Posts de Abril 3rd, 2008|Página de posts diários
Metrô-SP inicia operação com caminhões, “terra-via”, que rodam sobre trilhos.
Os cinco caminhões e duas picapes são destinados na agilização dos serviços de manutenção da rede. Os veículos denominados “terra-via”, podem rodar nos trilhos do Metrô e também andar normalmente pelas ruas.
O investimento nos sete veículos foram de R$ 2,2 milhões para as operações nas diversas atividades de manutenção preventiva e corretiva nas linhas do Metrô.

O governador José Serra participou da inauguração do “terra-via”.
O governo estadual promete novas aquisições de equipamentos “terra-via”. Serão sete caminhões de via e três picapes rodoferroviárias até o final de 2009, num investimento total de R$ 4 milhões. Com o investimento, segundo o estado, o Metrô atende as 21 medidas adotadas desde o final de janeiro para evitar ocorrências que causem transtorno à população até que seja efetivada a renovação dos equipamentos e da frota metroferroviária prevista no Plano de Expansão do Transporte Metropolitano.
Manutenção
A equipe de manutenção do Metrô, composta de cerca de 350 funcionários, trabalha no intervalo da operação comercial, entre 1h e 4h da madrugada. Eles se revezam em turnos ao longo de seis dias na semana, sendo que o sétimo é destinado a treinamentos. Os serviços de rotina incluem desde solda e substituição de trilhos desgastados à lubrificação da via.
Fotos e informações do Governo do Estado de São Paulo e da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e Canal do Transporte.
Embalagens de produtos alimentícios: Propaganda vs. realidade.
Alguns projetos estão comparando as fotos indicativas nas embalagens e o que realmente o consumidor está adquirindo e vai consumir!
Surpresas? De certa forma seria algo meio óbvio a constatação que a fotografia publicitária faz milagres! A incredulidade fica por conta de alguns produtos que simplesmente desafiam a imaginação, a lógica e o bom senso.
Tirar fotos de alimentos é um trabalho difícil a ponto de alguns profissionais se especializarem em produtos alimentícios em face das dificuldades inerentes aos produtos. Que o diga uma amiga fotógrafa, a Dani!
O grande desafio então seriam as empresas deixarem de iludir os consumidores, apesar da expressão: “comer com os olhos” ser imprescindível hoje em dia nas gôndolas dos mercados.
O projeto da West Virgina Surf Report. Fast Food: Ads vs. Reality. Veja mais fotos aqui.
Ou veja o vídeo
McDonald’s Sausage Breakfast Burrito


