Posts de Julho 30th, 2008|Página de posts diários

Paraná: foi instalado o maior aquecedor ecológico já construído no Brasil

Foi instalado no último dia 21 no município de Palmas, no Paraná, o maior aquecedor ecológico já construído no Brasil. Foram utilizadas 3,3 mil embalagens para a montagem, sendo 1,8 mil garrafas PET e 1,5 mil embalagens longa-vida. As garrafas utilizadas na montagem representam o reaproveitamento de aproximadamente 100 quilos de plástico.

A coordenação do projeto é da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hidricos do Paraná (SEMA), aproveitando um sistema criado pelo catarinense José Alcino Alano. O aquecedor está ajudando a diminuir gastos com o fornecimento de energia elétrica para esquentar cerca de 8 mil litros de água consumidos diariamente no alojamento da 15ª Companhia de Engenharia de Combate do Exército Brasileiro, onde vivem 50 soldados.

O secretário do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues, destacou os benefícios desse sistema alternativo de aquecimento.

“É uma energia que não traz impactos ao meio ambiente, é limpa. Evita que resíduos que podem ser reciclados ou reaproveitados se acumulem nos aterros, diminuindo a vida útil destes depósitos. E, ainda, quem o utiliza economiza dinheiro, pois seu uso reduz em 35% o valor da conta de luz”.

José Alcino Alano conta que desde 2004, recebe apoio do Programa Desperdício Zero, da Secretaria do Meio Ambiente, para divulgar sua obra, registrada como projeto-livre.

“É livre porque pode ser reproduzido sem finalidades comerciais, apenas para melhorar o meio ambiente e a qualidade de vida daqueles que precisam”, explicou.

O Paraná já possui cerca de 6 mil aquecedores, mas segundo o coordenador do Desperdício Zero, Laerty Dudas, esse número pode ser maior, pois são ministradas oficinas que formam muitos multiplicadores.

“O projeto caminha sozinho”. Os aquecedores estão sendo muito usados também para aquecer água para lavar galões de leite, além de dar banho nos animais.

Segundo Alano, para construir um aquecedor com capacidade para esquentar a água para banho de quatro pessoas, são utilizadas 240 garrafas PET e 200 embalagens longa vida, além de canos e conexões de PVC. Esses números levam o secretário Rasca Rodrigues a contabilizar que nos seis mil sistemas já existentes no estado, evitou-se que pelo menos 1,2 milhão de garrafas PET e quase 1,5 milhão de embalagens longa-vida fossem direcionadas aos aterros.

Dados da coordenadoria de Resíduos Sólidos da Secretaria do Meio Ambiente mostram que de cada 100 garrafas PET comercializadas no Paraná, apenas 15 são recicladas. Já o consumo de embalagens longa-vida chega a 400 milhões de unidades por ano, das quais 240 milhões são lançadas no meio ambiente, causando forte impacto ambiental.

José Alcino Alano, responsável também por um projeto em Santa Catarina, feito com 1,7 mil garrafas, explica como são construídos os aquecedores, conhecimento que é repassado nas oficinas que formam os multiplicadores.

“O sistema é o mesmo dos aquecedores solares produzidos industrialmente. A diferença é o material utilizado para montar o painel que aquece a água: garrafas PET, embalagens longa-vida e alguns metros de canos de PVC”.

Primeiro é preciso recortar as garrafas e caixas que irão formar o painel, depois pintar de preto os canos e embalagens longa-vida que irão absorver energia solar e transformá-la em calor. As garrafas envolvem os canos por onde passa a água e mantêm o calor através de efeito estufa. A água sai da caixa d’água em temperatura ambiente, passa pelo sistema, eleva a sua temperatura e volta para a caixa. Após seis horas, em média, nesse ciclo constante, a água pode chegar a uma temperatura de até 38 graus Celsius no inverno, e mais de 50 no verão.

