Posts de Julho 7th, 2008|Página de posts diários
O problema dos postos clonados em São Paulo.
É o fim da picada, até clone de posto de combustível existe! No começo era chinelo, pilha, caneta vindo, boa parte, da China Continental, agora o crime começa se espalhar e criar raízes em lugares que nem poderíamos imaginar.
Segundo levantamento divulgado pelo Sindicom, sindicato que reúne as distribuidoras de combustíveis, a bandeira mais copiada é a BR, com 30 postos, seguida por Esso, com 18, Ipiranga, com 16, e Shell, com 10 postos.
O Instituto Nacional de Defesa do Contribuinte e do Cidadão (INDC) vai enviar uma carta pedindo providências à Agência Nacional de Petróleo (ANP), a única que pode interditar os postos. Segundo Silvia, além de enganar os consumidores, os proprietários desses postos clonados sonegam impostos.
Caso haja suspeita de clonagem, o próprio cidadão também poderá informar à ANP pelo telefone (0800 970 0267).
Leia mais em reportagem do O Globo aqui.
Leia mais sobre os problemas com postos de combustíveis aqui no blog:
Máfia dos combustíveis no Rio de Janeiro.
É de se espantar mesmo com a facilidade com que a quadrilha vinha trabalhando para lesar o consumidor. A pergunta que fica é a seguinte: Mesmo prendendo todo mundo os consumidores vão ficar livres destas trapaças? Difícil de acreditar…assim como é difícil não acreditar que em outras regiões do País não esteja acontecendo isso, talvez seja um dos motivos que multinacionais como Texaco e Esso estejam debandando do varejo nacional.
“Já cansei de falar. Os clientes aí da Baixada, você xinga, trata mal e eles vão embora pedindo desculpa, achando que ‘tão’ errados. Na Tijuca é diferente. O pessoal sabe os direitos que tem.”
O discurso preconceituoso é de Cláudio Seixas Neto, um dos seis integrantes da máfia de adulteração de combustíveis presos quinta-feira, 03.07.
Na conversa telefônica — gravada com autorização judicial —, ele ensina a filosofia da quadrilha que domina 35 postos no Rio de Janeiro, em Niterói e na Baixada Fluminense. Quanto menor o poder aquisitivo da região, pior a qualidade do produto à venda.
Leia mais, inclusive com parte do diálogo da quadrilha, em reportagem do jornal O Dia do Rio de Janeiro aqui.
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