres humanos que colocamos no mundo? Este é o mundo que desejamos para nossos filhos? Para os nossos netos? Seja na Somália, no Iêmen, na terra da esperança de Obama, na sua cidade, no seu bairro, com seu vizinho?
Como no caso de crianças sendo jogadas pela janela…
Pessoas sendo arrastadas por carros…
Pessoas sendo assassinadas por pouco ou por quase nada, por um par de tênis, por uma dívida de 10 reais…
08.11.2008: Menino de oito anos mata pai e outro homem nos EUA
08.11.2008: Jovem acusado de matar os pais está cercado pela polícia
07.11.2008: Corpo de menina de 12 anos é encontrado em caixa
07.11.2008: Menina de 9 anos violentada pelo marido tenta separação no Iêmen
05.11.2008: Corpo de criança é achado em mala em Curitiba com sinais de violência sexual
03.11.2008: Menina de 13 anos morre apedrejada na Somália, diz Anistia Internacional
Então basta a mídia deixar de noticiar para nos poupar? Não é esta questão e tampouco devem os jornalistas, os veículos de comunicação tomarem uma atitude dessas, apesar de ser mais cômodo, afinal não é mais fácil se afastar de tudo isso, sendo algo fora de seu círculo de vivência? E se tudo isso um dia tornar-se parte de seu cotidiano?
O que falta é transmitir mais e mais amor, atitude, família, cultura, religião entre seus familiares, amigos, vizinhança, sociedade. Antes tarde do que nunca.
Tem algo errado e que não agrada nem um pouco, e esta sensação é um tanto desagradável. E você pensa o mesmo? Ou passa uma “borracha” com facilidade, assim como folheia o jornal em busca de uma notícia agradável?
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