Posts de Julho 14th, 2008|Página de posts diários

Blogosfera: Artigo patrocinado deve sim ser destacado.

Tem rolado algumas discussões sobre o assunto em alguns blogs, mas achei bem bacana da parte do blog O Velho em destacar que determinadas matérias, artigos são patrocinados, ou em outras palavras post pago.


Type-D: Novo concept car da marca Audi.

O Type-D é um carro conceito de Lukas Vanek, um jovem designer da República Checa. Em 2008 Vanek formou-se pela Europeo di Design (IED) em Torino, na Itália.

Antes destes estudos Vanek tinha terminado um curso de mestrado em desenho industrial pela Universidade TBU em Zlin, onde foi-lhe atribuída uma bolsa para estudar no IED.

O Type-D foi inspirado no antigo Auto Union (vovô da atual marca Audi), os carros de corrida da década de 1930. Estes carros, pilotados por alguns dos melhores pilotos do mundo, estavam na vanguarda da tecnologia em automóvel. A sobre-alimentação dos motores desenvolviam, pasmem, quase 550 cavalos, e o poder de giro das rodas da retaguarda em mais de 100 mph. Nas mãos dos condutores como Hans Stuck, Tazio Nuvolari, e Bernd Rosemeyer a Auto Union ganhou vários Grand Prix.

O carroceria do Type-D foi construído a partir de dois materiais diferentes. Compostos de fibras de carbono fornecem o apoio estrutural e rigidez, ao mesmo tempo que conferem ao metal exterior um acabamento simples e autêntico. Por trás do banco central do motorista tem um motor de 6,5 litros de doze cilindros que produzem assombrosos 650 cavalos (478 Kw). A proposta de velocidade máxima para o Audi Type-D é de aproximadamente 186 mph (300 km/h).

Enquanto o Type -D tem a sua concepção influenciada por carros com mais de 70 anos de idade, mas que geram uma aparência elegante e contemporânea, ao mesmo tempo, os elementos estilosos como a faixa central com LED taillight na traseira, e fibra de carbono exposta na coluna do centro, pouco visível, e o spoiler traseiro em fibra de carbono dão ao carro conceito um ar próprio do século XXI.




Vídeo com protótipo do Type-D 1939 no leilão da Casa Christie’s

Via o excelente Diseno-Art

A demanda por gestores brasileiros está em alta.

O primeiro semestre foi extremamente positivo para os executivos brasileiros. De acordo com o levantamento realizado pela Gazeta Mercantil junto a cinco consultorias ligadas à área de recursos humanos, de janeiro a junho o número de vagas para gestores aumentou substancialmente em todos os mercados, na comparação com o mesmo período de 2007.

A DBM Brasil, por exemplo, detectou uma elevação de mais de 60% nos processos seletivos no semestre, em relação ao ano passado.

Leia mais em reportagem do Jornal Gazeta Mercantil aqui.

Grupo Brasil: em 8 anos um faturamento de R$ 1,5 bilhões

O Brasil dos últimos anos vem concebendo uma conjuntura de fatores possibilitando a alguns empreendedores um feito e tanto. O Grupo Brasil é um deles e, grata satisfação, tem conseguido “surfar” na pujança atual do mercado automobilístico. Leia a reportagem a seguir:

Eles fazem parte de um grupo discreto de empresários que não gosta de badalações e nem de aparecer na mídia. Em apenas oito anos, construíram um grupo que fatura R$ 1,5 bilhão com cinco empresas do setor de autopeças. A sexta unidade está sendo incorporada agora, com a compra da Karmann-Ghia, um ícone da indústria automobilística nos anos 60. A maioria delas estava em dificuldades. Foram reestruturadas e hoje dão lucro.

O advogado Sebastião Luis Pereira Lima e o administrador de empresas Antônio Campello Haddad prestavam consultoria em gestão industrial e na compra e venda de empresas em dificuldades. Em 2000, ao invés de intermediar um negócio, ficaram com ele. Era o início do Grupo Brasil, hoje com 7,2 mil funcionários.

Desde então, a cada dois anos uma nova empresa foi sendo adquirida pelos sócios e a perspectiva é de continuar crescendo.

“Estamos sempre avaliando novas aquisições”, diz Haddad.

A cada ano, pelo menos uma dezena de empresas são analisadas, segundo ele. Fechar ou não o negócio depende das condições da oferta: a preferência é por empresas que estejam em baixa no mercado, mas com potencial de reversão do problema.

A Metalúrgica de Tubos de Precisão (MTP), a primeira empresa do grupo, era uma divisão de tubos deficitária para a Mannesmann, que decidiu se desfazer do negócio. Lima e Haddad foram chamados para avaliar a venda. Acabaram formando uma sociedade e ficaram com a empresa, instalada em Guarulhos (SP).

“Compramos a prazo, pois não tínhamos capital”, lembra Haddad.

A própria direção da Mannesmann financiou o negócio que, quatro anos depois passou a operar no azul.

Naquele ano, quando os brasileiros compraram menos de 1,5 milhão de veículos, os sócios do Grupo Brasil apostaram que o mercado iria mudar e chegaria à casa de 3 milhões de unidades, previsão que será concretizada este ano.

“Decidimos focar no setor metal-mecânico para atender às autopeças“, diz Haddad.

Segundo o executivo, todas as empresas compradas “eram o zero depois da vírgula de grandes corporações”, unidades que não faziam parte do negócio principal ou davam prejuízos. No ano passado, garantiram lucro líquido de R$ 28,5 milhões ao grupo, 195,6% a mais que no exercício anterior.

Em 2002, outro grande grupo, a Acesita, colocou à venda a Sifco, sua unidade de peças forjadas de Jundiaí (SP), pois queria concentrar sua atuação na área de aço inox. O Grupo Brasil disputou e ficou com a divisão, que apresentava baixa rentabilidade.

“O negócio não teve preço; assumimos os débitos com bancos e fornecedores”, explica Haddad. “Nos especializamos em forjados para suspensão de caminhões e ônibus, agregamos valor ao produto e hoje temos quase 100% do mercado.”

Junto com a Sifco, o grupo assumiu a Westport, um braço de distribuição de produtos da marca nos Estados Unidos.

A Alujet, comprada em 2004 de um grupo nacional que saiu do ramo automobilístico, produzia 28 mil rodas por ano em Vinhedo (SP) e hoje faz 60 mil. Com capital nas mãos, os sócios pagaram à vista, assim como fizeram com a fundição BR Metal, pertencente à ThyssenKrupp, que abandonou essa atividade no Brasil e em outros países há dois anos – as fábricas de Barra do Piraí (RJ) e Matozinhos (MG) foram incorporadas ao Grupo Brasil.

Paralelamente ao setor metalúrgico, os sócios entraram no ramo plástico, com a Vulcan e a Alkor Draca. Para administrar os dois negócios, criaram a holding Brascon, com a divisão metalúrgica administrada pelo Grupo Brasil e a divisão de plásticos sob o guarda-chuva da ILP.

[via Agência Estado]