Mais informações:

Clique aqui e baixe o documento que ensina a construir o Aquecedor Solar de Recicláveis (arquivo PDF).

[via Lúcia Norcio para Agência Brasil]

Cosmético da Brazilian Fruit de caipirinha faz sucesso na Europa.

Baseada em fragrâncias originais e com brasilidade, empresa paulista Gus & Vicki cria produtos inspirados na biodiversidade do País

Uma das bebidas mais características do Brasil, a caipirinha virou coqueluche na Europa nos últimos anos, nos bares e pubs de países como Alemanha, França, Espanha e Portugal. O drinque já mereceu até mesmo citação em filme do cineasta americano Woody Allen.

Na cidade de Mogi Mirim, em São Paulo, a marca Brazilian Fruit transformou o sabor tão celebrado da caipirinha em uma inovadora linha de produtos com hidratante, gel esfoliante e espuma de banho.


Na Índia, o que agradou os consumidores foi a linha de cosméticos de pitanga.

Além da caipirinha, a empresa Gus & Vicki, proprietária da marca Brazilian Fruit, exporta uma série de cosméticos baseados na rica flora brasileira. Frutas típicas do País dão o colorido e o odor de uma linha de produtos que há dois anos conquista consumidores de vários países.

Creme hidratante de açaí, sabonete de pitanga, manteiga hidratante de castanha-do-pará, sabonete em barra de cupuaçu, espuma de banho de guaraná e maracujá e gloss de banana compõem a variada lista dos cosméticos tropicais da Brazilian Fruit.

A Gus & Vicki surgiu há dez anos, conforme lembra a empresária Veronika Rezzani, sócia da empresa com o marido, Gustavo Rezzani. No começo a Gus & Vicki apenas fabricava produtos para outras empresas. Entre seus compradores está até uma multinacional americana.

“O cliente vem até nós, diz que tipo de produto deseja e produzimos, de acordo com as suas necessidades”, conta Veronika.

Em 2005, Veronika e Gustavo também decidiram investir na criação de uma marca própria.

“A idéia era trazer a brasilidade aos nossos cosméticos, tendo as frutas brasileiras como principal artigo, e competir no mercado externo com produtos adequados às normas internacionais”, lembra Veronika Rezzani.

No ano seguinte, a marca foi lançada na Cosmoprof, uma feira na cidade italiana de Bolonha e superou as expectativas dos fabricantes.

“A receptividade foi fantástica e pouco depois do evento já estávamos exportando para Portugal”, recorda a empresária paulista.

Vídeo na Cosmoprof North America las Vegas 2008 (em inglês):

A Gus & Vicki também já vendeu seus produtos para países como Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Índia, Estados Unidos, Espanha e França. Em um evento de lançamento da marca, em Barcelona, a renda com a venda de produtos atingiu o valor de seis mil euros e foi revertida para uma instituição que trabalha com crianças carentes na cidade mineira de Jesuânia.

Veronika ressalta que a responsabilidade social e ambiental constitui um dos elementos mais importantes na atividade da Gus & Vicki. Segundo ela, a empresa só compra insumos de fornecedores preocupados com a sustentabilidade. Ela também informa que em sua empresa, na medida do possível, tudo é reciclado. Materiais que sobram, principalmente plásticos, são doados para cooperativas de catadores.

Outra estratégia adotada na Vicki & Gus é o tratamento dos resíduos da produção para evitar a contaminação de lençóis freáticos nas proximidades da fábrica.

Ativos naturais
Segundo Veronika, exportar não é nada fácil para uma empresa de pequeno porte. Ela explica que constitui uma tarefa árdua se adaptar às exigências da legislação para registrar os cosméticos e aos perfis dos consumidores de outros países.

“Nossos produtos são elaborados levando em conta normas e exigências internacionais de formulação e regulamentação”, conta.

Ela frisa que esses produtos são dermatologicamente testados e possuem altas concentrações de ativos naturais.