Burger King Enormous Omelet Sandwich


McDonald’s Filet O Fish Sandwich


Vídeo do alemão Projekt 1 (Pundo3000.com)
Todas as fotos do Projekt 1 aqui. Eles analisaram ou melhor fotografaram 100 produtos!
E aqui no Brasil, alguém se habilita em fazer?
Via Neatorama
Declaração de Nizan Guanaes: ABC. O Brasil mais internacional é o Brasil mais nacional.
Você pode gostar ou não gostar de mim. Mas você ganha com o que eu estou fazendo. O ABC é o Brasil no mundo.
E não só assistirmos ao mundo dominando o Brasil. O mercado brasileiro é totalmente dominado pelas multinacionais. As Big Four têm 57% do mercado mundial.
Com tamanho volume nenhum cliente, nenhum profissional brasileiro é insubstituível para elas. Com tamanho volume tudo é substituível. E como o grande volume de negócios fica na parte de cima do mundo eles podem dar os países debaixo do Equador de brinde aos clientes.
Só que agora com os BRIC não é mais assim. Pra entrar na China é preciso ter um parceiro local. Na Índia também. Na Rússia também. Vamos lá, gente, chegou a nossa hora. Nós temos que fazer o mesmo no Brasil. Renacionalizar nosso mercado.
Não estou dizendo que aqueles que venderam suas agências estão errados. Eu sou um deles. Eu vendi a DM9 ao grupo DDB. E tenho a maior admiração pelo John Wren, Martin Sorell e Maurice Levy. Sou parceiro do Grupo DDB e quero continuar sendo sempre.
Só que eu também tenho admiração pelo Geraldo Alonso, Mauro Salles, Petrônio Correa, Alex Periscinoto e Luis Macedo. E acho que nós (eu muito, inclusive) fomos relapsos com a obra deles. E temos que nos agruparmos para defender nosso mercado. Está na hora de deixar de ser burro, de deixar de desvalorizar nossa classe. E colocar os pingos nos is.
O Marcello Serpa não é o melhor diretor de arte do mundo? É. Washington Olivetto não é o melhor criativo brasileiro de todos os tempos? É. A campanha da Skol não é uma obra-prima? É. O Luca Cavalcanti não deu uma virada no Bradesco com o seu talento e do Alexandre Gama? Deu.
Então, vamos ser inteligentes e celebrar a excelência do nosso trabalho. Porque excelência do trabalho alheio, também, afirma nossa profissão. Está na hora de comprar. E não de vender. De se juntar, de investirmos juntos. E não de nos dividirmos. De comprar empresas lá fora. De colocar o Brasil no mundo. Eu nunca vi um sujeito tão espetacular como o Dalton Pastore. O sujeito é um líder, uma pessoa íntegra e o líder que pode com a serenidade e a paciência dele liderar a nossa indústria. Então está na hora de nós nos juntarmos em torno dele. E esquecendo nossas diferenças pensar no Brasil.
Como o Japão pensa no Japão (e o Japão tem o modelo do Brasil).
Não é à toa que as duas únicas empresas não anglo-saxônicas na lista dos 10 maiores conglomerados de comunicação são japonesas. É preciso que outros grupos como o ABC e o Grupo Total consolidem a propaganda brasileira. Vamos aproveitar o Real forte. Vamos proteger nosso mercado.
Bureau de mídia, o cacete. Viva o Conar, a BV, e tudo de bom que estas instituições construíram. Todos os negócios do mundo têm BV. Inclusive os bureaus de mídia.
Desafio. E quero saber qual é a empresa que não tem BV? Que se apresente aquela que não, que eu quero debater com ela. Sei que me exponho em fazer isto. Mas se todos nós temos que morrer um dia… que seja pelo menos por uma boa causa. E se nós não defendermos nossa profissão vamos morrer do mesmo jeito.
Senhores, vamos ao mundo. O grupo ABC já é um dos 50 melhores grupos de marketing do mundo. Como será brevemente publicado pela AdAge. Eu quero ser um dos 10 maiores. E que vantagem você leva com isso? Se você trabalha na Omnicom, na WPP, na Publicis e na Interpublic, quanto mais competição, mais valorizado você é. Se você não trabalha, idem.
Vamos lembrar mais uma vez que essas empresas competentemente controlam 57% do mercado mundial. E que as únicas empresas não anglo-saxônicas entre as 10 maiores são a Dentsu e Hakuhodo. São por quê? Porque o Japão adotou o modelo brasileiro. Então vamos atrás dos japoneses.
Tenho trabalhado com gente altamente madura na publicidade. Luiz Lara, Roberto Justus, Sergio Amado, Bob Costa, Petrônio Correa, nosso fabuloso Dalton Pastore e mais recentemente Adriana Cury. Vocês não têm idéia do tempo e dedicação que esses caras têm dado ao negócio de propaganda. Muitos deles trabalham em múltis, mas amam nosso mercado. Porque amam suas profissões. E é isso que temos de fazer, profissionalizar a publicidade.
Pensarmos como empresários. Porque só um mercado forte pode proteger a criatividade brasileira e torná-la competitiva no mundo.
Arigatô!
[via Propmark]
Como de costume um excelente texto de um excelente redator e publicitário e, como estamos vendo, um empresário visionário e com uma baita vontade de vencer. Porque os limites podem ser ultrapassados sempre.
E na posição que ocupa vem fazendo o seu papel: instigar, cutucar aqueles que se acomodaram nos louros em terras tropicais. Realmente, porque não ir além?
Em entrevista ao editor Maurício Lima da revista Exame, o empreendedor Nizan Guanaes diz como quer transformar o grupo que dirige, o ABC, num dos maiores do mundo, e seu desafio é estabelecer uma cultura de gestão eficiente
Programa de rádio Jornal Pulo do Gato completa 35 anos
O programa apresentado por José Paulo Andrade é um dos mais tradicionais do rádio paulista. Completou 35 anos no ar ontem, no dia 02 de abril.

O logo do programa lembra muito da empresa de artigos esportivos Puma.
Líder absoluto de audiência, leva ao ar as manchetes das principais notícias do dia em dois resumos, às 6h e às 6h30. Mescla informações sobre trânsito, tempo, estradas, aeroportos, hora certa, mercado financeiro e reportagens da área esportiva e policial.
Entre os quadros característicos está o Boca no Trombone, (escute aqui), com reclamações de ouvintes e as respostas de representantes de órgãos públicos e de empresas.
Uma agenda econômica (Imposto de Renda, prazos para pagamentos de contribuições, aposentadoria e outras informações) é outra atração do Pulo.
O jornal Pulo do Gato é o programa recordista de permanência no ar, no rádio brasileiro, com suas características: mesma emissora, mesmo horário e mesmo apresentador.
Em comemoração às três décadas de Jornal Pulo do Gato, completados em 2003, o apresentador José Paulo de Andrade recebeu, em 29 de março de 2005, o prêmio APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte – de melhor âncora de 2003.
“O Zé Paulo é uma das principais vozes da Rádio Bandeirantes e do rádio brasileiro. Só um jornalista com a credibilidade dele conseguiria manter um público fiel por tanto tempo”, disse Mário Baccei, vice-presidente de rádios do Grupo Bandeirantes.
Transmitido para todo o Brasil pelo sistema BandSat em Am 840 e Fm 90,9.
Contato
Entre em contato com o Pulo do Gato. Envie um e-mail para salves@band.com.br. Se você deseja que sua mensagem seja lida ao vivo escreva para o RB no Ar rbnoar@band.com.br
[Via Propmark e Rádio Bandeirantes]
Rádio Oi deve desembarcar em São Paulo no 2º semestre.
As negociações estão em andamento com uma rádio de São Paulo. A Rádio Oi funciona em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória, Uberlândia e Recife. Boa estratégia de comunicação.
Na cidade de São Paulo um case de mercado é a Rádio SulAmérica Trânsito. Uma parceria entre o Grupo Bandeirantes de Comunicação e a seguradora SulAmérica com idealização da agência MPM.
A minha surpresa foi saber que empresas de telefonia não podem ter concessões de rádios, devido a legislação vigente.
Então como fazer? Mais surpreso ainda: A empresa não vira concessionária da rádio. O que a Oi faz é comprar todos os horários das emissoras e mudar o nome da rádio. Simples assim. Enfim, acharam um “jeitinho brasileiro” legalmente.
Assim como tantas, leis e mais leis que somente se justificam no papel.
Via Radar online de Veja
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