Preço da gasolina nas últimas três décadas.
Um americano chamado Stuart montou um gráfico com os preços da gasolina dos últimos 29 anos! É uma tabela feita através do consumo do próprio nestes anos todos.
Interessante notar no gráfico a evolução das três linhas. Uma delas é o preço pago por ele e uma outra o preço médio da cidade. Estas tiveram pouca variação.
Na outra verificamos a evolução da inflação no período. Obviamente que a inflação ficou bem abaixo, principalmente, nos últimos anos. Ele usou como parâmetro a inflação de abril de 1979, assim como o dólar do período.
Parece até terras brasilis…
As compras ocorreram no Texas e Houston.
Clique na figura para ampliar a imagem:
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Abaixo veja a composição das taxas no preço da gasolina no período de março de 2007. Mercado americano.
Esta outra é referente a maio de 2007.
Agora, uma tabela comparativa da Petrobras do ano de 2007.
Clique na imagem para ampliar:
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Por esta tabela até que o nosso “leão” é bem inferior a vários outros países.
Mas, segundo o Sindicato do Comercio varejista do Estado de São Paulo (Sincopetro), nada menos do que 57,13% do preço da gasolina é apenas imposto.
Assim, num posto que vende o litro por R$ 2,50, R$ 1,43 vai para os cofres públicos.
O Peso dos tributos
Quanto o brasileiro paga de impostos e contribuições em cada litro de gasolina comprado em São Paulo:
De R$ 2,103 pagos por litro
10,2% – PIS / Cofins
· 10.7% – CIDE
· 12.8% – Margem de lucro e custos das empresas
· 27,1% – ICMS
· 39,2% – Preço do produto
Fonte: O Estado de S.Paulo
Uma coisa é certa, se os tributos fossem menores a “indústria da adulteração”, seria inexistente em nosso País.
4 comentários até agora
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Boa noite,
Em Portugal enfrentamos um problema semelhante, com os impostos quero dizer, a questão da adulteração ainda não é um factor significativo no mercado.
Parabéns pelo blog.
Atentamente.
Olá Pedro,
em 1974 um economista chamado Edmar Bracha cunhou um termo denominado BELÍNDIA. Para ele esse foi o termo para definir a má distribuição de renda em nosso País.
Para ele o Brasil seria uma mistura entre uma pequena e rica Bélgica e uma imensa e pobre Índia. Passados mais de 30 anos, fato ainda realidade!
Esse mesmo economista viria a ser o idealizador do Plano Real, nos idos de 1994.
Nos últimos anos a má distribuição de renda melhorou nas camadas mais baixas de nossa sociedade e vem corroendo a classe média.
E as empresas? Vivemos ainda na chamada BELÍNDIA, com o agravante da excessiva carga tributária brasileira que corroi qualquer ânimo empresarial mais desavisado.
No caso dos combustíveis, temos empresas sérias, que pagam seus impostos e registram seus funcionários conforme está previsto nas leis, mas para muitos e mais fácil ir por outro lado.
Alguns anos atrás, tínhamos perto de 250 distribuidoras de combustíveis no Brasil. Hoje temos mais ou menos 80 e a situação tem melhorado, mas ainda é nebuloso quanto ao álcool, imagina no biodiesel como será??!! E está sendo…
No caso da distribuição temos também a chamada gestão do negócio que algumas multinacionais tem dificuldades em entender e praticar, caso da Shel e da Esso que estão prestes a desfazer de seus ativos na área, concentrando-se na exploração de petróleo no País.
Abraços
realmente e inaceitavel que para quem trabalha tenha que dividir meros 12.8% enquanto vagabundos sem trabalho algum roube 48%. nesse caso todas empresas no brasil tem como socio (marjoritario, ja que a fatia e bem maior) o governo, e ainda por cima some com o dinheiro, pois nao investe nem 0.00000000000000001% na empresa. pensemmmmmmmmmmmm
Olá Doni,
realmente é inacreditável mesmo, mas quanto a isso é mais fácil subir do que diminuir…
Abraços