Além disso, a empresária de Mogi Mirim informa que os rótulos da Brazilian Fruit trazem textos em inglês, francês, espanhol e italiano com até dois idiomas por embalagem.

Veronika diz que para cada país com o qual trabalha a linha de produtos vendida explora uma determinada fruta. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Brazilian Fruit vende cosméticos de açaí, devido ao crescimento do consumo pelos norte-americanos de produtos derivados da fruta amazônica. Já na Índia, o que agradou os consumidores, conforme conta Veronika, foi a linha de cosméticos de pitanga.

Caipirinha sem álcool
Ao falar sobre o carro-chefe da Brazilian Fruit, a sócia da Gus & Vicki lembra do difícil processo, com inúmeros testes, para criação da linha de cosméticos de caipirinha. Veronika criou o conceito da linha enquanto o odor foi concebido pela perfumista Elizabeth Maia.

A composição da linha de caipirinha se baseia em extrato de cana-de-açúcar e extrato de limão. Os produtos não levam álcool em sua fórmula.

“Quando as pessoas passam na pele, têm uma sensação de frescor e essa linha é unissex. Como a maioria dos nossos produtos, pode ser usada por homens e mulheres”, observa a empresária.

Ao falar da originalidade de seus produtos, Veronika aproveita para elogiar o trabalho de toda a indústria brasileira de cosméticos.

“Há muita gente séria exportando, preocupada com a sustentabilidade, e oferecendo artigos com diferencial. O Brasil é muito bom nessa área”, afirma.

A Gus & Vicki conta com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex/Brasil) para participar de feiras fora do Brasil. Veronika ressalta a importância de eventos como as feiras, mas frisa que para exportar o empresário precisa estar muito bem qualificado.

“Não adianta você só participar de uma feira e não ter condições de vender seu produto, afinal é um mercado onde há muita competição, inclusive com as grandes empresas”, alerta.

Veronika também aproveita para elogiar o trabalho desenvolvido pelo Sebrae. Ela revela que a Gus & Vicki surgiu a partir de um seminário Empretec, metodologia aplicada no Brasil pelo Sebrae.

“O Empretec é importante para quem sabe o que fazer porém não sabe como fazê-lo”.

Dentista de formação, a empresária lembra que desejava seguir carreira na área cosmética mas não sabia por onde começar.

Contatos com a Brazilian Fruit – (19) 3862-6111
E-mail: veronika@brazilianfruit.com.br

[via jornal DCI]

Leia também:

01.02.2009: Cosméticos fabricados com frutas tropicais e caipirinha fazem sucesso no exterior

Blogosfera: Mais da metade dos internautas brasileiros acessaram blogs em junho.

Pela primeira vez, o número de pessoas que acessam blogs ultrapassou a barreira de 50% da audiência da internet residencial, segundo dados do Ibope/Netratings.

Em junho, 51% da pessoas que acessaram a internet leram blogs, o que representa 11,7 milhões de leitores. No mês anterior, eram 11,4 milhões, 49,3% de quem navegava na web de suas casas.

“A ferramenta WordPress é a principal responsável por esse número”, avalia José Calazans, analista de mídia do Ibope/Netratings.

Segundo os dados do Ibope, o acesso a blogs com a ferramenta WordPress passou de 17,7% da audiência residencial em abril para 20,3% em junho, o que representa 4,6 milhões de visitantes únicos.

O Blogger ainda é a principal ferramenta de blogs, com alcance de 37,9%, ou 8,7 milhões de visitantes únicos.

Via IDGNow

Conheça a câmera digital máscara para tirar fotos embaixo d’água.

Interessante este produto da empresa americana Liquid Image, o Underwater Digital Camera Mask, com até 5 mp!

Em três formatos possíveis:

Este gadget custa em torno de US$100, o que é muito barato em comparação com um acessório extra para câmeras, caso queira tirar fotos underwater. O único incoveniente é a câmera específica para tirar fotos embaixo d’água, a não ser que você queira passar por maluco e ter isso no rosto em alguma festinha de aniversário…

Assim como o pãozinho, banana terá que se vendida por quilo.

