Prato do dia: Chocolate ao molho ministerial. Vou passar com cartão corporativo. Pode ser no débito.

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Via (Charge do Néo)

Fica difícil não analisar o contexto todo do episódio dos cartões corporativos sem a completa ironia, incredulidade e a capacidade do atual governo em achar novos meios para deturpar aquilo que é público e privado, para não dizer outras palavras.

A indiferença é tanta que o nosso presidente se acha no direito em calar sobre um assunto imoral e vergonhoso.

Para Lula, a liberdade de imprensa sempre foi um incômodo e tentativas de, “cortar estes excessos”, sempre permeou o seu mandato.

Como bem lembrou Jânio de Freitas em editorial da Folha, do caso na Suécia onde a vice-primeira-ministra perdeu mandato por causa da compra de um chocolate, isso mesmo, UM chocolate e aqui, pasmem, o escândalo daria para comprar várias fábricas de chocolate, mas que, estranhamente o Tribunal de Contas da União aprovou por unanimidade!

E pensar que o uso dos cartões corporativos tinham o objetivo da redução nos saques em espécie e dar maior transparência e operacionalidade ao uso do cartão pelos órgãos.

Cobrar mais rapidez em processos criminais e reforma do Código de Processo Penal para diminuir a sensação de impunidade e segurança acaba sendo uma necessidade também para muitos do atual governo, inclusive daqueles que fizeram parte.

Esperamos que, “erros administrativos”, não ocorram novamente e que não basta admitir e chorar pelas apropriações indébitas do dinheiro público.

Se não, a multiplicação de barnabés será inevitável.

2 comments so far

  1. [...] É sempre assim, no olho do furacão de mais uma peripécia deste governo, no caso, cartões corporativos, surge mais um rompante de [...]

  2. [...] salário da América Latina: US$ 18.657; Hugo Chávez ganha US$ 8,3 mil e Lula, US$ 6,4 mil. Fora o cartão corporativo, é [...]


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