Posts de Julho 25th, 2008|Página de posts diários

Smart Seg: novo serviço prestado pelo Bradesco Seguro Auto.

É um serviço que não vai se espalhar, mas em nichos, bairros específicos isso pode muito bem acontecer. De qualquer forma o ganho de imagem com um serviço desses é inevitável – não é a toa que a marca Bradesco é a mais valorizada no Brasil segundo a BrandAnalytics Consultoria. Inovação em serviços, inovação em atendimento ao cliente, faz toda a diferença.

Leia texto retirado do site da empresa:

Bradesco Auto/RE lança Segway no atendimento aos Segurados.

A Bradesco Auto/RE lança mais um serviço para facilitar o dia-a-dia do Segurado, o Smart Seg (Serviço Monitorado de Atendimento Remoto no Trânsito). Esse novo sistema de socorro rápido ao veículo do Segurado, que tem no Segway seu meio de locomoção ágil e não poluidor, é ideal para atendimento a panes leves, como recarga de bateria ou troca de pneus.

Imagem do Segway original. Via Projects Olin Edu

O aparelho é usado para atendimento aos Segurados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Inicialmente, 30 unidades passam a integrar a frota de assistência, já existente, de Fiorinos e guinchos nessas cidades.

“Hoje, o grande diferencial do seguro de automóvel são os serviços. E o Segway se encaixa muito bem em nossa proposta de oferecer uma opção ágil e moderna de atendimento ao Segurado”, explica Ricardo Saad, Diretor Geral da Bradesco Auto/RE.

O Rio de Janeiro conta com dez equipamentos, que circulam todos os dias pela orla da Lagoa Rodrigo de Freitas e das praias, na faixa do Leme ao Leblon e na Barra da Tijuca. Já na capital paulista, o atendimento é realizado com 20 unidades espalhadas pelos parques Ibirapuera e Vila Lobos, nos fins de semana e feriados, e nas avenidas Paulista e Brigadeiro Faria Lima, de segunda a sexta-feira. O serviço está disponível das 8h às 18h.

O Segway está aparelhado com um kit socorro composto por 1 recarregador de 12 volts, 1 cone sinalizador e 1 jogo de ferramentas básico para atendimento emergencial. Porém, se ao chegar ao local e constatar que o caso requer a remoção do veículo para uma oficina, o atendente do Segway fará contato imediato para acionar um guincho.

Imagem Portal da Propaganda

O executivo-chefe da General Motors rebate informações sobre concordata.

De qualquer forma a situação da empresa é preocupante e um claro sinal do mercado de que a empresa precisa mudar drasticamente. A era da bonança e liderança folgada com rentabilidade ficaram para trás, bem para trás. Leiam a reportagem:

O executivo-chefe da General Motors Corp, Rick Wagoner, rejeitou a noção de que a montadora pode em breve entrar com pedido de concordata e também disse que a companhia não tem planos para vender ou fechar mais de suas marcas.

“Sob qualquer cenário que possamos imaginar, nossa posição financeira, ou posição de liquidez, permanecerão robustos até o restante deste ano”, disse Wagoner.

Ele disse que a companhia tem muitas opções para reforçar suas finanças depois de 2008, embora tenha declinado em esboçá-las. Wagoner também disse que não tem planos para descontinuar mais de suas marcas, dizendo que o foco da companhia está no desenvolvimento de suas marcas para torná-las mais rentáveis e preencher as necessidades do consumidor.

Atualmente, a GM vende veículos sob 8 diferentes marcas, mas a maioria – incluindo o Buick, Saturn e o Saab – enfrentam dificuldade em atrair compradores apesar de oferecerem novos modelos que custaram a GM milhões de dólares em desenvolvimento. A montadora já decidiu colocar sua divisão Hummer à venda.

Agência Estado

Leia mais sobre a GM aqui no blog:

A General Motors pode ir à falência?

General Motors abre 400 vagas em Mogi das Cruzes e Sorocaba.

General Motors: Mudar para não morrer…

General Motors vs. Toyota. Porque pouca importa saber quem é a maior montadora do planeta.

GM adquire terreno em Joinville por R$ 20 milhões.

A italiana Brembo vai instalar fábrica no estado de São Paulo.

Especializada em sistemas de freio, a italiana Brembo vai construir uma nova fábrica no Brasil. De acordo com o presidente da Brembo do Brasil, Gianfranco Panizzoli, o investimento na nova unidade será de R$ 60 milhões a R$ 100 milhões. A empresa oficializou também a parceria com a Magneti Marelli Cofap Autopeças, para a distribuição de produtos no mercado de reposição.

Apesar de não informar a cidade, o executivo afirma que a nova fábrica será instalada em um perímetro de até 150 km da capital paulista, ou seja, abre margem para a especulação em cidades como Campinas, Sorocaba ou, até mesmo, na região do Grande ABC. A produção da fábrica terá início em junho de 2009. Segundo Panizzoli, a construção da unidade será feita em cerca de seis meses.

Leia mais em reportagem do Portal G1 aqui.

Estande da Ford: escultura em gelo do Ford Focus Coupé-Cabriolet

Uma escultura de seis toneladas e meia do Ford Focus Coupé-Cabriolet – feita inteiramente de gelo foi a maneira da empresa chamar a atenção para seu estande.

Foi elaborado em duas semanas em um freezer gigantesco com ferramentas especiais do Japão e da América do Norte.

Bacana que o carro original é movido a bio-etanol como você pode ver na última foto. Ou é um protótipo da empresa.

O cotovelo da moça deve ter grudado na foto…



[via Blog The Contaminated]

Ricardo Eletro: A noiva da vez no setor varejista de eletrodomésticos e eletroeletrônicos.

