Máfia dos combustíveis no Rio de Janeiro.

É de se espantar mesmo com a facilidade com que a quadrilha vinha trabalhando para lesar o consumidor. A pergunta que fica é a seguinte: Mesmo prendendo todo mundo os consumidores vão ficar livres destas trapaças? Difícil de acreditar…assim como é difícil não acreditar que em outras regiões do País não esteja acontecendo isso, talvez seja um dos motivos que multinacionais como Texaco e Esso estejam debandando do varejo nacional.

“Já cansei de falar. Os clientes aí da Baixada, você xinga, trata mal e eles vão embora pedindo desculpa, achando que ‘tão’ errados. Na Tijuca é diferente. O pessoal sabe os direitos que tem.”

O discurso preconceituoso é de Cláudio Seixas Neto, um dos seis integrantes da máfia de adulteração de combustíveis presos quinta-feira, 03.07.

Na conversa telefônica — gravada com autorização judicial —, ele ensina a filosofia da quadrilha que domina 35 postos no Rio de Janeiro, em Niterói e na Baixada Fluminense. Quanto menor o poder aquisitivo da região, pior a qualidade do produto à venda.

Leia mais, inclusive com parte do diálogo da quadrilha, em reportagem do jornal O Dia do Rio de Janeiro aqui.

Leia mais sobre os problemas com postos de combustíveis aqui no blog:

O problema dos postos clonados em São Paulo.

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  1. [...] Máfia dos combustíveis no Rio de Janeiro. [...]


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