Os consumidores do Estado de São Paulo não poderão mais comprar banana por dúzia, mesmo nas feiras livres. Uma lei, sancionada pelo governador José Serra e publicada no dia 24 no “Diário Oficial” do Estado, obriga os comerciantes a vender o produto só por quilo.

O texto da lei nº 13.174 afirma que a comercialização da fruta no Estado deverá ser feita com a indicação expressa do preço por quilo do produto, como é feito normalmente nos supermercados.

O preço deverá ser informado de forma clara, legível e em local visível. O valor também poderá ser fixado em embalagem, rótulos, selos ou etiquetas, quando houver. A lei vale para produtores, supermercados e feiras livres e, antes de entrar em vigor, deverá ser regulamentada por decreto.

O preço da banana nanica nas feiras da capital varia de R$ 1 a R$ 2,50, dependendo do tamanho. Nos mercados da região central, pode ser encontrada na faixa de R$ 1,29 o quilo. Para poder saber onde é mais barato, o consumidor deverá comparar frutas do mesmo tamanho.

Uma comparação feita pela reportagem com frutas de tamanho médio na região central mostrou que, no mercado, o quilo sai por R$ 1,29, e a dúzia, por cerca de R$ 1,90. Na rua, a mesma quantidade é vendida a R$ 2.

De acordo com o deputado Samuel Moreira, líder do PSDB na Assembléia Legislativa e autor do projeto, a lei é uma reivindicação dos produtores de banana do Vale do Ribeira. Para ele, há uma distorção no mercado que deverá ser corrigida pela lei, já que o produtor vende a banana por quilo, mas a fruta é comercializada por dúzia em feiras livres e em alguns supermercados.

Já os feirantes afirmam que não irão mudar a forma de comercializar o produto, que deverá continuar sendo vendido por dúzia. Na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), onde a fruta é comercializada no atacado, a venda é por caixas. O comerciante que não vender a banana por quilo poderá receber multa de R$ 297,60 a R$ 297.600.

Via Agora e Folha de São Paulo

Paraná registra a maior alta na produção industrial do Brasil.

O fato de o Paraná registrar a maior alta na produção industrial do Brasil – crescimento de 4,3% na variação entre abril e maio deste ano segundo o IBGE – é creditado pelo governo do Estado às políticas públicas de incentivos fiscais implantadas pelo governador Roberto Requião para atração de investimentos, aumento da produção e da geração de empregos.

Foi como definiu na terça-feira (15) o secretário estadual da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira, ao abordar o tema “Os benefícios fiscais oferecidos às empresas no Paraná”, durante reunião da Escola de Governo.

“Nos últimos 12 meses, o Paraná cresceu 11% sua produção industrial, superando a média brasileira de 6,7%”, apontou Moreira Filho.

Entre os Estados do Sul, comparou o secretário, o Paraná também apresentou larga vantagem já que, de acordo com o IBGE, Rio Grande do Sul (-4,2%) e Santa Catarina (-3,1%) tiveram desempenho negativo.

Para o governador Roberto Requião, o Paraná bate os principais índices econômicos do país pela transparência em sua política pública para atração de investimentos.

“Nenhuma empresa estrangeira recebe incentivos diferentes de empresas nacionais. Acabamos com o tempo do clientelismo, das reuniões particulares e de gabinetes onde empresas do exterior recebiam benefícios fantásticos. Trabalhamos com a limpeza absoluta”.

PROGRAMAS – Entre os destaques das iniciativas para o crescimento industrial no Paraná está o programa Bom Emprego, que oferece dilação no prazo de pagamento do ICMS para empresas que se instalam ou ampliam empreendimentos no Estado.