A rede mineira Ricardo Eletro está na mira de grandes grupos de varejo nacionais e estrangeiros. O Pão de Açúcar e a rede Elektra, mexicana controlada pelo empresário Ricardo Salinas, deram início a disputa bilionária pela agressiva empresa de eletrodomésticos e eletroeletrônicos que nasceu com apenas 20 metros quadrados em Divinópolis, na Região Central de Minas, em 1989, e deve fechar o ano com 280 unidades em oito estados e no Distrito Federal, com faturamento previsto de R$ 2 bilhões.

A estimativa é de que o negócio da compra da Ricardo Eletro envolva cifras próximas de R$ 1 bilhão. A informação foi divulgada terça-feira, 22.07, pela Revista Época Negócios. Porém, a Ricardo Eletro não confirma a existência de nenhuma negociação. Na terça-feira, o empresário Ricardo Nunes, proprietário da rede, foi procurado, mas não se pronunciou. Ele está em viagem na Turquia.

A aquisição da Ricardo Eletro pode ser interessante para o Pão de Açúcar porque o grupo já divulgou estratégia de diversificação. A tradicional rede supermercadista, inclusive, já vem anunciando em apresentações a analistas o interesse em reforçar a posição no segmento de eletroeletrônicos com a compra de uma marca forte. Já para a Elektra, rede mexicana que começou a operar no Brasil em março deste ano, o negócio pode representar uma aceleração no processo de expansão no país. Até então, o grupo tem apenas duas lojas próprias no Nordeste.

A Ricardo Eletro está entre as mais agressivas redes de eletroeletrônicos do país. Os sócios-fundadores, os irmãos Ricardo e Rodrigo, têm afirmado em entrevistas que desde 2004 a rede cresce 50% ao ano. No ano passado, comprou a Lojas Mig, com sede em Uberlândia, e passou da quinta para a quarta posição no ranking de seu segmento.

Com a aquisição da Lojas Mig, a Ricardo Eletro se fortaleceu e passou a marcar presença no país, disputando o mercado com as grandes empresas do setor: Ponto Frio, Magazine Luiza e Casas Bahia. Antes da aquisição, a Ricardo Eletro já tinha forte presença em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Sergipe. Com o negócio, passou a atuar em Goiás, Distrito Federal e no interior de São Paulo. Em março, a rede anunciou um agressivo plano de expansão no Rio de Janeiro que prevê a abertura de uma centena de lojas até o final do ano. Hoje, a rede só não tem lojas no Sul do país e na capital paulista. O fato de estar fora de mercados tão importantes é visto como um trunfo a mais pelos interessados, pois a Ricardo Eletro ainda teria fôlego para crescer.

Segundo fontes que acompanham as negociações, um dos fatores que vem retardando a definição do negócio é a pressão do banco HSBC, parceiro da Ricardo Eletro na concessão de financiamentos. A mexicana Elektra tem sido muito agressiva em suas propostas, mas se a rede for adquirida pelo mexicano Salinas, a tendência é de que o banco seja descartado, pois o principal negócio da Elektra é a concessão de serviços financeiros. No caso do Pão de Açúcar, haveria flexibilidade em negociar a permanência do banco. Procuradas, as duas empresas também não comentaram o negócio.

[via Portal UAI]

Atualizando em 04.02.2009 em reportagem do jornal DCI:

Ricardo Eletro abrirá mais 48 lojas este ano em aporte de R$ 34 mi
A quarta maior cadeia de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis do País, a Ricardo Eletro, decidiu na semana passada a aprovação de um forte plano de abertura de lojas este ano, cujo alvo principal será o Estado do Rio de Janeiro. A previsão é que até o final do ano sejam aplicados R$ 34 milhões apenas na abertura de 48 unidades.

Os irmãos Ricardo e Rodrigo Nunes, controladores da varejista mineira, desejam alcançar faturamento de R$ 2,4 bilhões, cifra 26% maior na comparação com o anterior. De acordo com Ricardo, presidente da empresa, “até o momento a empresa conseguiu garantir os resultados, por isso desenhou um forte plano de crescimento para o ano.” Os investimentos programados serão mantidos e se for necessário serão feitos ajustes.

A companhia afirma que o aporte destinado às novas lojas é oriundo de caixa próprio. Apenas as operações financeiras que são realizadas com suporte da Losango, do HSBC, qual tem em disponível aos clientes em linha global de crédito na casa dos R$ 400 milhões. A respeito de uma mudança no comportamento de consumo do cliente, de buscar itens mais baratos, o vice-presidente da rede, Rodrigo Nunes, disse, em janeiro, que ainda não detectou alteração nos hábitos de compras.

No ano passado, a Ricardo Eletro decidiu investir no Rio de Janeiro, fazendo frente a outras redes tradicionais, principalmente como o Ponto Frio. Desde abril já foram abertas 26 lojas e um centro de distribuição, que consumiram mais da metade do investimento de R$ 90 milhões aplicados em todo o ano.

Atualmente, formada por 262 lojas e podendo ultrapassar as 310 até o fim do ano, a varejista, no mercado há 19 anos, “está com boa saúde financeira tanto que ‘namora’ duas outras varejistas no Sul e Sudeste, além de outra possibilidade no Nordeste”, contou o vice-presidente.

Ainda sobre o ano passado, Rodrigo diz que a Ricardo Eletro chegou a conversar com o Grupo Pão de Açúcar para estabelecer uma joint venture, porém, não houve avanço. Ele descarta a ideia de vender os negócios da família, “mas, se houver oportunidade, podemos unir forças com outra rede varejista”, destacou o executivo.

Leia mais sobre a Ricardo Eletro aqui no blog:

Conheça Ricardo Nunes, o proprietário da rede varejista Ricardo Eletro.