O programa já contempla 90 empresas de grande porte em todo o Paraná, espalhadas em 42 municípios, com benefícios concedidos acima de R$ 3,17 bilhões. Os investimentos destas empresas estão estimados em R$ 2,5 bilhões, o que permitiu a geração de 14,5 mil empregos diretos e 41 mil indiretos.

Com a duração de 8 anos, compreendendo 4 anos de dilação e mais 4 anos para recolhimento de parte do ICMS, o Bom Emprego surgiu também reativar estabelecimentos comerciais, preservar o meio ambiente e descentralizar investimentos para regiões mais necessitadas. Para isso, quanto mais pobre o município, maior é o incentivo à indústria que nele se instala.

Outro programa da Secretaria da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul de destaque é o de Barracões Industriais. Executado em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Agência de Fomento, o programa garante espaço para a criação e o desenvolvimento de microempresas.

“Já foram construídos e ocupados 115 barracões que, juntos, foram 89 mil metros quadrados de área e investimentos de R$ 21 milhões, além da geração de 3.400 empregos diretos e 4.600 indiretos”, informou o secretário Virgílio Moreira Filho.

As indústrias beneficiadas atingem um faturamento anual de R$ 220 milhões.

Via Agência Estadual de Notícias do Estado do Paraná

Melitta: 100 anos e receita de R$ 3,3 bilhões.

Apesar de comemorar seus 100 anos de existência, a alemã Melitta não fará nenhuma campanha publicitária para celebrar a data. Segundo Isabel Tarsitano, diretora de marketing da marca, a empresa está lançando dois novos produtos: a linha de cafés Melitta Sabor da Fazenda e o Coador 60 Unidades.

“Estamos com ação em pontos-de-venda, que é o nosso forte, e com a campanha do Melitta Sabor da Fazenda – criada pela Fischer América, lançada no primeiro semestre e que se extenderá para o segundo semestre”, diz Isabel.

De acordo com Bernardo Wolfson, presidente da Melitta Brasil, o faturamento em 2007 foi de R$ 3,3 bilhões, sendo que R$ 534 milhões são apenas da filial brasileira, um incremento de 25,5% em relação a 2006. Para 2008, a expectativa de crescimento no País é de 4% a 6%.

“Hoje, o Brasil é a segunda filial em todo o mundo, perdendo somente para a matriz, na Alemanha. E nossa expectativa é crecer entre 30% a 40% nos próximos três anos”, disse.

O presidente também informa que serão investidos R$ 500 milhões em toda a companhia nos próximos cinco anos, principalmente no Brasil, Leste Europeu, Rússia e Japão. Esse investimento será feito em novas instalações, aumento de capacidade de produção, controle de qualidade e, principalmente, inovações.

Desde 2002, a Melitta investiu R$ 150 milhões em pesquisas, desenvolvimento de produtos e comunicação.

“O clima econômico no Brasil é encorajador. Vemos perspectivas excelentes em longo prazo e grande potencial para o grupo no País”, disse um dos presidentes globais da empresa, Thomas Bentz.

Segundo Bentz, o alta nos preços das matérias-primas e energia estão afetando os negócios e reduzindo as margens da empresa.

“Nós poderíamos repassar os preços e penalizar o nosso consumidor, mas não faremos isso por enquanto. No momento, é difícil falar em porcentagens e em quanto isso impacta nossos negócios”, diz Bentz.

A produção e exportação de café representa 70% dos negócios da Melitta no Brasil. O restante é em acessórios e filtros para café e sacos para aspirador. A empresa exporta café verde brasileiro desde 2006 para a Alemanha, onde está sua sede, e para outros países da Europa. Os volumes não foram informados.

“Os embarques de café verde são mais um suporte para a empresa”, afirma Bernardo Wolfson, presidente da Melitta Brasil.

A Melitta é a líder no mercado de cafés embalados a vácuo no Brasil, com 34% de participação, e é a segunda maior em cafés torrados e moídos. A subsidiária brasileira também embarca café torrado e moído para países da América Latina como Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

Via Propmark e DCI